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	<title>Ardalambion</title>
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	<description>Um site Valinor</description>
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		<title>Então você quer aprender Élfico?</title>
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		<comments>http://www.ardalambion.com.br/entao-voce-quer-aprender-elfico/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2007 17:27:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tilion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscellaneous]]></category>

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		<description><![CDATA[Então, você decidiu aprender élfico? Eu absolutamente adoro os idiomas élficos, de modo que posso entender isso perfeitamente e lhe desejo muita diversão! Mas há uma pergunta que você pode querer fazer a si mesmo logo no início &#8211; e &#8230; <a href="http://www.ardalambion.com.br/entao-voce-quer-aprender-elfico/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Então, você decidiu aprender élfico? Eu absolutamente  adoro os idiomas élficos, de modo que posso entender isso perfeitamente  e lhe desejo muita diversão!</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-155"></span></p>
<p style="text-align: justify">Mas há uma  pergunta que você pode querer fazer a si mesmo logo no início &#8211; e talvez  também mais tarde -: o que você quer dizer com &#8220;aprender&#8221;?</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Você quer falar o idioma, escrever  poesias élficas e ler histórias élficas, usá-lo em jogos de RPG e  escrever cartas élficas aos seus amigos? Porque tudo isso é de fato  possível &#8211; bem, de certa forma, e é por isso que estou lhe fazendo a  pergunta. Pois todas essas coisas necessitam de uma espécie de forma  final de élfico, elas pressupõem que Tolkien em certo ponto terminou o  Sindarin ou o Quenya e que esse idioma acabado pode então ser usado.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Mas não é dessa maneira que Tolkien  pensava sobre os idiomas. Assim, aprender as idéias de Tolkien sobre os  idiomas é uma tarefa imensamente diferente de aprender a &#8220;falar&#8221; um dos  idiomas.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Tolkien jamais visualizou suas  criações como acabadas &#8211; ele estava sempre revisando e alterando coisas  -, até mesmo para algo já publicado (o qual não podia realmente alterar)  ele reinventou as explicações subjacentes; um bom exemplo é <strong>Gil-Galad</strong> &#8211; em Cartas: 266 ele afirma</p>
<p style="text-align: justify"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Essa variação g/k não deve ser  confundida com a mudança </em>gramatical<em> ou k, c &gt; g em  Élfico-cinzento, visto nas iniciais de palavras em composição ou após  partículas intimamente relacionadas (como o artigo). Assim, </em>Gil-galad  <em>&#8220;</em><em>luz das estrelas</em><em>&#8220;</em><em>.</em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Mas, na verdade, em Cartas: 403 uma  explicação completamente diferente é apresentada:</p>
<p style="text-align: justify"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Em S., essa ausência de mutação é  mantida (a) em palavras compostas e (b) quando um substantivo na verdade  é praticamente um adjetivo, como em </em>Gil-galad<em> Estrela (de) luminosidade.</em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Logo, apesar de argumentar que <strong>galad</strong> é uma forma lenizada e é traduzida como &#8220;luz das estrelas&#8221; em sua  primeira explicação, ele insiste que ela não é lenizada na segunda  explicação e significa &#8220;Estrela de luminosidade&#8221;. Meu exemplo favorito  envolve a palavra em Quenya para &#8220;sim/não&#8221;. Bill Welden cita duas fontes  em seu ensaio &#8220;Negation in Quenya&#8221; ["Negação em Quenya"] (VT42: 32). Em  um ensaio de 1960, Tolkien usou <strong>lá</strong> &#8220;sim&#8221; &#8211; em um ensaio de 1970,  <strong>lá</strong> &#8220;não&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Vinyar Tengwar 43 apresenta 6 versões  diferentes do Pai Nosso em Quenya que nos permitem observar como  Tolkien, não satisfeito com as versões anteriores, alterou  características de gramática e vocabulário para chegar a uma versão que  lhe agradaria mais &#8211; até que decidiu reescrever esta também. Os próprios  dicionários de Tolkien geralmente possuem diversas camadas de verbetes &#8211;  verbetes mais antigos a lápis, riscados, substituídos por verbetes à  tinta, às vezes riscados novamente e reescritos, refletindo a constante  alteração dos idiomas em vocabulário e derivação.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Por que estou lhe dizendo tudo isso?  Porque criar um Sindarin ou Quenya falável não diz respeito apenas a  preencher as lacunas com reconstruções engenhosas &#8211; algumas vezes isso  envolve decisões editoriais pesadas e a rejeição de material criado por  Tolkien com base em preferências pessoais.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Veja, não há como se ter um idioma no  qual <strong>lá</strong> pode ser tanto &#8220;sim&#8221; como &#8220;não&#8221; &#8211; logo, se quiser falar  Quenya, você terá que se decidir por uma delas. Mas não há uma boa norma  de como fazer isso: devemos concordar com as decisões mais tardias de  Tolkien? Então <strong>lá</strong> significa &#8220;não&#8221; em Quenya, mas dessa forma uma  boa parte do material no SdA acaba por ter interpretações bem estranhas,  visto que as idéias tardias de Tolkien sobre a gramática são bastante  diferentes de suas idéias na época em que escreveu o <strong>Namárië</strong>. Ou  devemos concordar com o que está mais próximo do SdA? Então <strong>lá</strong> é  &#8220;sim&#8221; &#8211; porém sabemos que Tolkien por fim abandonou essa idéia. Assim,  no final, a coisa resume-se a uma escolha editorial sobre qual usar.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Escrevi tanto um curso de Sindarin  como um de Quenya e, por conseguinte, tomei uma boa quantidade de  decisões editoriais desse tipo, simplesmente para oferecer aos  iniciantes uma versão mais fácil de ser aprendida. Isto é, sinto-me bem  com isso, pois assim o digo claramente no curso e tento mantê-lo o mais  próximo possível das idéias de Tolkien e apenas tento solucionar  contradições.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Mas veja, os problemas começam quando  você aprendeu Sindarin através do meu curso ou o do Helge Fauskanger e  tenta explicá-lo a outra pessoa. Se você não for cuidadoso, aquilo que  Tolkien realmente escreveu perde-se no processo. Pois há algo que pode  ser chamado verdade por repetição.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Para dar um exemplo: Helge Fauskanger  escreveu em <a href="content/view/34/53/">Sindarin, a Língua Nobre</a>:</p>
<p style="text-align: justify"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Em Sindarin, adjetivos (incluindo  particípios) sucedendo o substantivo que eles descrevem são geralmente  lenizados. (&#8230;) Existe, entretanto, um bom número de casos atestados  onde a mutação falha em assumir seu lugar em tal combinação. (&#8230;) Eu  aconselharia, porém, que, ao escrever em Sindarin, deixassem os  adjetivos serem lenizados nesta posição, uma vez que esta parece ser a  regra principal.</em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Ele na verdade redige isso  cuidadosamente e menciona exceções. Contudo, as pessoas que o citam  geralmente simplificam a afirmação em<em> Adjetivos em Sindarin sucedem o  substantivo e são lenizados</em>. (foi isso que aprendi quando comecei).  Tal afirmação tem sido repetida tão freqüentemente que você pode  encontrar com freqüência pessoas que chamam a atenção para o fato de que  deixar o adjetivo sem lenição é errado.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Ora, concentrando-nos nas evidências  reais, eu pude encontrar 8 exemplos sem lenição, 9 exemplos com lenição,  1 exemplo com mutação nasal e 10 exemplos onde não temos como saber  (ver <a href="http://www.phy.duke.edu/%7Etrenk/elvish/mutations.html">Mutations in  Sindarin</a> ["Mutações em Sindarin"]). Assim, na verdade, ser <em>a  regra principal</em> baseia-se apenas em uma pequena vantagem 9:8.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">A história fica ainda mais estranha se  você considerar os advérbios em posição diretamente posterior a verbos.  Helge nunca escreveu sobre eles serem lenizados, de modo que a maioria  das pessoas supõe que eles não são lenizados ou o são após um  imperativo. Mas se olharmos para as evidências reais, encontramos duas  lenições claras, duas não-lenições claras e três que não sabemos. Essa é  quase a mesma proporção para a lenição de adjetivos, e não há razão  para supor que as regras para os advérbios seriam diferentes &#8211; e, ainda  assim, baseada na repetição freqüente, a &#8220;verdade&#8221; mais difundida é a de  que adjetivos em posição posterior são lenizados, enquanto advérbios  nessa posição não são. Mas como você mesmo pode verificar, há pouca base  factual para ambas as afirmações. Pelo menos Tolkien não seguia essas  regras.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Ou para seguir em uma direção  diferente. Você pode ficar tentado a explicar para alguém que a  desinência verbal de 2ª pessoa em Sindarin é <strong>-ch</strong>. Eu certamente  assim o escrevi no meu curso de Sindarin. Você pode até estar ciente da  evidência (caso você tenha estudado o Ardalambion) onde Helge cita:</p>
<p style="text-align: justify"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify"><em>Arphent Rían Tuorna, Man agorech?,  provavelmente significando *&#8221;E Rían disse a Tuor, O que você fez?&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Ora, Helge mais uma vez redige o  trecho com muito cuidado, e a verdade por repetição subseqüente é sua  culpa apenas em parte. Mas a verdade é que a frase não é traduzida em  lugar algum. Porém, se você pensar bem, Tuor era um recém-nascido quando  Rían ainda estava viva &#8211; o que ele poderia ter feito? Xixi na cama?  Dificilmente um incidente sobre o qual Tolkien escreveria. Na realidade,  a interpretação &#8220;canônica&#8221; faz pouco sentido. David Salo (que a propôs  originalmente) argumentou para salvá-la que Tolkien pode ter tido em  mente uma Rían e um Tuor diferentes. Bem, apesar de algumas vezes nomes  serem repetidos, isso é improvável aqui. Carl Hostetter (que tem acesso  ao manuscrito original) disse em uma discussão em <a href="http://sindarin.weet.us/">I Lam Arth</a>:</p>
<p style="text-align: justify"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify"><em>David está apresentando os fatos  seletivamente aqui, deixando de mencionar que a frase que ele viu ocorre  em um contexto &#8212; a saber, uma &#8220;folha de rosto&#8221;, por assim dizer, para o  trabalho contínuo de Tolkien no Narn &#8212; e que o pouco de diálogo do  qual faz parte continua depois do mencionado; e, dessa forma, não é  simplesmente uma anotação aleatória e isolada de Tolkien que não possui  ligação com os famosos personagens de seu legendário, tampouco uma  pergunta que não possui qualquer ligação discernível com o mesmo.</em></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Logo, a evidência real a partir da  frase de que <strong>-ch</strong> significa &#8220;você&#8221; naquela frase é quase nenhuma.  Ficamos com três fragmentos de evidência real: 1) uma tabela de formas  pronominais Noldorin que apresenta <strong>-g</strong> e <strong>-ch</strong> como  desinências de 2ª pessoa (não-publicada, mencionada em várias  discussões); 2) uma tabela de pronomes Noldorin que apresenta <strong>-ch</strong> como uma desinência da 1ª pessoa do plural (não-publicada, mencionada  em várias discussões); e 3) a aparente similaridade dos sistemas  pronominais do Sindarin e do Quenya que, <em>caso se sustente</em>,  permite argumentar em favor de <strong>-ch</strong> como uma desinência de 2ª  pessoa (ver <a href="http://www.phy.duke.edu/%7Etrenk/elvish/pron_rek.html">Common Eldarin  Views on the Sindarin Pronomial System</a> ["Concepções do  Eldarin Comum sobre o sistema pronominal Sindarin"] para tal tentativa).</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Espero que você entenda agora o que há  de errado em dizer a alguém que <strong>-ch</strong> é a desinência de 2ª pessoa  em Sindarin. Na verdade, até mesmo dizer a alguém que eu acho que <strong>-ch</strong> é a desinência de 2ª pessoa em Sindarin (e assim o escrevi no meu  curso) não é inteiramente correto &#8211; porque o que eu realmente penso é  que <em>em algum momento</em> Tolkien teve em mente <strong>-g</strong> como uma  desinência de 2ª pessoa do sing. familiar e <strong>-ch</strong> como 2ª pessoa do  pl. familiar e <strong>-l</strong> como 2ª pessoa formal &#8211; e que ele revisou tudo  isso repetidamente. Logo, a verdadeira razão pela qual recomendo <strong>-ch</strong> no meu curso é que a questão toda é uma bagunça terrível, que é  plausível o suficiente e que muitas pessoas a reconhecem &#8211; de maneira  que não há necessidade de inserir minhas idéias levemente mais  complicadas se de qualquer modo não tenho certeza sobre elas.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">E espero que você possa entender que  me sinto realmente desconfortável sempre que vejo alguém dizendo que <strong>-ch</strong> é a desinência de 2ª pessoa em Sindarin só porque eu digo que é (ou, a  propósito, porque Helge diz que é), pois isso obscurece completamente o  que Tolkien tem a dizer a respeito.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Veja, a dificuldade seguinte quando se  tenta &#8220;padronizar&#8221; o Sindarin é esta: tenho uma idéia diferente de  Ryszard Derdzinski ou Helge Fauskanger do que é mais provavelmente  correto &#8211; e para mim é fácil ler os textos deles, pois eu sei o que  Tolkien escreveu e que outras conclusões possíveis podem ser inferidas a  partir daí (porque rejeitei estas quando tomei minhas decisões  editoriais &#8211; mas nunca as esqueci) &#8211; mas se você sabe Sindarin apenas  por uma fonte secundária, você pode fazer a si mesmo muitas perguntas  sobre algumas questões gramaticais que não lhe são familiares. Assim, no  final das contas compensa conhecer diferentes interpretações mesmo que  você só queira usar o idioma. (Mas um aviso: mesmo que com freqüência  haja diferentes interpretações possíveis, isso não significa que &#8220;vale  tudo&#8221; &#8211; freqüentemente podemos não saber o que é certo, mas podemos  reduzir o caso a duas ou três possibilidades, e qualquer outra coisa  ainda estará errada).</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Qual é a razão de tudo isso? Eu  gostaria de lhe pedir para ser extremamente cuidadoso com o modo como  você apresenta os fatos quando estiver explicando élfico para alguém  caso você conheça apenas fontes secundárias. Ao fazer afirmações como <em>isto  é assim e assim</em>, você com freqüência estará distorcendo a verdade  sobre o que Tolkien realmente tinha em mente; mesmo que você tenha a  melhor das intenções ao ajudar alguém, simplesmente mantenha essa  distinção dizendo que <em>Helge acha que&#8230;</em> e você estará em uma  posição melhor, ou introduza um ocasional <em>eu acho&#8230;</em>. Analise o  que Tolkien tem a dizer e você estará bem. Mas, principalmente, você não  estará em posição de explicar como <em>é</em> a gramática élfica a não  ser que você tenha estudado o próprio Tolkien.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Também não há problema em usar os  idiomas apenas para fanfics, e você pode se divertir muito fazendo isso  (eu certamente me diverti&#8230;) &#8211; e você não precisa estudar todos os  detalhes confusos e interpretações conflitantes para fazê-lo. Porém, se  você realmente quiser entender quais são as idéias de Tolkien e como ele  imaginava a gramática élfica, receio então que uma fonte secundária  jamais será o suficiente, e isso dá muito mais trabalho.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Portanto, fica a seu critério o que  você quer dizer com aprender élfico: algumas pessoas ficam felizes  apenas por usar os idiomas, outras ficam contentes apenas por estudá-los  em um nível formal sem jamais escrever algumas linhas de texto &#8211; já fiz  e apreciei ambos. Mas o que quer que você faça, divirta-se (afinal de  contas, é um passatempo) e reconheça os limites (imagino que nenhum de  nós realmente deseja difundir todas essas coisas falsas).</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><a href="mailto:thorsten@sindarin.de">thorsten@sindarin.de</a></p>
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		<title>Bem-vindo ao Ardalambion</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Oct 2006 12:15:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tilion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Introdução]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem-vindo ao Ardalambion, um site do Grupo Valinor, dedicado à divulgação de todo e qualquer estudo relacionado à Línguas inventadas por J.R.R. Tolkien. Este site é uma tradução autorizada pela Ardalambion original, criada e mantida por Helge Kåre Fauskanger e &#8230; <a href="http://www.ardalambion.com.br/bem-vindo-ao-ardalambion/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Bem-vindo ao <a href="http://www.ardalambion.com.br">Ardalambion</a>, um site do <a href="http://www.valinor.com.br">Grupo Valinor</a>, dedicado à divulgação de todo e qualquer estudo relacionado à Línguas inventadas por J.R.R. Tolkien. Este site é uma tradução autorizada pela<a href="http://www.uib.no/people/hnohf/" target="_blank"> Ardalambion</a> original, criada e mantida por <a href="content/view/12/32/">Helge Kåre Fauskanger</a> e traduzida por <a href="content/view/5/34/">Gabriel O. Brum</a>, da Equipe Valinor.</div>
<div><span id="more-141"></span></div>
<div>Nesta página, através do menu lateral à esquerda, você poderá acessar a maioria da informação da Ardalambion original, devidamente vertidas para o português, inclusive o <a href="content/view/45/61/">Curso de Quenya</a> (ou pode adquirir o <a href="http://www.arteeletra.com.br/site/lancamentosd.php?id=170" target="_blank">livro impresso</a>) e o <a href="content/view/46/62/">Curso de Sindarin</a>, além de estudos sobre praticamente todas as línguas inventadas por Tolkien &#8211; e <a href="content/view/27/46/">não foram poucas</a>. Se desejar discutir com outros fãs ou mesmo pedir algum auxílio o melhor caminho é a seção <a href="http://forum.valinor.com.br/forumdisplay.php?f=15" target="_blank">Línguas &amp; Escritas Tolkienianas</a> do <a href="http://forum.valinor.com.br" target="_parent">Fórum Valinor</a>.</div>
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		<title>Com o objetivo de explicar…</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Sep 2006 10:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tilion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscellaneous]]></category>

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		<description><![CDATA[Para os completos ignorantes: era uma vez um homem chamado John Ronald Reuel Tolkien, que viveu de 1892 a 1973. Em 1937 ele publicou um livro infantil, O Hobbit, que vendeu muito bem. A história começa em um passado remoto, &#8230; <a href="http://www.ardalambion.com.br/com-o-objetivo-de-explicar/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Para os completos  ignorantes: era uma vez um homem  chamado John Ronald Reuel Tolkien, que viveu de  1892 a 1973. Em 1937  ele publicou um livro infantil, O<em> Hobbit</em>, que vendeu  muito bem. A  história começa em um passado remoto, quando elfos, anões e outros   seres fabulosos ainda andavam sobre a terra. Tolkien começou a trabalhar  em uma  seqüência, mas a história explodiu e cresceu como um gigantesco  romance que bem  levou quinze anos para ser escrito.   Em 1954-55 Tolkien finalmente publicou <em>o </em>romance  definitivo de fantasia, a trilogia <em>O Senhor dos Anéis</em>. Após a   morte de Tolkien, seu filho Christopher editou e publicou uma mitologia   construída, <em>O Silmarillion</em>, a partir de manuscritos de seu pai.  Isto  forneceu o &#8220;cenário histórico&#8221; para os dois outros livros. Juntos,  estes livros  descrevem um mundo completamente imaginado, completo com  geografia, demografia,  história &#8211; e <em>idiomas</em>. Os idiomas são  absolutamente cruciais. Tolkien  vinha inventando idiomas desde cedo na  infância. E ele declarava repetidamente  que ele inventou seu mundo com a  única finalidade de possuir uma ambientação  onde seus &#8220;idiomas  élficos&#8221; pudessem existir, embora outras pessoas achassem  isto difícil  de se acreditar.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-154"></span></p>
<p style="text-align: justify">Por que estudar estes idiomas? Em meu ensaio <em>O  Vício não-tão-secreto de  Tolkien</em>, encontrado neste site, eu listo  várias razões possíveis: &#8220;o simples  fato de que nenhuma gramática  élfica escrita por Tolkien tenha sido publicada  faz disso um desafio  fascinante para &#8216;decifrar o código&#8217;. Ou pode ser puro  romantismo, uma  forma especial de imersão literária: ao estudar os idiomas  Eldarin,  você tenta se aproximar &#8211; na verdade, entrar nas mentes &#8211; dos elfos   imortais, belos e sábios, os Primogênitos de Eru Ilúvatar, mestres da  humanidade  em sua juventude. Ou, menos romanticamente, você quer  estudar as construções de  um lingüista talentoso e o processo criativo  de um gênio engajado em seu  trabalho de amor. E, muito simplesmente,  apreciar os idiomas élficos como se  aprecia música, como elaborar e (de  acordo com o gosto de muitos) realizar  experimentos gloriosamente bem  sucedidos em eufonia&#8221;. O tom e sabor completos do  mundo de Tolkien está  de algum modo capturado e contido em seus idiomas. E com  certeza: eles  não são &#8220;falsos&#8221;! Chamá-los de &#8220;construídos&#8221; em oposição a  &#8220;idiomas  naturais&#8221; não ajuda muito, pois <em>todos </em>idiomas são &#8220;construídos&#8221;.   Os idiomas que alguns chamam de &#8220;naturais&#8221; são simplesmente construídos  sobre  muitos séculos por pessoas que em sua maioria estavam pouco  cientes do que  estavam fazendo. Embora os idiomas de Tolkien tenham  sido criados por um homem  que definitivamente sabia o que estava  fazendo, eles também possuem uma história  de mudança e evolução &#8211; mesmo  em duas dimensões, tanto as (também numerosas)  revisões feitas por  Tolkien durante sua vida <em>como</em> o desenvolvimento  imaginário  dentro do mundo inventado. Na minha opinião, as construções   lingüísticas de Tolkien são melhor consideradas &#8220;idiomas simulados&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">Mas embora as pessoas venham estudando os idiomas de  Tolkien muito seriamente  há décadas, achei que havia relativamente  pouca informação sobre estes idiomas  na rede. O que havia mostrou-se na  maior parte amador, incompleto, impreciso e  ultrapassado, ou em um  caso &#8211; isto é, no trabalho de Anthony Appleyard &#8211; muito  concentrado e  técnico, excelente para aqueles que já estão aprofundados nestas   coisas, mas provavelmente difícil de se absorver por iniciantes. Esta  falta de  boa informação na rede foi ainda mais surpreendente,  considerando que a lista  Tolklang possui mais de setecentos assinantes,  mais do que a lista Tolkien  regular! Então me propus a criar um site  dedicado aos lingüistas tolkienianos.  Aqui é feita uma tentativa para  extrair a informação puramente lingüística das  obras publicadas e  apresentá-la em uma forma que é (ou espera-se) facilmente  acessível.  Quero ajudar especialmente escritores e lhes fornecer informações   atualizadas (e teorias plausíveis) a respeito de quenya e sindarin. Nos  mitos de  Tolkien, o quenya era &#8220;uma língua antiga de Eldamar além do  Mar, a primeira a  ser registrada na escrita&#8221;, enquanto que o sindarin  era o vernáculo vivo dos  elfos-cinzentos na Terra-média (Apêndice F do  SdA). Estes dois sempre foram os  idiomas mais importantes nos mitos, e  eles são os únicos idiomas que estão tão  completos que é possível <em>usá-los</em> (embora as lacunas no nosso conhecimento  às vezes torna tais esforços  comparáveis ao que Ernest Wright fez: escreveu um  livro inteiro &#8211; <em>Gadsby</em> &#8211; sem usar uma vez sequer a letra <em>e</em>).</p>
<p style="text-align: justify">Contudo, a informação encontrada aqui não fará muito  sentido se você não está  familiarizado com os mitos de Tolkien. Os  idiomas e o mundo de Tolkien estão  intimamente relacionados e  basicamente inseparáveis. Aqui eu extraio, analiso e  apresento  informação lingüística pura, mas estes ensaios destinam-se a   complementar e não substituir os próprios escritos de Tolkien &#8211;  incluindo todo o  material tornado disponível para nós pelo cuidadoso  trabalho editorial de  Christopher Tolkien durante tantos anos.  Realmente, fico feliz em dedicar este  site a ele. Posso apenas reiterar  que a informação nesta página fará muito pouco  sentido se ela for  retirada do contexto e do cenário aos quais pertence: o  incrivelmente  detalhado &#8220;mundo secundário&#8221; de Tolkien. Este é meramente um  suplemento  lingüístico para as obras de Tolkien, fornecendo informações   lingüísticas da mesma forma que o excelente <em>Complete Guide to  Middle-earth </em>de Robert Foster fornece informações históricas e  fatuais, mas quem deixaria  de lado <em>O Senhor dos Anéis </em>por este  guia? Veja abaixo a respeito de quais  livros os estudantes dos idiomas  de Tolkien devem ter.</p>
<h2 style="text-align: justify">Referências</h2>
<p style="text-align: justify">Também há o problema de fornecer  referências aos  livros principais: <em>O Senhor dos Anéis e</em> <em>O  Silmarillion</em>. (<em>O  Hobbit </em>possui muito pouco material lingüístico.)  Existem tantas  edições e traduções por aí que eu simplesmente não posso me  referir a  uma certa página. Infelizmente, as referências não podem ser mais   exatas do que o capítulo ou apêndice em questão.</p>
<p style="text-align: justify"><em>O Senhor dos Anéis</em>, daqui em diante <em>SdA</em>,  é tipicamente  publicado em três volumes. Tolkien não pensava nele como  uma &#8220;trilogia&#8221;, pois os  volumes 1-3 contam apenas uma história e não  podem ser lidos independentemente.  Apesar disso, os volumes possuem  títulos individuais: <em>A Sociedade do  Anel</em>, <em>As Duas Torres e</em> <em>O Retorno do Rei</em>. Iremos chamá-los  simplesmente SdA1, SdA2 e  SdA3. Cada um destes contém dois &#8220;livros&#8221;: I e II em  SdA1, III e IV em  SdA2 e V e VI em SdA3. Estes &#8220;livros&#8221;, ao contrário dos  volumes,  representam a divisão lógica da história. Cada um possui seus próprios   capítulos, 1, 2, 3 etc. Assim, uma referência como &#8220;SdA3/VI cap. 5&#8243;  significa  que você irá pegar <em>O Retorno do Rei</em>, encontrar o Livro  Seis que está  neste volume, procurar o capítulo 5 e começar a virar as  páginas freneticamente,  ou até você encontrar a referência, ou ter um  colapso nervoso. Os Apêndices do  SdA são simplesmente mencionados como  Apêndice A, B etc. No caso d&#8217;<em>O  Silmarillion</em>, eu simplesmente me  refiro ao capítulo em questão pelo seu  número (e ao <em>Ainulindalë</em>,  ao <em>Valaquenta</em> e ao <em>Akallabêth </em>pelo nome).</p>
<p style="text-align: justify">Felizmente, muitos dos outros livros existem em  apenas uma edição, de modo  que aqui posso fornecer referências exatas  às páginas. Estas são as abreviações  usadas:</p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>RGEO</strong>: The Road Goes Ever On </em>(Segunda  Edição 1978, ISBN  0-04-784011-0)<br />
<em><strong>CI</strong>: Contos Inacabados</em> (2002, ISBN  85-336-1537-X, Martins Fontes)<br />
<em><strong>Letters</strong>: The  Letters of J. R. R.  Tolkien </em>(1981, ISBN 0-04-440664-9)<br />
<em><strong>MC</strong>:  The Monsters and the  Critics and Other Essays </em>(1983, ISBN  0-04-809019-0)</p>
<p style="text-align: justify">e os doze volumes da série <em>History of Middle-earth </em>(chamada <strong><em>HoMe </em></strong>como um todo, e sem edições em  português):<br />
<em><strong>LT1</strong>: The Book  of Lost Tales 1 </em>(1983, ISBN  0-04-823231-5)<br />
<em><strong>LT2</strong>: The Book of  Lost Tales 2 </em>(1984,  ISBN 0-04-823338-2)<br />
<strong><em>LB</em></strong>: <em>The Lays of  Beleriand </em>(1985,  ISBN 0-04-440018-7)<br />
<em><strong>SM</strong>: The Shaping of  Middle-earth </em>(1986,  ISBN 0-04-440150-7)<br />
<em><strong>LR</strong>: The Lost Road </em>(1987, ISBN  0-04-440398-4)<br />
<strong><em>RS</em></strong>: <em>The Return of the Shadow </em>(1988,  ISBN 0-04-440669-X)<br />
<strong><em>TI</em></strong>: <em>The Treason of Isengard </em>(1989,  ISBN 0-261-10220-6)<br />
<strong><em>WR</em></strong>: <em>The War of the Ring </em>(1990,  ISBN 0-261-10223-0)<br />
<em><strong>SD</strong>: Sauron Defeated </em>(1992, ISBN   0-261-10305-9)<br />
<em><strong>MR</strong>: Morgoth&#8217;s Ring </em>(1993, ISBN  0-261-10300-8)<br />
<em><strong>WJ</strong>: The War of the Jewels </em>(1994, ISBN  0-395-71041-3)<br />
<strong><em>PM</em></strong>: <em>The Peoples of Middle-earth </em>(1996,  ISBN  0-216-10337-7)</p>
<p style="text-align: justify">De um ponto de vista lingüístico, os livros mais  importantes na <em>HoMe </em>são <em>The Lost Road </em>e <em>The War of the  Jewels</em>. LR é  <em>absolutamente indispensável </em>se você quer  estudar os idiomas de Tolkien  seriamente, pois este livro reproduz o  vital <em>Etimologias</em>, nossa fonte  primária de vocabulário élfico. <em>The  War of the Jewels </em>contém o ensaio  <em>Quendi and Eldar</em>, que  trata dos nomes élficos de vários encarnados e  casualmente revela muita  informação sobre os idiomas em questão. Estes dois  livros deveriam &#8211;  na verdade, <em>devem</em> &#8211; estar na biblioteca de qualquer  estudante  sério de élfico.</p>
<p style="text-align: justify">Que outros livros você deve adquirir vai depender dos  seus interesses. Se  você quer estudar adûnaico (númenóreano), o livro a  ser conseguido é <em>Sauron  Defeated</em>. Aqui é encontrada uma  explicação extensa e detalhada, embora nunca  completada, deste idioma.  SD também inclui algumas poucas inscrições em Tengwar,  tanto em inglês  como em sindarin e em inglês antigo. O texto em sindarin mais  longo que  já foi publicado, <em>The King&#8217;s Letter</em>, também é encontrado em SD.   Se você está interessado em westron, <em>The Peoples of Middle-earth </em>fornece   muito mais formas &#8220;originais&#8221; dos nomes anglicizados por Tolkien do  que aqueles  mencionados nos apêndices do SdA. Se você quer estudar as  formas mais primitivas  dos idiomas que finalmente se tornaram quenya e  sindarin (isto é, &#8220;qenya&#8221; e  &#8220;gnômico&#8221;), você deve adquirir os dois  volumes do <em>The Book of Lost Tales</em>,  onde Christopher Tolkien cita  muitas palavras e formas a partir das primeiras  listas de palavras  élficas feitas por seu pai, datando de aproximadamente 1915.</p>
<p style="text-align: justify">Fora da HoMe, os livros mais interessantes são <em>The  Monsters and the  Critics and Other Essays</em>, <em>The Road Goes Ever  On</em> e <em>The Letters of  J. R. R. Tolkien</em>. MC contém o ensaio de  Tolkien <em>A Secret Vice</em>, com os  pensamentos e teorias de Tolkien  sobre a criação de idiomas, além de um poema em  &#8220;gnômico&#8221; e alguns em  &#8220;qenya&#8221; primitivo &#8211; um deles com a tradução em quenya  maduro, nos  fornecendo uma oportunidade única para comparar as duas versões   diretamente. <em>The Road Goes Ever On</em> contém caligrafia Tengwar dos  poemas  <em>Namárië </em>e <em>A Elbereth Gilthoniel</em> assim como  traduções entrelinhas  deles, seguidas de notas de Tolkien. Muita  informação valiosa sobre os idiomas  élficos também é encontrada  dispersa no <em>The Letters of J.R.R. Tolkien</em>;  ver por exemplo as  cartas # 211, 297 e 347.</p>
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		<title>Curso de Sindarin</title>
		<link>http://www.ardalambion.com.br/curso-de-sindarin/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Apr 2006 04:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tilion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Other Resources]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Thorsten Renk Trecho extraído do Prefácio do curso: &#8220;Este curso originalmente era apenas um pequeno projeto que criei para mim mesmo para treinar o material apresentado no site alemão www.sindarin.de com textos adicionais e com alguma estrutura em termos &#8230; <a href="http://www.ardalambion.com.br/curso-de-sindarin/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>Por Thorsten Renk</strong></p>
<p style="text-align: justify">Trecho extraído do <em>Prefácio</em> do  curso:</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Este curso originalmente era apenas um  pequeno   projeto     que   criei    para   mim  mesmo para treinar o  material apresentado   no   site  alemão      <a href="http://www.sindarin.de/">www.sindarin.de</a> com  textos adicionais      e com alguma estrutura em termos de  lições.       Ele claramente     saiu de controle desde então.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-153"></span></p>
<p style="text-align: justify">Enquanto escrevo essas linhas, a  segunda versão       alemã       está   disponível para download e, até       onde posso    ver,   o curso se  tornou “um dos” documentos padrão       para estudantes    alemães   de  sindarin na Internet (antes de    passarem   para o <a href="http://www.ardalambion.com.br/">www.ardalambion.com</a>):       um livro   de exercícios está sendo preparado e escrevi  um   curso de  quenya   similar que agora está sendo revisado. Então,     aqui está   a  tradução em português.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">A versão  atual (2.0, de 5 de outubro de  2004)      consiste     de  22  lições e  2 apêndices,   número      esse sujeito     a aumentar  conforme o  melhor entendimento   do autor.</p>
<p style="text-align: justify">É necessário o Acrobat Reader para    visualizar      os  arquivos     PDF; clique <a href="http://www.adobe.com.br/products/acrobat/readstep2.html">aqui</a> para fazer o download do programa.</p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   1:</strong></em> O genitivo.  Pronomes pessoais. O   artigo  definido   e indefinido.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/26" title=" downloaded 288 times" >Lição 1 - Curso de Sindarin (288)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   2:</strong></em> Fatos  básicos sobre os verbos   sindarin.   Desinências  pronominais       para  verbos A. Infinitivo.  Imperativo.    O gerúndio.  O uso de  &#8220;e&#8221;.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/37" title=" downloaded 126 times" >Lição 2 - Curso de Sindarin (126)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong> Lição 3:</strong></em> A mutação       suave    (Lenição).     As  regras de mutação.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/41" title=" downloaded 94 times" >Lição 3 - Curso de Sindarin (94)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   4:</strong></em> Formação   do plural.  Mutação    nasal.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/42" title=" downloaded 84 times" >Lição 4 - Curso de Sindarin (84)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   5: </strong></em>Desinências           pronominais para  verbos I.   Infinitivo.  Imperativo. Gerúndio.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/43" title=" downloaded 80 times" >Lição 5 - Curso de Sindarin (80)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   6:</strong></em> Adjetivos.    Negação. Frases  relativas.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/44" title=" downloaded 75 times" >Lição 6 - Curso de Sindarin (75)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   7:</strong></em> Prefixos.    Possessivos.  Pretérito dos  verbos A.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/45" title=" downloaded 77 times" >Lição 7 - Curso de Sindarin (77)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   8:</strong></em> Preposições    1. Formação   do  plural irregular.         Concordância e discordância.    Pronomes  oblíquos.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/46" title=" downloaded 86 times" >Lição 8 - Curso de Sindarin (86)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   9:</strong></em> Pretérito    dos verbos I.  Pronomes demonstrativos.   Imperativo     de   &#8220;ser&#8221;. Plurais <em>ai</em>.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/47" title=" downloaded 77 times" >Lição 9 - Curso de Sindarin (77)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   10:</strong></em> O  tempo   futuro. Formação do   plural para palavras  que    terminam     em <em>-u</em>.   Números.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/27" title=" downloaded 86 times" >Lição 10 - Curso de Sindarin (86)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   11:</strong></em> Pretéritos análogos de verbos I.    Pretéritos análogos   de verbos A. Plural de classe. O pronome    relativo  no  dativo.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/28" title=" downloaded 79 times" >Lição 11 - Curso de Sindarin (79)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   12:</strong></em> Preposições    2. A mutação    mista.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/29" title=" downloaded 83 times" >Lição 12 - Curso de Sindarin (83)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   13:</strong></em> Preposições    3. Mutação    oclusiva. Mutação         líquida.   Novos prefixos.   Numerais  ordinais.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/30" title=" downloaded 92 times" >Lição 13 - Curso de Sindarin (92)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   14:</strong></em> Particípios    de verbos A.  Particípios   de verbos I.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/31" title=" downloaded 85 times" >Lição 14 - Curso de Sindarin (85)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   15:</strong></em> Mutação    gramatical  de  adjetivos.   Mutação      gramatical  de advérbios.    Mutação    gramatical de   substantivos.    Mutação   gramatical  de verbos.   Formas plurais expandidas.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/32" title=" downloaded 85 times" >Lição 15 - Curso de Sindarin (85)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   16:</strong></em> Desejos.    Obrigações.  Necessidades.   Expressões      subjuntivas    no   presente. Expressões  subjuntivas   no futuro.   Expressões       subjuntivas   no pretérito.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/33" title=" downloaded 81 times" >Lição 16 - Curso de Sindarin (81)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   17:</strong></em> Particípio    ativo perfeito  irregular  de verbos A. Pretérito         irregular de  verbos  I.  Pretéritos   irregulares de verbos A. Verbos verdadeiramente     irregulares. Afeição    <em>i</em> em prefixos. Ordem padrão    das  palavras. O verbo  em posição        frontal. Objetos indiretos    em  posição  frontal.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/34" title=" downloaded 83 times" >Lição 17 - Curso de Sindarin (83)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição   18:</strong></em> Oclusivas    nasalizadas  arcaicas. Lenição.   Mutação          nasal.    Mutação mista. Mutação    oclusiva.       Mutação      líquida. Lista dos casos   especiais.   O   uso  de &#8220;todo&#8221;. O uso de  pronomes    no nominativo.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/35" title=" downloaded 76 times" >Lição 18 - Curso de Sindarin (76)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição  19:</strong></em> Pronomes    no dativo. Pronomes  no dativo enfatizado/reflexivo.  Desinências          possessivas.     Plurais irregulares.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/36" title=" downloaded 79 times" >Lição 19 - Curso de Sindarin (79)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição  20:</strong></em> A  voz   passiva. Voz passiva  por construções  impessoais.        Voz  passiva   usando o particípio  passivo perfeito.  Singulares     a  partir  de plurais.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/38" title=" downloaded 73 times" >Lição 20 - Curso de Sindarin (73)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição  21:</strong></em> Palavras    compostas e  compostos livres. Mutações  fonológicas          em  palavras compostas.  Mutações  fonológicas  em   compostos       livres. Preposições  sem  mutação.     Prefixos   duplos.    Pronomes como objetos  indiretos.  Frases relativas. Advérbios.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/39" title=" downloaded 73 times" >Lição 21 - Curso de Sindarin (73)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição  22:</strong></em> Substantivos    a partir de verbos. Pessoas praticando  uma  ação.          Coisas compostas.    O uso de infinitivos.  Mais palavras  interrogativas.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/40" title=" downloaded 78 times" >Lição 22 - Curso de Sindarin (78)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Apêndice A:</strong></em> Tabelas    das   mutações.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/2" title=" downloaded 101 times" >Apêndice A - Curso de Sindarin (101)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Apêndice B: </strong></em>Tengwar             e  seus  nomes.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/3" title=" downloaded 112 times" >Apêndice B - Curso de Sindarin (112)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Apêndice C: </strong></em>Vocabulário  Sindarin-Português.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/4" title=" downloaded 140 times" >Apêndice C - Curso de Sindarin (140)</a></code></p>
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		<title>Curso de Quenya</title>
		<link>http://www.ardalambion.com.br/curso-de-quenya/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Apr 2006 04:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tilion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Other Resources]]></category>

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		<description><![CDATA[Este curso de quenya grátis pode ser baixado como arquivos PDF (é necessário o Acrobat Reader para visualizar os arquivos; clique aqui para fazer o download do programa; para a versão em arquivo único, é necessário também o WinRAR para &#8230; <a href="http://www.ardalambion.com.br/curso-de-quenya/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Este curso de quenya grátis pode ser baixado como  arquivos PDF (é necessário o Acrobat Reader para visualizar os arquivos;  clique <a href="http://www.adobe.com/go/EN_US-H-GET-READER">aqui</a> para fazer o download do programa; para a versão em arquivo único, é  necessário também o WinRAR para descompactar o arquivo &#8211; clique <a href="http://superdownloads.ubbi.com.br/download/i6959.html">aqui</a> para fazer o download do programa). Note que se você quer imprimir  qualquer versão deste curso, o cartucho de sua impressora deve ser de  preferência colorido, visto que às vezes variantes de cores são usadas  para indicar partes equivalentes de uma palavra ou frase em quenya e em  português.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-152"></span></p>
<p style="text-align: justify">O curso não pressupõe conhecimento de lingüística;  mesmo os termos e conceitos mais elementares são explicados. O que ele  pressupõe é um interesse profundo e sério da parte do estudante, pois  este curso não visa apenas apresentar a gramática do quenya como tal,  mas também muito dos argumentos e deduções básicas pelos quais nosso  atual conhecimento de quenya foi meticulosamente extraído das fontes  primitivas.</p>
<p style="text-align: justify">Este é um projeto não-comercial, de modo que eu posso  muito bem me permitir ser honesto: este curso é para o estudante sério  que realmente quer estudar um dos idiomas mais altamente desenvolvidos  já criados por Tolkien, examinando-o em todos os seus ricos e intricados  detalhes – um estudo tomado largamente (ou inteiramente) para sua  própria apreciação. Conhecer o quenya dificilmente será de muita ajuda  para arranjar um emprego. Este curso não é para os medrosos que são  incapazes de apreciar verdadeiramente uma discussão prolongada de  (digamos) se o ny deve ser considerado um encontro consonantal n + y ou  uma única consoante como o ñ espanhol. Tento apresentar a estrutura e a  gramática do quenya de uma maneira atraente, mas o  estudante não deve  ter medo de “tecnicalidades”; este curso é sobre tecnicalidades. Se você  quer “aprender quenya” simplesmente porque você gostaria de criar  alguns nomes élficos legais para serem usados em rpg, a possibilidade é  de que você não está de forma alguma preparado para se aprofundar na  quantidade de informação aqui apresentada. Se, por outro lado, seu  interesse é suficiente para ir até o fim deste curso, você não sairá  apenas com uma percepção da gramática do quenya que é quase tão completa  quanto o material publicado permite ser – você também saberá do que se  trata a pesquisa no campo da lingüística tolkieniana.</p>
<p style="text-align: justify">O curso em si consiste de vinte lições, todas estão  disponíveis para download. Também há vários apêndices.</p>
<p style="text-align: justify">Uma versão revisada deste curso foi colocada online  em fevereiro de 2004; as revisões mais significantes têm a ver com o  material novo publicado no Vinyar Tengwar, edições 43 e 44 (procure  pelas referências VT43 e VT44 no texto do curso).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Curso  de Quenya Completo</em></strong> <strong>- Introdução, lições de 1 a 20,  apêndices, vocabulário e respostas dos exercícios em arquivo único!</strong><br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/52" title=" downloaded 288 times" >Curso de Quenya Completo (288)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Introdução</strong> </em>– ela é longa, mas pule-a por risco próprio! Assuntos abordados:  Por que estudar quenya? &#8211; A questão dos direitos autorais – Como é o  quenya? – As fontes – Uma palavra de advertência a respeito das partes  do corpus – Convenções ortográficas.</p>
<p style="text-align: justify"><code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/5" title=" downloaded 107 times" >Introdução do Curso de Quenya (107)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 1:</em></strong> Os sons do quenya. Pronúncia e acentuação.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/6" title=" downloaded 123 times" >Lição 1 - Curso de Quenya (123)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 2:</em></strong> Substantivos. Plural. O artigo.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/17" title=" downloaded 44 times" >Lição 2 - Curso de Quenya (44)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 3:</em> </strong>Número par. Variação de radical.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/19" title=" downloaded 41 times" >Lição 3 - Curso de Quenya (41)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 4:</em></strong> O adjetivo. O verbo de ligação. Concordância adjetiva em número.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/20" title=" downloaded 35 times" >Lição 4 - Curso de Quenya (35)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 5:</em></strong> O verbo: presente e concordância em número. Sujeito/objeto. A forma  superlativa de adjetivos.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/21" title=" downloaded 43 times" >Lição 5 - Curso de Quenya (43)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição 6:</strong> </em>Pretérito.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/22" title=" downloaded 39 times" >Lição 6 - Curso de Quenya (39)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 7:</em> </strong>Futuro e aoristo.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/23" title=" downloaded 33 times" >Lição 7 - Curso de Quenya (33)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 8:</em></strong> Tempo perfeito. Desinências pronominais em <em>-n(yë)</em>, <em>-l(yë)</em>,  <em>-s</em>.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/24" title=" downloaded 38 times" >Lição 8 - Curso de Quenya (38)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 9: </em></strong>O  infinitivo. O verbo de negação. Particípios ativos.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/25" title=" downloaded 36 times" >Lição 9 - Curso de Quenya (36)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 10:</em></strong> Advérbios. As desinências pronominais <em>-ntë</em> e <em>-t</em>.  Infinitivos com pronomes oblíquos. O pretérito de verbos intransitivos  em <em>-ya</em>. Particípios passivos.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/7" title=" downloaded 57 times" >Lição 10 - Curso de Quenya (57)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição 11:</strong> </em>O conceito de casos. O caso genitivo.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/8" title=" downloaded 52 times" >Lição 11 - Curso de Quenya (52)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em><strong>Lição 12:</strong> </em>O caso possessivo-adjetivo. Substantivos verbais ou abstratos e  como eles interagem com os casos genitivo e possessivo.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/9" title=" downloaded 48 times" >Lição 12 - Curso de Quenya (48)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 13:</em></strong> O caso dativo. O gerúndio. Desinências pronominais -<em>lmë</em>, <em>-lvë</em> e -<em>mmë</em>. Um pronome indefinido.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/10" title=" downloaded 26 times" >Lição 13 - Curso de Quenya (26)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 14:</em></strong> Os casos alativo e ablativo. <em>Equë</em> e <em>auta</em>: dois verbos  peculiares. Desinências pronominais possessivas: -<em>nya</em>, -<em>lya</em>,  <em>-lva</em>, -<em>lma</em>, -<em>mma</em>.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/11" title=" downloaded 26 times" >Lição 14 - Curso de Quenya (26)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 15:</em> </strong>A desinência -<em>rya</em> e mais sobre desinências  pronominais possessivas. O caso locativo. Frases relativas. Obscuri-  dades da terceira pessoa.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/12" title=" downloaded 28 times" >Lição 15 - Curso de Quenya (28)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 16:</em></strong> O caso instrumental. Verbos com uma vogal não enfatizada + -<em>ta</em>. O  imperativo. A fórmula <em>nai</em>.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/13" title=" downloaded 27 times" >Lição 16 - Curso de Quenya (27)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 17:</em> </strong>Os demonstrativos: <em>sina</em>, <em>tan(y)a</em>, <em>enta</em>, <em>yana</em>.  Declinando a &#8220;última palavra declinável&#8221;. Substantivos radicais <em>U</em>.  Números ordinais in -<em>ëa</em>.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/14" title=" downloaded 26 times" >Lição 17 - Curso de Quenya (26)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 18:</em> </strong>Pronomes independentes. Verbos impessoais. Verbos radicais <em>U</em>.  Os vários usos de <em>lá</em>.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/15" title=" downloaded 24 times" >Lição 18 - Curso de Quenya (24)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 19:</em></strong> Pronomes em expressões imperativas. Pronomes enfáticos. Palavras  interrogativas: <em>man</em>, <em>mana</em>, <em>manen</em>. Pospo- sições.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/16" title=" downloaded 29 times" >Lição 19 - Curso de Quenya (29)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Lição 20:</em></strong> O verbo obscuro &#8220;ser/estar&#8221;. <em>Ma</em> como uma possível partícula  interrogativa. <em>Sa</em> introduzindo cláusulas nominais.<br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/18" title=" downloaded 26 times" >Lição 20 - Curso de Quenya (26)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Apêndices</em></strong><br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/1" title=" downloaded 56 times" >Apêndice do Curso de Quenya (56)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Vocabulário</em></strong><br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/51" title=" downloaded 47 times" >Vocabulário - Curso de Quenya (47)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>Respostas  dos Exercícios</em></strong><br />
<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/50" title=" downloaded 33 times" >Respostas dos Exercícios - Curso de Quenya (33)</a></code></p>
<p style="text-align: justify"><em>Copyright:</em> pode-se fazer o download deste  curso, mas não recolocá-lo em outro lugar na internet sem a permissão  do autor, H.K. Fauskanger e do tradutor, Gabriel O. Brum. (Contudo,  aqueles que previamente receberam permissão para traduzir artigos de  minhas páginas também podem traduzir este curso.) Impressões podem ser  feitas para uso pessoal (grupos privados inclusos).</p>
<p style="text-align: justify">A tradução do curso não pode ser disponibilizada ou  distribuída de quaisquer formas sem a prévia autorização do tradutor.</p>
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		<title>Listas de palavras</title>
		<link>http://www.ardalambion.com.br/listas-de-palavras/</link>
		<comments>http://www.ardalambion.com.br/listas-de-palavras/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2006 03:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tilion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Other Resources]]></category>

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		<description><![CDATA[Quenya-Português/Português-Quenya Estas listas de palavras (eu não as chamaria de &#8220;dicionários&#8221;, que seria algo mais ambicioso) estão (ou estarão) disponíveis em arquivos PDF: Quenya-Português ( (ATUALIZADA em 13/11/2003); ; as outras serão adicionadas posteriormente) Português-Quenya (BREVE) Quanto ao &#8220;qenya&#8221; mais &#8230; <a href="http://www.ardalambion.com.br/listas-de-palavras/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small"><strong>Quenya-Português/Português-Quenya</strong></span></p>
<div>Estas listas de palavras (eu não as chamaria de &#8220;dicionários&#8221;, que seria algo mais ambicioso) estão (ou estarão) disponíveis em arquivos PDF:</div>
<p>Quenya-Português (<code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/48" title=" downloaded 237 times" >Lista de Palavras Quenya - Português (Parte 1) (237)</a></code> <strong>(ATUALIZADA em 13/11/2003)</strong>; <code><a class="downloadlink" href="http://www.ardalambion.com.br/download/49" title=" downloaded 141 times" >Lista de Palavras Quenya - Português (Parte 2) (141)</a></code>; as outras serão adicionadas posteriormente)<br />
Português-Quenya (BREVE)</p>
<p>Quanto ao &#8220;qenya&#8221; mais primitivo de Tolkien, conforme descrito no &#8220;Qenya Lexicon&#8221; de 1915, não foi feita nenhuma tentativa de incluí-lo totalmente aqui &#8211; em parte porque algumas coisas nele não são compatíveis com o SdA, e em parte porque ele está disponível no <em>Parma Eldalamberon</em> #12. Contudo, as palavras em &#8220;qenya&#8221; citadas por Christopher Tolkien nos apêndices de <em>The Book of Lost Tales</em>, volumes 1 e 2, estão incluídas nas listas de palavras aqui fornecidas.</p>
<p>Nem todas essas listas estão atualizadas com palavras que só foram publicadas recentemente. A lista quenya-português é a mais completa.</p>
<p>Algumas palavras publicadas posteriormente, assim como vários neologismos criados por escritores pós-Tolkien, podem ser encontradas no <em>Parma Penyanë Quettaron</em> (&#8220;Livro das Palavras Perdidas&#8221;), originalmente compilado por Boris Shapiro e agora situado no site Gwaith-i-Phethdain:</p>
<p><a href="http://www.elvish.org/gwaith/ppq.php">http://www.elvish.org/gwaith/ppq.php</a></p>
<p>Compare com a lista <em>Newwords</em> de Ales Bican, uma das fontes originais para o trabalho de Boris Shapiro:</p>
<div><a href="http://www.elvish.org/elm/newwords.html">http://www.elvish.org/elm/newwords.html</a></div>
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		<title>Afixos do Quenya</title>
		<link>http://www.ardalambion.com.br/afixos-do-quenya/</link>
		<comments>http://www.ardalambion.com.br/afixos-do-quenya/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2006 03:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tilion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Other Resources]]></category>

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		<description><![CDATA[O quenya faz uso extensivo de afixos, prefixos e sufixos, para formar palavras. Relativamente poucas palavras consistem de uma raiz nua. (Entretanto, algumas das formações são muito antigas; nem todas as desinências listadas abaixo eram realmente efetivas em quenya valinoreano &#8230; <a href="http://www.ardalambion.com.br/afixos-do-quenya/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">O quenya faz uso extensivo de <em>afixos</em>, prefixos e sufixos, para formar palavras. Relativamente poucas palavras consistem de uma raiz nua. (Entretanto, algumas das formações são muito antigas; nem todas as desinências listadas abaixo eram realmente efetivas em quenya valinoreano ou exílico tardio. Alguns métodos de derivação que pertencem ao quendiano primitivo ao invés do quenya são ignorados, embora o vocabulário do quenya possa incluir descendentes de palavras assim derivadas.) Se os afixos listados abaixo forem usados para produzir novas palavras, deve-se tomar cuidado para evitar combinações (especialmente de consoantes) que são impossíveis em quenya.</div>
<div style="text-align: justify"><span id="more-150"></span></div>
<h2 style="text-align: justify">Desinências nominais e abstratas</h2>
<div style="text-align: justify">Esta é uma lista, sem a intenção de ser exaustiva, das desinências que ocorrem nos substantivos do quenya. (Os radicais referidos, KOR, GALA, PAR etc., são encontrados no <em>Etimologias </em>em LR: 347-400, a menos que qualquer outra referência seja dada.) Além das desinências listadas aqui, substantivos comuns podem ser produzidos a partir do radical puro ao se adicionar qualquer das vogais -<strong>a</strong>, -<strong>ë</strong>, -<strong>o</strong> ou (muito raramente) -<strong>u</strong>; este às vezes é combinado com o alongamento da vogal raiz, às vezes não: <strong>porë </strong>&#8220;farinha&#8221; a partir de POR, <strong>mírë </strong>&#8220;jóia&#8221; a partir de MIR, <strong>róma</strong> &#8220;som alto&#8221; a partir de ROM, <strong>malo </strong>&#8220;pólen&#8221; a partir de SMAL. (Os poucos substantivos em -<strong>i </strong>parecem ser femininos; ver <em>Desinências femininas </em>abaixo.) A consoante final do radical pode ser duplicada ou passar por infixação nasal antes que a vogal final seja adicionada (ex: <strong>quetta </strong>&#8220;palavra&#8221; a partir de KWET &#8220;dizer&#8221;, <strong>quinga </strong>&#8220;arco&#8221; a partir de KWIG; formas primitivas *<em>kwettâ</em>, *<em>kwingâ</em>).</div>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>at</strong>:</em> em <strong>hyapat </strong>&#8220;costa&#8221;, <strong>lanat </strong>&#8220;tecido&#8221;, <strong>sarat</strong> &#8220;letra rúmiliana&#8221; (SKYAP, LAN, WJ: 396). Significado básico desconhecido; pode representar simplesmente uma forma estendida do radical. Em alguns casos parece indicar algo produzido pela ação verbal correspondente, como <strong>lanat </strong>&#8220;tecido&#8221; a partir de LAN &#8220;tecer&#8221;. Muito provavelmente, as palavras em -<strong>at</strong> são exemplos dos chamados radicais <em>kalat</em>, formados pela sufixação da vogal raiz (chamada <em>ómataina</em>, WJ: 417) e pela adição de um -<em>t</em> (ver WJ: 392). Assim sendo, a desinência na verdade não é <em>-</em><strong>at</strong>, mas apenas -<strong>t </strong>(cf. <em>rukut </em>produzido a partir de RUKU [WJ: 389]; esta palavra parece não possuir qualquer descendente em quenya).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ba</strong>:</em> talvez uma alomorfa de -<strong>wa </strong>(veja abaixo) ocorrendo após <strong>m</strong>: <strong>romba </strong>&#8220;trombeta&#8221; a partir de ROM &#8220;ruído alto, sopro de chifre&#8221;. Alternativamente, o B de -<strong>ba</strong> é simplesmente parte de uma &#8220;fortificação média&#8221; M &gt; MB.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ë</strong></em> combinada com o alongamento da vogal raiz, é usada para produzir o que são propriamente substantivos verbais. Algumas vezes o sentido das palavras produzidas vai do puro abstrato para o mais concreto, indicando um objeto ou fenômeno que é produzido pelo verbo correspondente: <strong>nut</strong>- &#8220;atar&#8221;, <strong>nútë </strong>&#8220;nó&#8221; (etimologicamente *&#8221;atando?&#8221;), <strong>lir</strong>- &#8220;cantar&#8221;, *<strong>lírë </strong>&#8220;canção&#8221; (etimologicamente *&#8221;cantando&#8221;; a palavra está marcada com asterisco porque só é atestada no caso instrumental: <strong>lírinen</strong>); cf. também <strong>sírë </strong>&#8220;rio&#8221; (etimologicamente &#8220;fluindo&#8221;) a partir de <strong>sir</strong>- &#8220;fluir&#8221;. Este método de derivação parece ser limitado aos radicais verbais do padrão (consoante-)vogal-consoante. Mas a desinência -<strong>ë </strong>também pode usada para produzir substantivos abstratos a partir de adjetivos em -<strong>a</strong>: <strong>aira</strong> &#8220;sagrado&#8221;, <strong>airë </strong>&#8220;santidade&#8221; (PM: 363).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ië</strong>:</em> substantivos abstratos. Em WJ: 394 <strong>tengwestië </strong>&#8220;linguagem [como abstrata ou fenômeno]&#8221; é chamada de uma &#8220;formação abstrata&#8221; baseada em <strong>tengwesta</strong> &#8220;sistema ou código de signos&#8221;, *&#8221;[qualquer] linguagem [individual]&#8220;. (<strong>Tengwesta</strong> também é listada &#8220;gramática&#8221; [TEK], mas apenas se referindo à gramática ou sistema de um idioma específico, e não &#8220;gramática&#8221; como um abstrato). Exemplos de -<strong>ië</strong> do <em>Etimologias</em> incluem <strong>verië </strong>&#8220;audácia, ousadia&#8221; a partir do adjetivo <strong>verya </strong>&#8220;audaz, ousado&#8221; (ou o verbo <strong>verya-</strong> &#8220;ousar&#8221;, BAR) e <strong>voronwië </strong>&#8220;tolerância, qualidade durável&#8221; a partir do adjetivo <strong>voronwa </strong>&#8220;resistente, duradouro&#8221; (BORÓN). Note que esta desinência retira o -<strong>a </strong>final e toda a desinência -<strong>ya</strong>. Algumas vezes ela pode indicar um <em>grupo </em>de alguma coisa: <strong>sarna </strong>&#8220;de pedra&#8221; (SAR), <strong>sarnië </strong>&#8220;seixo, leito de pedra&#8221; (CI: 323). Cf. também <strong>olassië </strong>&#8220;apanhado de folhas, folhagem&#8221; (&lt; <strong>lassë </strong>&#8220;folha&#8221;); o prefixo <strong>o</strong>- significa &#8220;junto&#8221; (Letters: 282). A palavra <strong>enquië </strong>&#8220;semana [de seis dias]&#8221; a partir de <strong>enquë </strong>&#8220;seis&#8221; se refere a uma unidade ou grupo de seis (dias, neste caso).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>lë</strong> </em>é tipicamente usada para produzir substantivos verbais: <strong>horta</strong>- &#8220;apressar, impelir&#8221;, <strong>hortalë </strong>&#8220;velocidade, encorajamento&#8221; (KHOR), <strong>intya- </strong>&#8220;adivinhar, supor&#8221;, <strong>intyalë </strong>&#8220;imaginação&#8221;, <strong>vesta- </strong>&#8220;casar&#8221;, <strong>vestalë </strong>&#8220;casamento&#8221; (BES). Estes substantivos verbais podem ser formados diretamente a partir do radical quando este termina em uma vogal: <strong>tailë </strong>&#8220;alongamento&#8221; (TAY [ou *TAI] &#8220;estender, tornar (mais) longo&#8221;), <strong>cuilë </strong>&#8220;vida, estar vivo&#8221; (KUY &#8220;voltar a si&#8221;). No caso de radicais básicos terminando em uma consoante, a desinência -<strong>lë </strong>pode ser adicionada a uma forma nasal-infixada deles: <strong>mancalë </strong>&#8220;comércio&#8221; a partir de <strong>manca- </strong>&#8220;comercializar&#8221;, que por sua vez é derivada de MBAKH &#8220;troca, permuta&#8221;, ou <strong>quentalë </strong>&#8220;narrativa, história&#8221; a partir de KWET- &#8220;falar&#8221;. A desinência -<strong>lë </strong>também é usada para produzir substantivos concretos a partir de um adjetivo: <strong>oia </strong>&#8220;eterno, perpétuo&#8221;, <strong>oialë </strong>&#8220;[?era, idade] duradoura&#8221; (A caligrafia de Tolkien estava ilegível; OY), <strong>aica </strong>&#8220;afiado&#8221;, <strong>aicalë </strong>&#8220;um pico&#8221; (AYAK), <strong>merya </strong>&#8220;festivo&#8221;, <strong>meryalë </strong>&#8220;festividade&#8221; (MBER).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ma</strong>:</em> desinência que indica uma coisa possuindo alguma relação com o significado da raiz, quer possuindo suas propriedades, quer sendo produzido pela ação verbal em questão, ou mesmo sendo uma ferramenta usada para realizá-la: <strong>corma </strong>&#8220;anel&#8221; a partir de KOR<strong> </strong>&#8220;redondo&#8221; (<strong>corma </strong>não é encontrado no <em>Etimologias</em>, mas cf. <strong>cormacolindor </strong>&#8220;Portadores do Anel&#8221; em SdA3/VI cap. 4/Letters: 308), <strong>parma </strong>&#8220;livro&#8221; a partir de PAR &#8220;compor, reunir&#8221;, <strong>neuma </strong>&#8220;armadilha, cilada&#8221; a partir de SNEW &#8220;enredar&#8221;. A &#8220;coisa&#8221; pode ser abstrata ou concreta: <strong>alma </strong>= abstrata &#8220;boa sorte, prosperidade&#8221; ou mais concretamente &#8220;riqueza&#8221; (radical GALA &#8220;prosperar&#8221;, cf. quenya <strong>alya</strong> &#8220;próspero, rico&#8221;). É possível que -<strong>ba</strong> e -<strong>wa </strong>sejam alomorfas desta desinência, sendo usadas após <strong>m </strong>e <strong>n</strong>, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>më</strong>:</em> geralmente indica coisas abstratas ou, pelo menos preferencialmente, intangíveis: <strong>melmë </strong>&#8220;amor&#8221; (<strong>mel</strong>- v. &#8220;amar&#8221;; MEL), <strong>qualmë </strong>&#8220;agonia, morte&#8221; (KWAL &#8220;morrer com dor&#8221;), <strong>hormë </strong>&#8220;urgência&#8221; (KHOR &#8220;incitar&#8221;), <strong>milmë </strong>&#8220;cobiça&#8221; (MIL-IK), <strong>nilmë </strong>&#8220;amizade&#8221; (NIL &#8220;amigo&#8221;). Menos abstratas, mas ainda intangíveis são <strong>lúmë </strong>&#8220;tempo, hora&#8221; e <strong>lómë </strong>&#8220;noite&#8221; (LU e DO3, DÔ; significado das raízes não dado). Às vezes o sentido abstrato básico é expandido para incluir algo mais concreto: um exemplo é <strong>holmë </strong>&#8220;odor&#8221;, enquanto que PQ *<em>ñolmê </em>(reconstrução minha) era o substantivo verbal &#8220;cheiro&#8221; derivado a partir de ÑOL &#8220;cheirar (intr.)&#8221;, isto é, dar uma cheirada (cf. também <strong>laimë </strong>&#8220;sombra&#8221; a partir de DAY &#8220;sombra&#8221; [como o verbo "sombrear"?]). Da mesma forma, a palavra <strong>telmë </strong>&#8220;cobertura&#8221; também pode ser usada para um objeto concreto: &#8220;capuz&#8221; (TEL). Cf. também <strong>silmë </strong>&#8220;luz das estrelas&#8221; (<em>Apêndice E</em>) ou &#8220;luz de Silpion&#8221; (Telperion) a partir do radical SIL &#8220;brilhar como prata&#8221;. Em alguns casos, -<strong>më </strong>funciona simplesmente como uma desinência nominal: <strong>palmë </strong>&#8220;superfície&#8221; a partir de PAL &#8220;escancarado&#8221;. Pode-se dizer que este e alguns outros casos possuem um significado <em>local</em>: <strong>undumë </strong>&#8220;abismo&#8221; a partir de <strong>undu </strong>&#8220;abaixo&#8221;, <strong>erumë </strong>&#8220;deserto&#8221; a partir de ERE &#8220;estar sozinho, privado&#8221;, <strong>celumë </strong>&#8220;corrente, correnteza&#8221; a partir de KEL &#8220;ir, correr (especialmente de água)&#8221;. (Não está claro de onde o <strong>u </strong>de <strong>erumë </strong>e <strong>celumë </strong>vem; provavelmente devemos supor que os radicais também ocorrem nas formas *ERU, KELU; a raiz <em>kelu-</em> &#8220;fluir rapidamente&#8221; é na verdade mencionada em CI: 275.)</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>në</strong>:</em> evidentemente uma contraparte nominal da desinência adjetiva <em>-</em><strong>na</strong>; compare o adjetivo <strong>corna </strong>&#8220;redondo&#8221; (KOR) com o substantivo <strong>cornë </strong>&#8220;forma [redonda]&#8221; (LT1: 257), compare também <strong>sarna </strong>&#8220;de pedra&#8221; e <strong>sarnë </strong>&#8220;lugar forte&#8221; (lit. *&#8221;algo forte como pedra&#8221;? SAR), cf. também <strong>lannë </strong>&#8220;tecido&#8221; a partir de LAN- &#8220;tecer&#8221; (<strong>lannë </strong>sendo a contraparte nominal da adjetiva *<strong>lanna </strong>&#8220;(algo) tecido&#8221;, de modo que <strong>lannë </strong>= &#8220;algo criado ao se tecer&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>on</strong></em> (-<strong><em>ond</em></strong>-) em <strong>andon</strong> &#8220;grande portão&#8221;, <strong>aldëon</strong> &#8220;avenida&#8221; &#8211; ver -<strong>on </strong>sob <em>Desinências masculinas </em>abaixo.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>rë</strong>:</em> parece que <em>X-rë</em> significa &#8220;estado de ter/ser X&#8221; (<strong>almarë </strong>&#8220;bem-aventurança&#8221; a partir de <strong>alma </strong>&#8220;boa sorte, prosperidade, riqueza&#8221;). Não confundir com a desinência feminina <em>-<strong>rë</strong></em>.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>së</strong>:</em> desinência vista em alguns substantivos, como <strong>lapsë </strong>&#8220;bebê&#8221;, <strong>litsë </strong>&#8220;areia&#8221; (radicais LAP, LIT, significado não dado), também <strong>taxë </strong>(<strong>tacse</strong>) &#8220;prego&#8221; a partir de TAK &#8220;consertar, tornar rápido&#8221;, forma primitiva dada como *<em>taksê</em>. No caso de <strong>nixë </strong>(<strong>nicsë</strong>) &#8220;geada&#8221; a partir do radical <strong>nicu</strong>- &#8220;ficar frio, gelado&#8221;, deve ser observado que a desinência -<strong>së </strong>exclui a vogal final do radical (WJ: 417). Esta desinência também ocorre em <strong>essë </strong>&#8220;nome&#8221; a partir de ES &#8220;indicar, ?nomear&#8221;? Ou é apenas a consoante final duplicada?</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>sta</strong>:</em> vista em <strong>tengwesta </strong>&#8220;gramática&#8221; (TEK) ou &#8220;sistema ou código de sinais&#8221; (WJ: 394). O <em>Etimologias</em> e WJ: 394 não concordam sobre a origem da palavra <strong>tengwesta</strong>, mas se aceitarmos WJ: 394, que é a fonte mais recente, esta palavra é produzida a partir de <strong>tengwë </strong>&#8220;indicação, sinal, símbolo&#8221;, indicando que X-<strong>sta </strong>significa &#8220;grupo de Xs, sistema de X&#8217;s&#8221;. Contudo, sob KHAW, a palavra primitiva *<em>khau-stâ</em> é definida como &#8220;descanso&#8221;, indicando que -<em>stâ</em> (&gt; quenya -<strong>sta</strong>) é simplesmente uma desinência de substantivos verbais. Devemos ignorar esta fonte mais antiga ou concluir que -<strong>sta </strong>possui várias nuanças de significado? Qualquer que seja o caso, esta desinência não parece ser produtiva em quenya.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>t</strong>:</em> em <strong>nat </strong>&#8220;coisa, algo&#8221; a partir de NÂ<sup>2</sup> &#8220;ser&#8221;: literalmente *&#8221;algo que é&#8221;. Esta é, com quase certeza, a mesma desinência -<strong>t </strong>que é sufixada aos radicais <em>kalat</em>-; ver -<strong><em>at </em></strong>acima.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>wa</strong>:</em> em <strong>lanwa </strong>&#8220;tear (subst.)&#8221; a partir de LAN &#8220;tecer&#8221;; possivelmente uma alomorfa de -<strong>ma<em> </em></strong>usado após <strong>n</strong>. Não confundir com a desinência adjetiva -<strong><em>wa</em></strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>wë</strong>:</em> basicamente abstratos, como <strong>voronwë </strong>&#8220;fidelidade&#8221; (CI: 340, 498), evidentemente a partir do radical BORÓN. Após <strong>n</strong>, como neste caso, -<strong>wë<em> </em></strong>pode ser vista como uma forma alternativa de -<strong>më</strong>. Palavras em -<strong>wë </strong>também podem indicar alguma coisa produzida pela ação descrita pela raiz: assim, SKAR- &#8220;rasgar, rachar&#8221; produz <strong>harwë </strong>&#8220;ferida&#8221; (primitiva *<em>skarwê</em>; provavelmente houve uma graduação semântica de &#8220;rasgar, rachar&#8221; completamente abstratas para uma concreta <em>rent</em> ou ferida).</p>
<h2 style="text-align: justify"><a name="B"></a>Desinências masculinas</h2>
<div style="text-align: justify">Muitas, ou a maioria destas desinências, algumas vezes são <em>agentais</em>, indicando alguém que pratica o que o significado do radical expressa, como a desinência portuguesa <em>-dor </em>em <em>pensador, </em>produzida a partir de <em>pensar</em>, mas às vezes elas simples- mente indicam o gênero masculino.</div>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>do</strong>:</em> evidentemente uma alomorfa de -<strong>no </strong>(veja abaixo) usada primeiramente após <strong>l</strong> e <strong>n</strong>. Agental em <strong>lindo </strong>&#8220;cantor&#8221; a partir de LIN<sup>2</sup> &#8220;cantar&#8221;. Também em <strong>noldo</strong>, representando a primitiva -<em>dô</em> (*<em>ñgolodô</em>, WJ: 383), de modo que esta desinência já devia ser distinta de -<em>nô </em>(em forma, se não em significado) no idioma primitivo. (Após <strong>l</strong>, -<strong>no </strong>poderia ter se tornado -<strong>do </strong>por diferen- ciação comum, mas não após <strong>n</strong>. Cf. <strong>Nando</strong>, dito descender de *<em>ndandô</em>, WJ: 412.)</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>indo</strong>:</em> sufixo agental masculino, atestado em <strong>melindo </strong>&#8220;amante&#8221; (m.) e <strong>colindo </strong>&#8220;portador&#8221; (<strong>Cormacolindor </strong>&#8220;Portadores do Anel&#8221;, SdA3/VI cap. 4). A desinência feminina correspondente é <strong>-indë</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ion</strong>:</em> em <strong>morion </strong>&#8220;o escuro&#8221;, se referindo a Morgoth (LR: 72). Talvez na verdade -<strong>on </strong>(veja abaixo) sufixada à palavra antiga *<em>mori </em>&#8220;preto, negro&#8221; (&gt; quenya <strong>morë </strong>como uma palavra independente, MOR). Fora isso, -<strong>ion </strong>é uma desinência patronímica significando &#8220;-filho&#8221; (YON).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>mo</strong>:</em> Tolkien observa que &#8220;a desinência <em>-mo </em>freqüentemente aparecia em nomes ou títulos, algumas vezes com um sentido agental: <em>Ulmo </em>era interpretado como &#8216;o Vertedor&#8217; &lt; *UL &#8216;verter&#8217;.&#8221; (WJ: 400. Esta interpretação de <strong>Ulmo </strong>na verdade era outra etimologia popular élfica, pois o nome deste Vala foi adaptado do valarin <em>Ulubôz</em>, <em>Ullubôz</em>.) Mas em <strong>ciryamo</strong> &#8220;marinheiro&#8221;, a desinência <strong>-mo </strong>não possui sentido agental; ela simplesmente é adicionada a <strong>cirya </strong><em>navio</em>, de modo que o significado é literal- mente *&#8221;pessoa de navio&#8221; ou algo parecido. Da mesma forma <strong>Súlimo</strong>, título de Manwë, parece significar *&#8221;pessoa do vento&#8221; (<strong>súlë</strong>, <strong>súli- </strong>+ <strong>mo</strong>). Outros exemplos são <strong>sermo </strong>&#8220;amigo&#8221; a partir de SER &#8220;amar, gostar de (de afeição, amizade)&#8221; e <strong>ingolmo </strong>&#8220;mestre de tradição&#8221; (WJ: 383); cf. <strong>n(g)ólë </strong>&#8220;tradição&#8221;; cf. também o nome do Vala <strong>Irmo</strong>, &#8220;Desejoso&#8221; (WJ: 403). A contrapar- te feminina de -<strong>mo</strong> é -<strong>më</strong>, mas esta desinência é rara.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>no</strong>:</em> ainda outra desinência masculina que às vezes é agental, às vezes não: simplesmente masculino em <strong>otorno </strong>&#8220;irmão (de coração&#8221; (&lt; TOR &#8220;brother&#8221;), agental em <strong>tirno </strong>&#8220;observador&#8221; a partir de TIR &#8220;observar, guardar&#8221; (cf. SKAL<sup>2</sup>), também o pode ser em <strong>samno </strong>&#8220;carpinteiro, armador, construtor&#8221; (o significado do radical STAB não é dado).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>o</strong>:</em> desinência masculina, algumas vezes com sentido agental: <strong>tyaro</strong> &#8220;realizador, ator, agente&#8221; a partir do radical verbal <strong>tyar</strong>- &#8220;causar&#8221;, <strong>Pityo</strong> apelido *&#8221;o pequeno&#8221; a partir de <strong>pitya </strong>&#8220;pequeno&#8221; (PM: 353). Em PM: 340, esta desinência (lá com um sinal diacrítico indefinido) é chamada de &#8220;sufixo pronominal&#8221; e definida como &#8220;uma pessoa, alguém&#8221;. Parece que esta desinência é propriamente masculina.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>on</strong>:</em> &#8220;desinência (de nomes masculinos)&#8221; (WJ: 400). Isto é tirado de um contexto em relação ao sindarin, mas esta desinência também é válida em quenya: compare os nomes <strong>Sauron</strong> e<strong> Ancalimon </strong>com os adjetivos <strong>saura </strong>&#8220;abominável&#8221; e <strong>ancalima </strong>&#8220;o(a) mais brilhante&#8221;. De acordo com Letters: 380, <strong>Sauron </strong>originalmente era <strong>Thaurond</strong> (<em>th </em>lá sendo escrito com uma letra grega), e o <strong>d </strong>final pode ser preservado antes de uma desinência (ex: genitivo *<strong>Saurondo</strong>). Compare a palavra sindarin <em>lhathron </em>&#8220;ouvinte&#8221; a partir da primitiva *<em>la(ns)ro-ndo</em> (LAS<sup>2</sup>) e a palavra em quenya <strong>fion </strong>&#8220;?falcão&#8221; (a caligrafia de Tolkien estava ilegível) a partir do radical PHI; o plural é dado tanto como <strong>fioni </strong>como <strong>fiondi</strong>, de modo que a forma primitiva pode ter sido *<em>phiondo </em>(minha reconstrução). Também encontramos <strong>andon </strong>&#8220;grande portão&#8221; (<strong>andond</strong>-) a partir de <strong>ando </strong>&#8220;portão&#8221; (AD). Estas palavras indicam que a desinência  -<strong>on </strong>não é usada exclusivamente em nomes. Cf. também <strong>aldëon</strong> &#8220;avenida&#8221; &lt; adj. <strong>aldëa </strong>&#8220;sombreado por árvore&#8221; (LT1: 249), embora isto seja &#8220;qenya&#8221; muito primitivo e possa não possuir autoridade total. Estas palavras obviamente não são masculinas; elas nem mesmo indicam seres animados.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>r</strong></em> ou<em> -<strong>ro</strong>:</em> desinências agentivas (WJ: 371), como a portuguesa <em>-or: </em><strong>ista- </strong>&#8220;saber, conhecer&#8221; &gt; <strong>istar </strong>&#8220;mago, *conhecedor&#8221; (em Letters: 202, Tolkien traduz <strong>Istari </strong>como &#8220;aqueles que sabem&#8221;); *<strong>envinyata-</strong> &#8220;renovar&#8221; &gt; <strong>Envinyatar</strong> &#8220;renovador&#8221;. As desinências <strong>-r </strong>e <strong>-ro </strong>também podem ser adicionadas a substantivos: X-<strong>r</strong>(<strong>o</strong>), significando então &#8220;pessoa possuindo X, tendo a ver com X&#8221;, como <strong>istya </strong>&#8220;conhecimento&#8221; &gt; <strong>istyar </strong>&#8220;erudito, homem instruído&#8221;. É possível que a desinência -<strong>r </strong>não indique sexo, enquanto que <strong>-ro </strong>é explicitamente masculina (como -<strong>rë </strong>é explicitamente feminina). Cf. <strong>ontaro</strong>, <strong>ontarë </strong>&#8220;progenitor (pai ou mãe)&#8221;, m. e f., respectivamente (ONO). Parece que a desinência -<strong>ro </strong>forma seus plurais em -<strong>ri</strong>; visto que esta também seria a forma plural de -<strong>rë</strong>, a distinção de sexo se perde no plural: <strong>ontari </strong>&#8220;pais&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>u</strong>:</em> desinência masculina, às vezes com sentido agental: ERE- &#8220;estar sozinho&#8221; &gt; <strong>Eru </strong>&#8220;O Um, Deus&#8221;, KHER- &#8220;governar, reinar&#8221; &gt; <strong>heru </strong>&#8220;senhor&#8221;. A palavra <strong>ainu</strong> é um caso especial. Esta palavra, indicando um dos espíritos angelicais originalmente trazidos à existência pelo Único Criador, na verdade era um empréstimo da palavra valarin <em>ayanûz</em>. Mas os elfos acharam que <strong>ainu </strong>parecia como uma forma pessoal, nominalizada do adjetivo (até então) não existente *<strong>aina</strong>, e assim eles realmente começaram a usar este adjetivo, dando a ele o significado &#8220;sagrado&#8221;, a santidade sendo uma característica primária dos Ainur (WJ: 399). Esta etimologia popular indica que a desinência -<strong>u </strong>(junto com -<strong>o</strong>) era com freqüência muito usada para produzir formas pessoais, nominalizadas a partir de adjetivos. O equivalente feminino de -<strong>u </strong>parece ser -<strong>i</strong>; veja abaixo. (Mas formas plurais como <strong>Ainur </strong>evidentemente se referem à raça inteira, sem distinção de sexo. Isto provavelmente é verdadeiro para várias das desinências masculinas aqui dadas.)</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>wë</strong>:</em> de acordo com LR: 398, um &#8220;sufixo abstrato&#8221; que ocorre em nomes como <strong>Manwë</strong>, <strong>Elwë</strong>, <strong>Ingwë</strong>, <strong>Finwë</strong>. Contudo, Tolkien posteriormente decidiu que este era simplesmente um elemento significando &#8220;pessoa&#8221;, &#8220;geralmente, mas não exclusiva- mente, masculina&#8221; (PM: 340 &#8211; o único caso atestada de uma mulher possuindo um nome em -<strong>wë </strong>é<strong> Elenwë</strong>). Em Letters: 282, <strong>Manwë </strong>é traduzido como &#8220;ser abençoado&#8221;. (Isto também foi explicado como um empréstimo da palavra valarin <em>Mânawenûz</em>; ver WJ: 399.)</p>
<h2 style="text-align: justify"><a name="C"></a>Desinências femininas</h2>
<div style="text-align: justify">Estas geralmente são contrapartes diretas das desinências masculinas.</div>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ë</strong>:</em> desinência feminina, evidentemente a contraparte da masculina -<strong>o</strong>: <strong>antë </strong>&#8220;doadora&#8221; a partir de <strong>anta</strong>- &#8220;dar&#8221; (o <em>Etimologias</em>, entrada ANA<sup>1</sup>, fornece <strong>anto </strong>&#8220;doador&#8221;, embora no SdA seja dito que <strong>anto </strong>significa &#8220;boca&#8221;). Não confundir com a desinência abstrata ou adjetiva -<strong>ë</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>i</strong>:</em> desinência feminina, evidentemente a contraparte da masculina <strong>-u</strong>. Compare <strong>heru </strong><em>senhor</em> com <strong>heri </strong><em>senhora</em>, cf. também <strong>tári </strong>&#8220;rainha&#8221;, <strong>aini </strong>&#8220;ainu feminina&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ië</strong>:</em> desinência feminina. <strong>Valië </strong>&#8220;Vala feminina&#8221;; cf. também nomes femininos como <strong>Amárië</strong>. Como está evidente a partir do exemplo <strong>Vala</strong>/<strong>Valië</strong>, esta desinência pode retirar uma vogal final. Não confundir com a desinência abstrata -<strong>ië</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>iel</strong>:</em> &#8220;filha&#8221;, como em <strong>Uinéniel</strong> &#8220;Filha de Uinen&#8221; (CI: 207).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>issë</strong>:</em> sufixo agental feminino, atestado em <strong>melissë </strong>&#8220;amante&#8221; (f.). Cf. também PM: 345.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>indë</strong>:</em> sufixo agental feminino, aparentemente o equivalente feminino de -<strong>indo</strong>, atestado em <strong>Serindë </strong>&#8220;Bordadeira&#8221; (embora traduzido &#8220;Costureira&#8221; em PM: 333).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>llë</strong>:</em> sufixo agental feminino, atestado apenas em <strong>Tintallë </strong>&#8220;Inflamadora&#8221; &lt; <strong>tinta- </strong>&#8220;inflamar, fazer cintilar&#8221;. Nota: -<strong>llë </strong>também é usada como uma desinência diminutiva; veja abaixo.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>më</strong>:</em> o equivalente feminino da desinência masculina -<strong>mo</strong>: <strong>sermë </strong>&#8220;amiga&#8221;, <strong>sermo </strong>&#8220;amigo&#8221; &#8211; ambas a partir de SER &#8220;amar, gostar de (de afeição, amizade)&#8221;. Esta desinência parece ser rara, talvez porque ela seja facilmente confundida com a desinên- cia nominal -<strong>më</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>rë</strong>:</em> desinência feminina, com significado agental em <strong>Vairë</strong> (<em>*Weirê</em> mais antigo, &#8220;Tecelã&#8221;, radical WEY &#8220;tecer&#8221;), mas não em <strong>Ilmarë</strong>, o nome de uma Maia (a partir de <strong>Ilma </strong>&#8220;luz estelar&#8221;). Não confundir com a desinência abstrata -<strong>rë</strong> ou a desinência -<strong>rë </strong>indicando um grupo de alguma coisa.</p>
<h2 style="text-align: justify"><a name="D"></a>Desinências adjetivas</h2>
<div style="text-align: justify"><span>Estas são bem numerosas. Note, entretanto, que adjetivos nunca terminam em -o ou -u em quenya maduro.</span></div>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>a</strong>:</em> desinência adjetiva geral: <strong>olórë </strong>&#8220;sonho&#8221;, <strong>olórëa </strong>&#8220;sonhador, ilusório&#8221; (LT1: 259).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>arwa</strong>:</em> &#8220;possuidor, no controle de&#8221;, ex: <strong>aldarwa </strong>&#8220;arbóreo, árvores crescidas&#8221; a partir de <strong>alda</strong> &#8220;árvore&#8221; (3AR, em LR: 360).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ba</strong>:</em> talvez a forma -<strong>wa </strong>(veja abaixo) se pareça com <strong>m</strong>: <strong>himba</strong> &#8220;aderido, fincado&#8221; a partir de KHIM- &#8220;fincar, fender, aderir&#8221;. Neste caso, a desinência assume um significado quase participial.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ca</strong>:</em> desinência adjetiva usada em radicais terminando em uma vogal: PHAU &#8220;bocejar, estar de boca aberta&#8221; &gt; <strong>fauca </strong>&#8220;de boca aberta, sedento, ressecado&#8221;, POY (significado não dado) &gt; <strong>poica </strong>&#8220;limpo, puro&#8221;. Cf. também GAYA- traduzido *<em>gayakâ </em>(chamada de uma &#8220;forma adjetiva&#8221; em PM: 363) &gt; quenya <strong>aica </strong>&#8220;terrível, horrível, apavorante&#8221; após síncope. Esta desinência é muito antiga (quendiano primitivo *-<em>kâ</em>) e pode não ser produtiva em quenya tardio. (Note que no <em>Etimologias</em>, Tolkien produziu <strong>aica</strong> a partir do radical AYAK, e não como posteriormente, a partir de GAYA- com esta desinência. A desinência como tal também é, apesar de tudo, encontrada no material do Etim.)</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>da</strong>:</em> ver -<strong>na </strong>abaixo.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ë</strong>:</em> desinência adjetiva rara; entre nossos poucos exemplos está <strong>lissë</strong> &#8220;doce&#8221;, evidentemente produzido a partir do radical LIS &#8220;mel&#8221; (este adjetivo não é encontrado no <em>Etimologias</em>, mas ocorre no <em>Namárië</em>). Alguns adjetivos parecem exibir uma desinência mais longa <em>-<strong>në</strong></em>, como em <strong>carnë</strong> &#8220;vermelho&#8221;, <strong>varnë</strong> &#8220;marrom (escuro)&#8221;. Contudo, estas palavras também exemplifi- cam a desinência adjetiva <em>-<strong>ë</strong></em>, pois o -<strong>n</strong>- é parte da raiz (KARÁN, BARÁN). Este <em>-<strong>ë</strong></em> descende do *-<em>i </em>do élfico primitivo, uma desinência comum em adjetivos de cor. &#8211; Note que -<strong>ë</strong> também é uma desinência feminina e abstrata.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ëa</strong>:</em> representa tanto -<strong>ë </strong>+ <strong>a</strong>, como em <strong>olórë </strong>&#8220;sonho&#8221; &gt; <strong>olórëa </strong>&#8220;sonhador&#8221;, como *-<em>aya</em> e *-<em>oya </em>mais primitivos, isto é, a desinência -<strong>ya </strong>(veja abaixo) adicionada a um radical terminando em alguma vogal: <strong>alda </strong>&#8220;árvore&#8221;, adjetivo *<em>aldaya</em>/*<em>aldaia </em>(minha reconstrução) &gt; <strong>aldëa</strong> &#8220;sombreado por árvore&#8221; (LT1: 249).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ima</strong>:</em> &#8220;X-ima&#8221; freqüentemente significa &#8220;X-ável&#8221;, &#8220;apto a X&#8221; ou &#8220;merecedor de X&#8221;: cf. alguns adjetivos com o prefixo privativo <strong>ú</strong>- &#8220;in-&#8221;: a partir do radical verbal <strong>not</strong>- &#8220;contar&#8221; é produzida <strong>únótima </strong>&#8220;incontável&#8221;, e a partir de <strong>quet</strong>- &#8220;falar&#8221; vem <strong>úquétima </strong>&#8220;indizível&#8221;. Note que a desinência -<strong>ima</strong> faz a vogal raiz se tornar longa se não for seguida por um encontro consonantal (<strong>tyelima</strong> &#8220;final&#8221; [KYEL] e <strong>mirima </strong>&#8220;livre&#8221; [MIS] não se encaixam neste padrão; aqui e em alguns outros casos, -<strong>ima </strong>parece funcionar simplesmente como uma desinência adjetiva). Cf. também <strong>Fírimar</strong>, traduzido<strong> </strong>&#8220;aqueles capazes de morrer&#8221; em WJ: 387 (cf. <strong>fir</strong>- &#8220;desvanecer, morrer&#8221;). Aqui o adjetivo é usado como um substantivo e adota a desinência nominal de plural.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>in</strong>:</em> em <strong>qualin</strong>, <strong>firin</strong>, ambas significando &#8220;morto&#8221; (KWAL, PHIR), cf. também <strong>quorin</strong> &#8220;afogado&#8221; (LT1: 264).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ina</strong> </em>é evidentemente uma forma mais longa de -<strong>in: malina </strong>&#8220;amarelo&#8221; (SMAL), <strong>telpina </strong>&#8220;de prata&#8221; (KYELEK). É confirmado que -<strong>ina</strong> deve ser compreendida como uma variante mais longa da desinência -<strong>in</strong> mencionada acima pelo fato de que um  adjetivo significando &#8220;aberto, livre, limpo (de terra)&#8221; é dado como <strong>latin</strong>(<strong>a</strong>) sob LAT.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>inqua</strong>:</em> desinência com o significado básico &#8220;cheio, completo&#8221;: <strong>alcarinqua </strong>&#8220;glorioso&#8221; basicamente significa *&#8221;cheio de glória&#8221; (<strong>alcar </strong>&#8220;glória&#8221; + -<strong>inqua</strong>). WJ: 415 também menciona uma desinência alternativa <em>*-<strong>unqua </strong></em>(na verdade, apenas a forma arcaica -<em>uñkwâ</em> é dada) que era usada para produzir adjetivos &#8220;aplicados a coisas pesadas, desajeitadas, feias ou ruins&#8221;. Porém, tais adjetivos não são atestados.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>itë</strong> </em>ou -<strong><em>ítë</em></strong>, desinência adjetiva rara: <strong>hanuvoitë </strong>&#8220;masculino&#8221;, <strong>inimeitë </strong>&#8220;feminino&#8221; (INI). Cf. também <strong>maitë</strong> &#8220;útil, hábil, jeitoso&#8221; a partir de <strong>má </strong>&#8220;mão&#8221; (MA3) e <strong>hloníti </strong>&#8220;fonético&#8221; (pl.; sing. *<strong>hlonítë</strong>; WJ: 395), claramente derivada de *<strong>hlon </strong>&#8220;som&#8221; (apenas o pl. <strong>hloni </strong>é atestado&#8221;, WJ: 394).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>na</strong>:</em> basicamente a desinência para o particípio passado (ou passivo), ainda usado em quenya, mas às vezes é difícil distinguir estes particípios de adjetivos, ou realmente impraticável apresentar esta distinção. Assim, <strong>harna </strong>&#8220;ferido&#8221; a partir de SKAR- &#8220;rasgar, rachar&#8221; (primitivo *<em>skarnâ</em>). Em <strong>cuina </strong>&#8220;vivo&#8221; a partir do radical KUY- &#8220;vir a si, despertar&#8221;, o adjetivo descreve a condição na qual alguém se encontra ao completar a ação indicada pelo radical verbal (cf. a relação semântica entre o verbo português <em>ir</em> vs. o particípio passado correspondente <em>ido</em>). A desinência -<strong>na</strong> pode mudar para -<strong>da</strong> após L, como em <strong>helda</strong> &#8220;nu&#8221; a partir da primitiva *<em>skelnâ</em> (radical SKEL).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>rin</strong>:</em> uma desinência encontrada freqüentemente nos nomes de <em>idiomas</em>, <strong>sindarin</strong>, <strong>vanyarin</strong>, <strong>valarin </strong>etc. Mas tais palavras também podiam ser usadas como adjetivos gerais: &#8220;Quando os historiadores precisaram de um adjetivo geral &#8216;quendiano, pertencente aos elfos como um todo&#8217;, eles criaram o novo adjetivo <em>quenderin </em>(no modelo de <em>Eldarin</em>, <em>ñoldorin</em>, etc)&#8221; (WJ: 407). Estas palavras podem ser chamadas de adjetivos étnicos. Algumas vezes expandidos para -<strong>rinwa</strong>: <strong>noldorinwa</strong>, <strong>sindarinwa</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>sa</strong>:</em> em <strong>telepsa </strong>&#8220;de prata&#8221; (KYELEP). Provavelmente não produtiva em quenya.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>wa</strong>:</em> desinência adjetiva que às vezes parece relacionada à desinência possessiva -<strong>va</strong>, às vezes não: <strong>anwa </strong>&#8220;real, verdadeiro&#8221; (ANA<sup>2</sup>), <strong>noldorinwa</strong> &#8220;noldorin&#8221; (ver -<strong>rin</strong>).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>vëa</strong>:</em> desinência adjetiva com o significado específico de &#8220;ser como alguma coisa&#8221;: <strong>él</strong> &#8220;estrela&#8221;, <strong>elvëa </strong>&#8220;estelar&#8221;, pl. <strong>elvië</strong>. (O <strong>é</strong> longo em <strong>él </strong>se torna curto antes do encontro <strong>lv</strong>.)</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>viltë</strong></em>, <em>-<strong>valta</strong>:</em> &#8220;sem&#8221; (ver <em>Parma Eldalamberon</em> #11 pág. 23), evidentemente usada para produzir adjetivos como &#8220;inútil&#8221; etc., mas os adjetivos como tais não são atestados. Esta desinência pertence ao &#8220;qenya&#8221; muito primitivo, mas nenhuma desinência correspondente é conhecida em quenya maduro.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ya</strong>:</em> desinência adjetiva geral: <strong>númen </strong>&#8220;oeste&#8221;, <strong>númenya </strong>&#8220;ocidental&#8221;. (Nota: -<strong>ya </strong>também é uma desinência verbal freqüente, aparentemente não relacionada.) Veja também -<strong>ëa </strong>acima. Adjetivos em -<strong>ya </strong>(assim como outras desinências) também podem ser usados e declinados como substantivos. <strong>Attalya </strong>&#8220;bípedes&#8221; (WJ: 389) é claramente o adjetivo *<strong>attalya </strong>&#8220;de dois pés, de duas pernas&#8221; (<strong>atta </strong>&#8220;dois&#8221; + <strong>tal</strong>- &#8220;pé&#8221; + <strong>ya</strong>) com a desinência nominal de plural -<strong>r</strong>.</p>
<h2 style="text-align: justify"><a name="E"></a>Desinências verbais</h2>
<div style="text-align: justify">Existem apenas algumas desinências verbais.</div>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ya</strong>:</em> desinência verbal geral: <strong>sirya</strong>- &#8220;fluir&#8221; a partir do radical SIR, de sentido parecido. Esta desinência não parece modificar o significado do radical de qualquer modo. Ela não deve ser confundida com a freqüente desinência adjetiva -<strong>ya</strong>, que aparente- mente não é relacionada.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>sa</strong>:</em> evidentemente uma desinência &#8220;freqüente&#8221;, atestada em <strong>lapsa</strong>- &#8220;lamber (freqüentemente)&#8221; (LAB). O verbo normal <strong>lav</strong>- evidentemente significa lamber alguma coisa (geralmente no sentido de prová-la) <em>uma vez</em>. Não confundir com a desinência adjetiva -<strong>sa </strong>(que parece ser igualmente rara).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ta</strong>:</em> outra desinência verbal geral, algumas vezes tão geral como -<strong>ya</strong>, outras com um significado causativo: <strong>tul</strong>- &#8220;vir, chegar&#8221;, <strong>tulta</strong>- &#8220;invocar&#8221; (= fazer vir) (TUL), <strong>airë </strong>adjetivo &#8220;sagrado&#8221;, <strong>airita</strong>-<strong> </strong>&#8220;santificar&#8221; (= tornar sagrado) (de acordo com o <em>Vinyar Tengwar </em>#32 pág. 7, esta palavra ocorre no material não publicado). Mas em alguns casos, esta desinência parece ser esco- lhida apenas sobre o fundamento de eufonia, isto é, ela é freqüentemente usada em radicais que terminam em uma vogal ou semivogal: <strong>roita</strong> &#8220;perseguir&#8221; a patir de <strong>ROY</strong> &#8220;caçar&#8221;, <strong>caita </strong>&#8220;estender, deitar&#8221; a partir de <strong>KAY </strong>&#8220;deitar&#8221; (o verbo <strong>caita </strong>não é dado no <em>Etimologias</em>, mas é atestado no <em>Namárië</em>).</p>
<p style="text-align: justify">Existem também exemplos de verbos sendo produzidos a partir de adjetivos, como <strong>cúna</strong> &#8220;curvado&#8221; &gt; <strong>cúna</strong>- &#8220;curvar&#8221; (MC: 223), ou <strong>harna </strong>&#8220;ferido&#8221; &gt; <strong>harna</strong>- &#8220;ferir&#8221; (SKAR).</p>
<h2 style="text-align: justify"><a name="F"></a>Variadas</h2>
<div style="text-align: justify">Algumas desinências de significado variado:</div>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>il</strong>:</em> em <strong>siril </strong>&#8220;córrego&#8221; a partir de <strong>sir</strong>- &#8220;fluir&#8221;, a desinência parece indicar um agente impessoal (mas ela pode ser apenas uma forma variante da desinência diminutiva -<strong>llë</strong>; veja abaixo). Cf. também <strong>sicil </strong>&#8220;adaga, faca&#8221; a partir de SIK (significado da raiz não dado) e <strong>tecil </strong>&#8220;pena (de escrever)&#8221; a partir de TEK- &#8220;escrever&#8221;; a forma primitiva é dada como *<em>tekla</em>; o <strong>i </strong>evidentemente é inserido após a perda do *-<em>a</em>curto final para desmanchar o encontro final *<em>-kl</em>. Em pelo menos uma palavra, -<strong>il</strong> parece funcio- nar como uma desinência agental normal: *<strong>nacil</strong> &#8220;vencedor&#8221;, atestada apenas (na forma -<strong>dacil</strong>) em palavras compostas como <strong>Hyarmendacil</strong> &#8220;Vencedor do Sul&#8221;, o nome assumido por um rei gondoriano. Certamente este elemento vem a ser produzido a partir de *<em>ndakla</em>, o radical NDAK significando &#8220;matar&#8221; (LR: 375).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>incë</strong>:</em> desinência diminutiva: <strong>atar </strong>&#8220;pai&#8221;, <strong>atarincë</strong> &#8220;papai&#8221; (PM: 353) Em CI: 222, Zamîn se dirige à jovem Ancalimë como <strong>hérincë</strong>, significando evidentemente *&#8221;pequena senhora&#8221; (<strong>heri </strong>&#8220;senhora&#8221;, veja KHER; mas <strong>é</strong> longo em <strong>hérincë</strong> pode sugerir que esta palavra é derivada de <strong>hér</strong>-, a forma de <strong>heru </strong>&#8220;senhor&#8221; que é usada antes de uma desinência [PM: 210], indicando que a desinência -<strong>incë</strong> não apresenta o sexo).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>llë</strong>:</em> desinência diminutiva. <strong>Nandë </strong>&#8220;harpa&#8221;, <strong>nandellë</strong> &#8220;pequana harpa&#8221; (ÑGAN. Também em <strong>nellë </strong>&#8220;riacho&#8221;? [NEN] Cf. <strong>nén</strong> &#8220;água&#8221; &#8211; de forma que *<em>nen-lë </em>&gt; <strong>nellë</strong>, lit. *&#8221;pequena [corrente de] água&#8221;?) Não confundir com a desinência feminina em <strong>Tintallë</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>në</strong>:</em> um grupo de alguma coisa: <strong>carca </strong>&#8220;dente&#8221;, <strong>carcanë </strong>&#8220;fileira de dentes&#8221; (KARAK).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>rë</strong>:</em> desinência indicando um grupo das coisas em questão: <strong>fanya</strong> &#8220;nuvem&#8221;, <strong>fanyarë </strong>&#8220;os céus&#8230; os ares superiores e as nuvens&#8221; (MC: 223). Poderia a desinência -<strong>në</strong>, que parece ser de sentido similar, simplesmente uma leitura errada para -<strong>rë</strong>? <strong>Carcanë </strong>deveria ser lida *<strong>carcarë</strong>?</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ssë</strong>:</em> sufixo indicando abstrato ou localidade, não confundir com a desinência locativa (embora esta possa estar relacionada). Exemplos de tal derivação incluem <strong>Vala </strong>&#8220;poder angelical, deus&#8221; &gt; <strong>valassë </strong>&#8220;divindade&#8221; (BAL), <strong>laiqua </strong>&#8220;verde&#8221; &gt; <strong>laiquassë</strong> &#8220;verdor&#8221; (LT1: 267), <strong>handa </strong>&#8220;inteligente&#8221; &gt; <strong>handassë </strong>&#8220;inteligência&#8221; (KHAN), <strong>hópa </strong>&#8220;baía&#8221; &gt; <strong>hopassë </strong>&#8220;ancoradouro&#8221; (KHOP; o <strong>ó</strong> longo de <strong>hópa</strong> é encurtado), <strong>findë</strong> &#8220;cabelo&#8221; &gt; <strong>findessë </strong>&#8220;os cabelos; o cabelo de uma pessoa como um todo&#8221; (PM: 345). Cf. também <strong>celussë</strong> &#8220;regato, água caindo rapidamente de uma fonte rochosa&#8221; a partir da raiz <em>kelu</em>- &#8220;fluir rapidamente&#8221; (CI: 318).</p>
<p style="text-align: justify"><em>-<strong>ya</strong>:</em> &#8220;sufixo de afeto&#8221; mencionado em CI: 249, visto em <strong>Anardilya </strong>*&#8221;querido Anardil&#8221; (CI: 195). Não confundir com as desinências verbais e adjetivas -<strong>ya</strong>.</p>
<h2 style="text-align: justify"><a name="G"></a>Prefixos</h2>
<div style="text-align: justify">O quenya possui alguns prefixos que podem ser adicionados a substantivos e verbos.</div>
<p style="text-align: justify"><strong><em>ala</em></strong>- &#8220;não-, des-&#8221;: <strong>Alahasta </strong>&#8220;Desfigurado&#8221; (MR: 254). Este prefixo parece ter o poder de transformar o radical verbal seguinte em uma particípio passado mesmo se nenhuma desinência participial explícita estiver presente. Ao contrário de <strong>ú</strong>- (veja abai- xo), este prefixo não parece ter conotações negativas.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>am</em></strong>- &#8220;prefixo <em>am- </em>acima&#8221; (AM<sup>2</sup>), visto em <strong>amortala</strong> &#8220;levantamento&#8221;, literalmente *&#8221;levante&#8221;, indubitavelmente <strong>am </strong>+ <strong>ortala</strong> (MC: 222; <strong>orta</strong>- = &#8220;erguer, levantar&#8221;). Evidentemente se torna <strong>ama</strong>- antes de uma consoante; cf. <strong>amatixë</strong>, ponto (<strong>tixë</strong>) colo- cado sobre a linha de escrita, literalmente *&#8221;ponto-acima&#8221; ou *&#8221;sobre-ponto&#8221;. Também <strong>amba</strong>- *&#8221;para cima&#8221; em <strong>Ambalotsë</strong> &#8220;Flor Ascendente&#8221; (WJ: 318; cf. <strong>amba </strong>&#8220;acima, para cima&#8221;, AM<sup>2</sup>).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>an</em></strong>- &#8220;prefixo superlativo ou intensivo&#8221; (<em>Letters</em>: 279), de modo que <strong>ancalima</strong> &#8220;o mais brilhante&#8221;, a partir de <strong>calima</strong> &#8220;brilhante&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>apa</em></strong>- &#8220;após&#8221;, em <strong>Apanónar </strong>&#8220;os Nascidos-depois&#8221; (um nome élfico para os homens, WJ: 387/Silm cap. 12), também em *<strong>apacenya </strong>&#8220;de previsão&#8221; (pl. <strong>apacenyë </strong>atestado em MR: 216; isto literalmente se refere a <em>pós-visão</em> &#8211; o que virá <em>após </em>o presente). Variante <strong>ep</strong>- em <strong>epessë </strong>&#8220;apelido&#8221; (lit. &#8220;pós-nome&#8221;, isto é, um nome dado após o nome usual, CI: 301). Parece que <strong>ep</strong>- é usado ao invés de <strong>apa</strong>- quando a palavra a qual ela é prefixada começa em uma vogal.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>ata</em></strong>-, <strong><em>at</em></strong>- &#8220;atrás-, novamente-, re-&#8221; (AT[AT]). De mera <em>repetição</em>, <strong>en</strong>- pode ser mais usual, mas <strong>ata</strong>- aparentemente também pode implicar<em> reversão </em>de algum tipo (cf. nota de Tolkien &#8220;atrás&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>au</em></strong>- um prefixo que é melhor explicado comparado com <strong>hó</strong>-; veja abaixo.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>ava</em></strong>- um prefixo que ocorre em certos adjetivos, indicando algo proibido ou perigoso: Tolkien compara <strong>avaquétima</strong> &#8220;para não ser dito, que não deve ser dito&#8221; e <strong>avanyárima</strong> &#8220;para não ser contado&#8221; com <strong>úquétima</strong> &#8220;indizível, impossível de dizer&#8221; e <strong>únyárima </strong>&#8220;impossível de relatar&#8221; (ex: porque os fatos não são conhecidos, e não porque alguém <em>proibiu </em>que se contasse o conto). (WJ: 370)</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>can</em></strong>- &#8220;quadri-&#8221; (KÁNAT), não atestado em qualquer palavra composta real; um exemplo poderia ser *<strong>cantil </strong>&#8220;quadrado&#8221; (cf. <strong>neltil </strong>&#8220;triângulo&#8221;, ver <strong>nel</strong>-).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>en</em></strong>- &#8220;re&#8221;: <strong>enquat</strong>- &#8220;reencher&#8221; (futuro <strong>enquantuva </strong>no <em>Namárië</em>), <strong>entulessë </strong>&#8220;retorno&#8221; (CI: 193). Uma variante primitiva em &#8220;qenya&#8221; possuía, por sua vez, <strong>an</strong>-; ver LT1: 114, 184.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>ep</em></strong>- &#8220;após&#8221;, ver <strong>apa</strong>- acima.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>et</em></strong>- &#8220;para fora, fora&#8221;. Usado em um verbo, em <strong>ettul</strong>-, provavelmente *&#8221;sair, surgir&#8221; (SD: 290, cf. ET, TUL)</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>hó</em></strong>- &#8220;fora, desde, dentre&#8221;, prefixo usado em verbos. De acordo com WJ: 368, o &#8220;ponto de vista estava fora da coisa, lugar ou grupo em pensamento&#8221;. O verbo <strong>hótuli</strong>- *&#8221;vir desde&#8221; significa assim <em>vir de fora</em>, &#8220;de modo a deixar um lugar ou grupo e entrar em outro no pensamento ou lugar do falante&#8221;, e de maneira similar <strong>hóciri- </strong>*&#8221;cortar de&#8221; significa assim <em>cortar, isolar </em>&#8220;de modo a ter ou usar uma porção exigida&#8221;. Compare o prefixo <strong>au</strong>-, que possui um significado parecido *&#8221;de, fora&#8221;, mas aqui o ponto de vista permanece com a coisa, lugar ou grupo em questão. <strong>Auciri- </strong>também significa &#8220;cortar&#8221;, mas agora para se livrar de uma porção.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>il</em></strong>- prefixo de negação *&#8221;in-, des-&#8221;; ele &#8220;denota o oposto, o reverso, isto é, mais do que mera negação&#8221; (LT1: 255). Sob o radical PHIR  temos <strong>firin </strong>&#8220;morto&#8221; e <strong>ilfirin </strong>&#8220;imortal&#8221;; pode ser visto que a forma negada não significa simplesmente &#8220;não mor-<br />
to&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>lin</em></strong>- &#8220;muito&#8221; (LI), prefixado a adjetivos como <strong>lintyulussëa</strong> &#8220;tendo muitos choupos&#8221; (isto é, <strong>lin</strong>- &#8220;muitos&#8221; + <strong>tyulussë</strong> &#8220;choupo&#8221; + a desinência adjetiva -<strong>a</strong>). <strong>Lil</strong>- assimilado em <strong>lillassëa</strong> &#8220;muito folhoso&#8221; (pl. <strong>lillassië</strong> no poema <em>Markirya</em>), isto é <strong>lin</strong>- &#8220;muito&#8221; + <strong>lassë</strong> &#8220;folha&#8221; + a desinência adjetiva -<strong>a</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>nel</em></strong>- &#8220;tri-&#8221; (NEL), <strong>neltil </strong>&#8220;triângulo&#8221; (TIL).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>nu</em></strong>- *&#8221;sob&#8221; em <strong>nuhuinenna </strong>&#8220;sob a sombra&#8221; (SD: 246), provavelmente também em <strong>nucumna </strong>&#8220;humilhado&#8221; (SD: 246) &#8211; literalmente *&#8221;sob-inclinação&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>nun</em></strong>- *&#8221;sob, abaixo, debaixo&#8221;, atestado em <strong>nuntixë </strong>*&#8221;sob-ponto&#8221;, um sinal abaixo da linha de escrita (TIK).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>o</em></strong>- (vogal longa quando enfatizada: <strong><em>ó</em></strong>-) &#8220;um prefixo freqüente&#8230; usado em palavras que descrevem o encontro, junção, ou união de duas coisas ou pessoas, ou de dois grupos vistos como unidades. Assim: <em>o-mentië </em>(encontro ou junção das direções de duas pessoas) como na saudação familiar entre duas pessoas, ou duas companhias, cada uma indo por um caminho que acaba por se encontrar com a da outra: <em>Elen síla lúmenna omentielvo! </em>&#8216;Uma estrela brilha sobre a hora do encontro de nossos caminhos.&#8217; &#8230; Este prefixo geralmente não era enfatizado em verbos ou derivados de verbos; ou geralmente quando a próxima sílaba seguinte era longa. Quando enfatizado, ele possuía a forma <em>ó</em>-, como em <em>ónoni </em>&#8216;gêmeos&#8217;, além do adj. <em>onóna </em>&#8216;nascido gêmeo&#8217;, também usado como um substantivo &#8216;um de um par de gêmeos&#8217;.&#8221; (WJ: 367). Cf.também <strong>otorno </strong>*&#8221;com-irmão&#8221;, isto é, um irmão de coração em oposição ou em acréscimo a um natural (<strong>toron</strong>, <strong>torn</strong>- &#8220;irmão&#8221;). Note que este prefixo, ao contrário de <strong>yo</strong>-<strong> </strong>(veja abaixo), se refere primeiramente a <em>duas </em>pessoas, coisas ou grupos. Contudo, este não parece o caso em <strong>olassië </strong>&#8220;grupo de folhas, folhagem&#8221; (&lt; <strong>lassë </strong>&#8220;folha&#8221;), que aparentemente se refere a qualquer número de folhas reunidas (Letters: 282).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>oa</em></strong>-, <strong><em>oar</em></strong>- *&#8221;distante, ausente&#8221;, &#8220;ocasionalmente usado como um prefixo em palavras compostas de formação posterior&#8221; (WJ: 366). <strong><em>Oareldi </em></strong>*&#8221;Eldar-Ausentes&#8221;, elfos que partiram de Beleriand para Valinor, em oposição àqueles que permaneceram lá (os sindar). (WJ: 363 cf. 360)</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>ter</em></strong>- &#8220;através&#8221;. Usado em verbos, este prefixo pode indicar duração no tempo, de modo que <strong>termar</strong>- &#8220;através-permanecer&#8221; (CI: 340, 497) significa &#8220;permanecer&#8221; no sentido de &#8220;perdurar&#8221;. Também no substantivo <strong>tercen </strong>&#8220;percepção&#8221;, literalmente *&#8221;através-da-visão&#8221; (MR: 230).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>ú</em></strong>- &#8220;não-, in-, des-&#8221; (GÛ) freqüentemente, embora não sempre, com conotações negativas: <strong>úquétima </strong>&#8220;indizível&#8221;, (WJ: 370), <strong>únótimë </strong>&#8220;incontável&#8221; (pl., do <em>Namárië</em>). Também usado em substantivos: <strong>vanimo </strong>&#8220;belo&#8221;, <strong>úvanimo </strong>&#8220;monstro&#8221;, isto é, exata- mente o oposto (BAN). Usado em substantivos, <strong>ú</strong> também pode implicar ausência da coisa em questão: <strong>úner </strong>&#8220;homem ne- nhum&#8221; (CI: 244).</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>un</em></strong>- &#8220;descida, abaixo&#8221;. Em <strong>untúpa </strong>&#8220;abaixo-topos&#8221; (= coberturas) <em>(Namárië </em>cf. RGEO: 67). Este prefixo pode bem ser pro- dutivo, de modo que podemos cunhar palavras como <strong>untul</strong>- &#8220;vir a baixo&#8221; = &#8220;descer&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>undu</em></strong>- &#8220;abaixo&#8221; em <strong>undulávë </strong>&#8220;mergulhado&#8221; (<em>Namárië </em>cf. RGEO: 67). Esta aparentemente é uma forma mais longa de <strong>un</strong>- usada quando a última produziria um encontro consonantal não permitido em quenya como **<strong>nl </strong>neste caso. Em LR: 47 também encontramos um prefixo <strong>unu</strong>-, que pode ser tornado obsoleto por <strong>undu</strong>- do <em>Namárië</em>.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><em>yo</em></strong>- é basicamente a preposição &#8220;com&#8221;, junto com (SD: 56: <strong>yo hildinyar </strong>*&#8221;com meus herdeiros&#8221;); ele ocorre como um prefixo em <strong>yomenië </strong>&#8220;encontro, reunião&#8221; (de três ou mais vindo de diferentes direções). (WJ: 407) Compare com <strong>o</strong>- acima.</p>
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		<title>Um gosto de Élfico</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Apr 2006 03:33:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tilion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Other Resources]]></category>

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		<description><![CDATA[Tolkien uma vez afirmou que havia &#8220;provado&#8221; alguns idiomas ao invés de estudá-los (MC: 192). Para fornecer uma &#8220;gosto&#8221; de élfico, reuni alguns itens de vocabulário tanto de quenya como de sindarin, agrupando eles em várias categorias. Isto deve ca- &#8230; <a href="http://www.ardalambion.com.br/um-gosto-de-elfico/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">Tolkien uma vez afirmou que havia &#8220;provado&#8221; alguns idiomas ao invés de estudá-los (MC: 192). Para fornecer uma &#8220;gosto&#8221; de élfico, reuni alguns itens de vocabulário tanto de quenya como de sindarin, agrupando eles em várias categorias. Isto deve ca- pacitar estudantes em potencial para avaliar o estilo destes idiomas e talvez mesmo sentir a fusão de som e significado que tan- to deleitava Tolkien. É claro, esta lista também pode ser de ajuda para se adquirir algum vocabulário básico. Mas temo que ainda levará muito tempo até vermos um léxico élfico completo!</div>
<p style="text-align: justify"><span id="more-149"></span></p>
<h2 style="text-align: justify"><span style="font-size: x-small"><em>I: VOCABULÁRIO SELECIONADO DE QUENYA</em></span></h2>
<div style="text-align: justify"><em></em>PESSOAS: <strong>quendë</strong> &#8220;elfo&#8221; (mas esta é uma palavra técnica geralmente substituída por <strong>Elda</strong>, que se refere estritamente apenas aos elfos não avari), <strong>Atan</strong> &#8220;homem (mortal)&#8221; (mas este termo veio a ser associado primeiramente com as Três Casas dos Eda- in), <strong>firya</strong> e <strong>fírima</strong> &#8220;mortal&#8221;, <strong>Nauco</strong> &#8220;anão&#8221; (também <strong>Casar</strong>, de <em>Khazâd </em>na língua anã), <strong>picinauco</strong> ou <strong>pityanauco</strong> &#8220;anão pe- queno&#8221;, <strong>orco</strong> ou <strong>urco</strong> &#8220;orc&#8221;. Termos gerais (presumidamente) aplicáveis a todas as raças: <strong>quén</strong> &#8220;pessoa&#8221; (pl. <strong>queni</strong>), <strong>nér</strong> &#8220;homem&#8221; (pl. <strong>neri</strong>; cf. também <strong>vëo</strong> ou <strong>vëaner</strong> = &#8220;homem adulto&#8221;), <strong>nís</strong> ou <strong>nissë</strong> &#8220;mulher&#8221; (pl. <strong>nissi</strong>), <strong>hína</strong> &#8220;criança&#8221;, <strong>lapsë</strong> &#8220;bebê&#8221;,<strong> seldo </strong>*&#8221;menino&#8221; (?), <strong>wendë</strong> posteriormente <strong>vendë</strong> &#8220;donzela, menina&#8221;. Um &#8220;povo&#8221; como um todo é chamado de <strong>lië</strong> (assim, <strong>Eldalië</strong> = o povo dos elfos).</div>
<p style="text-align: justify">A FAMÍLIA: <strong>verno</strong> &#8220;marido&#8221;, <strong>vessë </strong>&#8220;esposa&#8221;, <strong>indis</strong> &#8220;noiva&#8221; (algumas vezes usada para &#8220;esposa&#8221;), <strong>atar</strong> &#8220;pai&#8221; (<strong>atto</strong> = *&#8221;papai&#8221;), <strong>amil</strong> ou <strong>ammë</strong> &#8220;mãe&#8221; (<strong>mamil</strong> = *&#8221;mamãe&#8221;), <strong>yondo</strong> &#8220;filho&#8221;, <strong>yeldë</strong> &#8220;filha&#8221; (mudada para <strong>yendë</strong> no <em>Etimologias</em>, mas material tardio pode sugerir que Tolkien restaurou <strong>yeldë</strong>), <strong>toron</strong> &#8220;irmão&#8221; (pl. <strong>torni</strong>), <strong>onónë</strong> ou <strong>seler</strong> &#8220;irmã&#8221; (pl. <strong>selli</strong>), <strong>indyo</strong> &#8220;neto, descendente&#8221;, <strong>onóna</strong> &#8220;gêmeo&#8221; (pl. <strong>ónoni</strong>). Além da palavra para &#8220;irmão&#8221; listada acima, há também <strong>otorno</strong> &#8220;irmão de coração, companheiro&#8221; (a forma feminina parece ser <strong>osellë</strong>, lista &#8220;irmã, companheira&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify">ANIMAIS: palavra geral <strong>celva</strong> &#8220;animal que se move&#8221;, cf. também <strong>laman</strong> (usada para animais quadrúpedes, e não para insetos ou répteis), <strong>andamunda</strong> &#8220;elefante&#8221;, <strong>huo </strong>&#8220;cão&#8221; (<strong>ronyo</strong> &#8220;cão de caça&#8221;), <strong>hyalma</strong> &#8220;ostra, concha&#8221; (pelo menos tecnicamente um animal e não uma planta!), <strong>leuca</strong> &#8220;cobra&#8221; (também <strong>ango</strong> pl. <strong>angwi</strong>), <strong>lingwë</strong> &#8220;peixe&#8221; (<strong>hala</strong> &#8220;peixe pequeno&#8221;),<strong> lókë</strong> &#8220;verme, dragão&#8221; (também a forma mais longa <strong>angulókë</strong>; cf. também <strong>rámalókë</strong> &#8220;dragão alado&#8221;, <strong>urulókë</strong> &#8220;dragão de fogo&#8221;, <strong>lingwilókë</strong> &#8220;serpente do mar&#8221;), <strong>máma </strong>&#8220;carneiro&#8221;, <strong>morco</strong> &#8220;urso&#8221;, <strong>mundo</strong> &#8220;boi&#8221; (esta palavra também pode significar &#8220;focinho&#8221;), *<strong>nyaro</strong> &#8220;rato&#8221; (traduzida errada como &#8220;nyano&#8221; no LR: 379), <strong>rá</strong> &#8220;leão&#8221; (pl. <strong>rávi</strong>), <strong>ráca</strong> e <strong>narmo</strong> &#8220;lobo&#8221; (<strong>nauro</strong> &#8220;lobisomem&#8221;), <strong>rocco</strong> &#8220;cavalo&#8221;, <strong>rusco</strong> &#8220;raposa&#8221;, <strong>wilwarin</strong> &#8220;borboleta&#8221;. Material mais antigo possui <strong>mëoi</strong> &#8220;gato&#8221;, mas esta palavra parece estranha em quenya maduro (nenhum outra palavra no singular termina em -<strong>oi</strong>). Uma fonte antiga também possui <strong>nion</strong> ou <strong>nier</strong> para &#8220;abe- lha&#8221;, <strong>noldarë</strong> ou <strong>nolpa</strong> para &#8220;toupeira&#8221; e <strong>yaxë</strong> (ou <strong>yaxi</strong>) para &#8220;vaca&#8221;. Pássaros: <strong>aiwë</strong> ou <strong>filit</strong> &#8220;(pequeno) pássaro&#8221; (pl. <strong>filici</strong>), <strong>alqua </strong>&#8220;cisne&#8221;, <strong>ammalë</strong> um pássaro amarelo&#8221;, <strong>cu</strong> ou <strong>cua</strong> &#8220;pombo&#8221;, <strong>halatir </strong>ou <strong>halatirno </strong>&#8220;martim-pescador&#8221;, <strong>lindo </strong>&#8220;cantor&#8221; (pássaro canoro), <strong>lómelindë </strong>&#8220;rouxinol&#8221; (a saber <strong>tindómerel</strong> = sindarin <em>tinúviel</em>), <strong>maiwë</strong> &#8220;gaivota&#8221;, <strong>soron</strong> ou <strong>sornë</strong> &#8220;águia&#8221;, <strong>tambaro</strong> &#8220;pica-pau&#8221;, <strong>tuilindo</strong> &#8220;andorinha&#8221;, <strong>quáco</strong> &#8220;corvo&#8221; (também <strong>corco</strong>).</p>
<p style="text-align: justify">PLANTAS: <strong>olva</strong> &#8220;planta&#8221;, <strong>uilë </strong>&#8220;longa planta rasteira, especialmente alga marinha&#8221; (que é explicitamente <strong>ëaruilë</strong>), <strong>salquë </strong>&#8220;grama&#8221;, <strong>sara</strong> &#8220;grama seca&#8221;, <strong>lassë</strong> &#8220;folha&#8221;, <strong>olwa</strong> &#8220;ramo, galho&#8221;, <strong>tussa</strong> &#8220;arbusto&#8221;, <strong>hwan</strong> &#8220;esponja, fungo&#8221;, <strong>lótë</strong> &#8220;flor&#8221;, <strong>lossë</strong> &#8220;flor (de árvore)&#8221; (geralmente branca), <strong>nieninquë</strong> &#8220;fura-neve&#8221;, <strong>asëa aranion</strong> &#8220;athelas, folha-do-rei&#8221;. Árvores: <strong>alda</strong> &#8220;árvore&#8221;, <strong>ornë </strong>&#8220;árvore&#8221; (menor e mais delgada como uma bétula), <strong>alalmë</strong> &#8220;olmo&#8221;, <strong>feren</strong> &#8220;faia&#8221;, <strong>ercassë</strong> &#8220;azevinho&#8221;, <strong>malinornë </strong>&#8220;mallorn&#8221;, <strong>norno </strong>&#8220;carvalho&#8221;, <strong>tasar</strong> ou <strong>tasarë</strong> &#8220;salgueiro&#8221;, <strong>tyulussë</strong> &#8220;choupo, álamo&#8221;. (Ver também a <a href="http://www.ardalambion.com.br/botanica.php">Botânica</a> de David Salo abrangendo o &#8220;qenya&#8221; mais primitivo de Tolkien.)</p>
<p style="text-align: justify">METAIS, SUBSTÂNCIAS, ELEMENTOS: <strong>erma</strong>, <strong>orma</strong> e <strong>hröa</strong> &#8220;matéria (física)&#8221;, <strong>tinco </strong>ou <strong>rauta</strong> &#8220;metal&#8221;, <strong>malta</strong> &#8220;ouro&#8221; (também na forma poética <strong>cullo</strong> &#8220;ouro vermelho&#8221;), <strong>telpë</strong> ou <strong>tyelpë</strong> &#8220;prata&#8221;, <strong>anga</strong> &#8220;ferro&#8221;, <strong>cemen</strong> &#8220;terra, solo&#8221;, <strong>nén</strong> &#8220;água&#8221;, <strong>nárë</strong> &#8220;chama, fogo&#8221;, <strong>vilya</strong>, <strong>wilma</strong> ou <strong>wista</strong> &#8220;ar&#8221;, <strong>lossë</strong> &#8220;neve&#8221;, <strong>helcë</strong> &#8220;gelo&#8221;, <strong>litsë</strong> &#8220;areia&#8221;, <strong>asto</strong> &#8220;pó&#8221;, <strong>ondo</strong> &#8220;pedra&#8221; (como material, mas também usada = <em>rocha</em>), <strong>rossë</strong> &#8220;orvalho&#8221;, <strong>hrávë</strong> &#8220;carne&#8221;, <strong>sercë</strong> &#8220;sangue&#8221; (também <strong>yár</strong>), <strong>hyellë</strong> &#8220;vidro&#8221;, <strong>tó</strong> &#8220;lã&#8221;, <strong>fallë</strong> &#8220;espuma&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">PARTES DO CORPO: <strong>cár </strong>&#8220;cabeça&#8221;, <strong>loxë</strong> ou <strong>findë</strong> &#8220;cabelo&#8221; (o termo para uma cabeleira é <strong>findessë</strong>), <strong>anta</strong> &#8220;face, rosto&#8221;, <strong>hén</strong> &#8220;olho&#8221; (pl. <strong>hendi</strong>, ou o dual <strong>hendu</strong>), <strong>lár</strong> &#8220;par de orelhas&#8221;, <strong>nengwë</strong> &#8220;nariz&#8221;, <strong>anto </strong>&#8220;boca&#8221;,<strong> pé </strong>&#8220;lábio&#8221; (assim de acordo com uma fonte tardia; no <em>Etimologias</em>, a palavra era &#8220;boca&#8221;), <strong>nelet</strong> &#8220;dente&#8221; (pl. <strong>nelci</strong>), <strong>lamba </strong>&#8220;língua&#8221; (mas &#8220;língua&#8221; = <em>idioma</em> é <strong>lambë</strong>), <strong>fanga</strong> &#8220;barba&#8221;, <strong>lanco</strong> &#8220;garganta&#8221;, <strong>yat</strong> (<strong>yaht</strong>-) &#8220;pescoço&#8221;, <strong>hón</strong> &#8220;coração (físico)&#8221; (<strong>indo</strong> = coração simbólico),<strong> ranco</strong> &#8220;braço&#8221; (pl. <strong>ranqui</strong>), <strong>má </strong>&#8220;mão&#8221;, <strong>cambë</strong> &#8220;palma da mão&#8221;, <strong>quárë</strong> &#8220;punho&#8221;, <strong>lepsë</strong> &#8220;dedo&#8221;, <strong>tiuco</strong> &#8220;coxa&#8221;, <strong>telco </strong>&#8220;perna&#8221; (pl. <strong>telqui</strong>), <strong>tál</strong> &#8220;pé&#8221;, <strong>tallunë</strong> &#8220;sola do pé&#8221;, <strong>axo</strong> &#8220;osso&#8221;. Material mais antigo também possui <strong>ólemë</strong> &#8220;cotovelo&#8221; e <strong>aldamo</strong> &#8220;costas&#8221;. A palavra para o corpo inteiro é <strong>hröa</strong> (também usada = &#8220;matéria física&#8221;). Em algum lugar deve haver um envelope lacrado contendo um pedaço de papel com as designações élficas dos órgãos genitais, furtivamente colocado por Tolkien atrás de portas trancadas.</p>
<p style="text-align: justify">ALGUNS TÍTULOS E PROFISSÕES: <strong>aran</strong> &#8220;rei&#8221;, <strong>tári</strong> &#8220;rainha&#8221;, <strong>cundu</strong> &#8220;príncipe&#8221;, <strong>aranel</strong> &#8220;princesa&#8221;, <strong>heru</strong> &#8220;senhor&#8221;, <strong>heri</strong> &#8220;senhora&#8221;, <strong>arquen</strong> &#8220;um nobre&#8221;, <strong>aryon</strong> ou <strong>haryon</strong> &#8220;herdeiro&#8221;, <strong>roquen</strong> &#8220;cavaleiro&#8221;, <strong>cáno</strong> &#8220;comandante&#8221;, <strong>tercáno</strong> &#8220;arauto&#8221;, <strong>istyar</strong> &#8220;erudito&#8221;, <strong>sairon</strong> &#8220;mago&#8221; (mas Gandalf era um <strong>istar</strong>), <strong>ingólemo</strong> &#8220;sábio&#8221;, <strong>lambengolmo</strong> &#8220;mestre da tradição das línguas&#8221; (linguista), <strong>tano</strong> &#8220;artesão, ferreiro&#8221;, <strong>quentaro</strong> &#8220;narrador&#8221;, <strong>samno</strong> &#8220;carpinteiro, artífice, construtor&#8221;, <strong>tyaro</strong> &#8220;realizador, ator, agente&#8221;, <strong>cemnaro</strong> ou <strong>centano</strong> &#8220;oleiro&#8221;. (Veja o tópico <em>Guerra e Armamento </em>para &#8220;guerreiro&#8221; e &#8220;lanceiro&#8221;.)</p>
<p style="text-align: justify">COMIDA: <strong>apsa</strong> &#8220;comida cozida, carne&#8221;, <strong>masta</strong> &#8220;pão&#8221;, <strong>sáva</strong> &#8220;suco&#8221;, <strong>pirya </strong>&#8220;caldo, xarope&#8221;, <strong>lís</strong> &#8220;mel&#8221; (<strong>liss</strong>-), <strong>yávë</strong> &#8220;fruta&#8221;, <strong>porë</strong> &#8220;farinha de trigo&#8221;, <strong>culuma</strong> &#8220;laranja&#8221;, <strong>sulca</strong> &#8220;raiz comestível&#8221;, <strong>coimas</strong> &#8220;lembas&#8221;, <strong>miruvórë</strong> uma bebida servida nos festivais em Valinor (traduzida &#8220;hidromel&#8221; no <em>Namárië</em>), <strong>limpë</strong> &#8220;vinho, bebida dos Valar&#8221;. Material mais antigo também apresenta <strong>sulpa</strong> &#8220;sopa&#8221;, <strong>pio</strong> &#8220;ameixa, cereja&#8221;, <strong>piucca</strong> &#8220;baga, frutinha&#8221; (ou especificamente &#8220;amora&#8221;) e <strong>tyuru</strong> &#8220;queijo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">TERMOS GEOGRÁFICOS: <strong>nórë</strong> &#8220;terra&#8221;, <strong>nórië</strong> &#8220;país&#8221;, <strong>arda</strong> &#8220;reino, uma terra ou região em particular&#8221;, <strong>ména</strong> &#8220;região&#8221;, <strong>men</strong> &#8220;lugar&#8221;, <strong>réna</strong> &#8220;fronteira&#8221;, <strong>peler</strong> &#8220;campo cercado&#8221;, <strong>panda</strong> &#8220;cercado&#8221;, <strong>oron</strong> &#8220;montanha&#8221; (pl. <strong>oronti</strong>), <strong>rassë </strong>e <strong>tildë </strong>&#8220;pico, chifre&#8221;, <strong>ambo</strong> &#8220;colina&#8221;, <strong>cilya</strong> &#8220;fenda&#8221;, <strong>nandë</strong> &#8220;vale&#8221;, <strong>tumbo</strong> &#8220;vale profundo, sob ou entre colinas&#8221;, <strong>yáwë</strong> &#8220;ravina, desfiladeiro, golfo&#8221;, <strong>pendë</strong> &#8220;encosta, declive&#8221;, <strong>mallë</strong> &#8220;estrada, rua&#8221; (pl. <strong>maller</strong>), <strong>tië </strong>&#8220;caminho&#8221;, <strong>taurë</strong> &#8220;grande bosque, floresta&#8221;, <strong>ehtelë</strong> &#8220;fonte, nascente de água&#8221;, <strong>ailin</strong> &#8220;lagoa, lago&#8221; (também <strong>linya</strong>), <strong>ringë</strong> &#8220;lagoa ou lago gelado (em montanhas)&#8221;, <strong>sírë </strong>&#8220;rio&#8221;, <strong>nellë</strong> &#8220;riacho&#8221;, <strong>hópa</strong> &#8220;porto&#8221;, <strong>hresta</strong> ou <strong>hyapat</strong> &#8220;costa&#8221;, <strong>falassë</strong> &#8220;praia&#8221;, <strong>ëar</strong> &#8220;mar&#8221;, <strong>celma</strong> &#8220;canal&#8221;, <strong>tol</strong> &#8220;ilha&#8221; (pl. <strong>tolli</strong>; &#8220;tolle&#8221; em LR:394 é evidentemente um erro), <strong>lóna</strong> &#8220;ilha, terra remota&#8221;. Direções: <strong>Formen</strong> &#8220;norte&#8221;, <strong>Hyarmen</strong> &#8220;sul&#8221;, <strong>Númen</strong> &#8220;oeste&#8221;, <strong>Rómen</strong> &#8220;leste&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">CLIMA: <strong>mistë</strong> &#8220;chuva fina&#8221;, <strong>fanya</strong> &#8220;nuvem&#8221;, <strong>lumbo</strong> &#8220;nuvem (escura, ameaçadora&#8221;, <strong>súrë</strong> e <strong>vaiwa</strong> &#8220;vento&#8221;, <strong>árë</strong> &#8220;luz do sol&#8221;, <strong>hísë</strong> e <strong>hísië</strong> &#8220;neblina, bruma&#8221;, <strong>raumo</strong> &#8220;(barulho de uma) tempestade&#8221;, <strong>nixë</strong> &#8220;geada&#8221;. Material mais antigo possui <strong>lúrë</strong> &#8220;clima sombrio&#8221; e o adjetivo correspondente <strong>lúrëa</strong> &#8220;escuro, nublado&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">OBJETOS CELESTIAIS: <strong>Anar</strong> &#8220;sol&#8221; (também chamado <strong>Naira</strong> e<strong> Vása</strong>), <strong>Isil</strong> &#8220;lua&#8221; (também chamada <strong>Rána</strong>), <strong>elen</strong> (poética <strong>él</strong>) &#8220;estrela&#8221; (também <strong>tinwë</strong> e <strong>nillë</strong>, às vezes com significados específicos), <strong>tingilyë</strong> ou <strong>tingilindë</strong> &#8220;estrela cintilante&#8221;. Planetas: <strong>Eärendil</strong> &#8220;Vênus&#8221;, <strong>Carnil</strong> &#8220;Marte&#8221;, <strong>Alcarinquë</strong> &#8220;Júpiter&#8221; (e mais experimentalmente <strong>Nénar</strong> &#8220;Netuno&#8221;, <strong>Luinil</strong> &#8220;Urano&#8221; e <strong>Lumbar</strong> &#8220;Saturno&#8221;). Constelações: <strong>Telumehtar</strong> ou <strong>Menelmacar</strong> &#8220;Espadachim do Céu&#8221; = Órion, <strong>Valacirca</strong> &#8220;Foice dos Valar&#8221; = Ursa Maior, <strong>Wilwarin</strong> &#8220;Borboleta&#8221; = Cassiopéia (?). Algumas outras constelações são citadas, mas são difíceis de se identificar. A palavra geral para &#8220;céu, os céus&#8221;: <strong>menel</strong> (também <strong>hellë</strong>). Cf. também <strong>fanyarë</strong> &#8220;céus e ares superiores&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">MÚSICA, POESIA, INSTRUMENTOS, MÚSICOS: <strong>lindalë</strong> ou <strong>lindelë</strong> &#8220;música&#8221;, <strong>lírë</strong> &#8220;canção&#8221;, <strong>lairë</strong> &#8220;poema&#8221; (não confundir com o significado homófono &#8220;verão&#8221;), <strong>nainië </strong>&#8220;um lamento&#8221;, verbo <strong>lir</strong>- &#8220;cantar, entoar&#8221;, verbo <strong>nanda</strong>- &#8220;tocar harpa&#8221;, substantivo <strong>nandë</strong> &#8220;harpa&#8221; (<strong>nandellë</strong> &#8220;pequena harpa&#8221;), <strong>nandaro</strong> &#8220;harpista&#8221;, <strong>nyello</strong> &#8220;cantor&#8221; (também <strong>lindo</strong>, mas isto também é usado para pássaros), <strong>nyellë</strong> &#8220;sino&#8221;. Material mais antigo também possui <strong>salma</strong> &#8220;lira&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">GUERRA E ARMAMENTO: <strong>ohta</strong> &#8220;guerra&#8221;, verbo <strong>ohtacar</strong>- &#8220;guerrear&#8221;, verbo <strong>mahta</strong>- &#8220;brandir uma arma, lutar&#8221;, <strong>ohtar</strong>, <strong>ohtatyaro</strong> e <strong>mahtar</strong> &#8220;guerreiro&#8221;, <strong>ehtyar</strong> &#8220;lanceiro&#8221;, <strong>cotumo</strong> &#8220;inimigo&#8221;, <strong>macil</strong> &#8220;espada&#8221;, <strong>lango</strong> &#8220;espada larga&#8221;, <strong>ecet</strong> &#8220;pequena espada de lâmina larga&#8221;, <strong>sicil</strong> &#8220;adaga, faca&#8221;, <strong>quinga </strong>&#8220;arco&#8221; (também <strong>cú</strong>), <strong>pilin</strong> &#8220;flecha&#8221; (pl. <strong>pilindi</strong>), <strong>nehtë</strong> &#8220;ponta de lança&#8221;, <strong>ehtë</strong> ou <strong>ecco</strong> &#8220;lança&#8221;, <strong>turma</strong> &#8220;escudo&#8221;, <strong>cassa</strong> ou <strong>carma</strong> &#8220;elmo&#8221;. Material mais antigo possui <strong>hossë</strong> &#8220;exército&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">ARQUITETURA: <strong>ataquë</strong> &#8220;construção, edificação&#8221;, <strong>coa</strong> &#8220;casa&#8221; (também <strong>car</strong>, <strong>card</strong>-), <strong>ampano</strong> &#8220;edifício, salão de madeira&#8221;, <strong>ando</strong> &#8220;portão&#8221; (<strong>andon</strong> &#8220;grande portão&#8221;), <strong>fenda</strong> &#8220;soleira&#8221;, <strong>sambë</strong> &#8220;quarto, câmara&#8221;, <strong>caimasan</strong> &#8220;quarto de domir&#8221; (pl. <strong>caimasambi</strong>), <strong>tópa</strong> &#8220;teto, telhado&#8221;, <strong>talan</strong> &#8220;chão, assoalho&#8221; (pl. <strong>talami</strong>), <strong>ramba</strong> &#8220;muralha&#8221;, <strong>mindo</strong> &#8220;torre (isolada)&#8221; (<strong>mindon</strong> &#8220;grande torre&#8221;), <strong>osto</strong> &#8220;cidade, geralmente com muralha ao redor&#8221;, <strong>opelë</strong> &#8220;casa ou vila murada&#8221;, <strong>hróta</strong> &#8220;habitação subterrânea, caverna artificial ou salão escavado em rocha&#8221;, <strong>telma</strong> &#8220;o último item em uma estrutura&#8221; (como uma pedra de cumeeira, ou um pináculo superior).</p>
<p style="text-align: justify">TEMPO: <strong>lú </strong>&#8220;uma época, ocasião&#8221;, <strong>lúmë </strong>&#8220;tempo, hora&#8221;, <strong>vanwië</strong> &#8220;o passado&#8221;, <strong>yárë</strong> &#8220;dias anteriores&#8221;, <strong>yalúmë</strong> &#8220;épocas passa- das&#8221;, <strong>aurë</strong> &#8220;dia&#8221; (também <strong>arë</strong>), <strong>lómë</strong> &#8220;noite&#8221; (mas à vezes usado = &#8220;crepúsculo&#8221;; outros termos para &#8220;noite&#8221; incluem <strong>ló</strong>, <strong>mórë</strong> e <strong>Hui</strong>/<strong>Fui</strong>), <strong>ára</strong> &#8220;aurora&#8221;, <strong>arin</strong> &#8220;manhã&#8221;, <strong>arië</strong> &#8220;dia claro&#8221;, <strong>sinyë</strong> &#8220;entardecer&#8221;, <strong>tindómë</strong> e <strong>undómë</strong> &#8220;crepúsculo&#8221; (próximo à auro- ra e próximo ao entardecer, respectivamente), <strong>anarórë</strong> &#8220;nascer do sol&#8221;, <strong>núro</strong> ou <strong>andúnë</strong> &#8220;pôr-do-sol&#8221;, <strong>asta </strong>&#8220;mês&#8221;, <strong>loa</strong> &#8220;ano&#8221; (astronomicamente falando, chamado <strong>coranar</strong> &#8220;ciclo solar&#8221;), <strong>yén</strong> &#8220;longo ano&#8221; (&#8220;século&#8221; élfico de 144 anos solares), <strong>randa</strong> &#8220;ciclo, era&#8221;. Estações: <strong>coirë</strong> &#8220;agitação&#8221; (início da primavera), <strong>tuilë </strong>*&#8221;florescer&#8221; (final da primavera),<strong> lairë </strong>&#8220;verão&#8221; (não confun- dir com a palavra que significa &#8220;poema&#8221;; veja acima), <strong>yávië</strong> &#8220;colheita&#8221; (início do outono), <strong>quellë</strong> &#8220;dissipação&#8221; (final do outono), <strong>hrívë</strong> &#8220;inverno&#8221;. Para &#8220;outono&#8221;, as palavras <strong>lasselanta</strong> &#8220;queda das folhas&#8221; e <strong>lassewinta</strong> *&#8221;dispersão das folhas&#8221; também eram usadas. Meses: <strong>Narvinyë</strong> &#8220;janeiro&#8221;, <strong>Nénimë</strong> &#8220;fevereiro&#8221;, <strong>Súlimë</strong> &#8220;março&#8221;, <strong>Víressë</strong> &#8220;abril&#8221;, <strong>Lótessë</strong> &#8220;maio&#8221;, <strong>Nárië</strong> &#8220;junho&#8221;, <strong>Cermië</strong> &#8220;julho&#8221;, <strong>Úrimë</strong> &#8220;agosto&#8221;, <strong>Yavannië</strong> &#8220;setembro&#8221;, <strong>Narquelië</strong> &#8220;outubro&#8221;, <strong>Hísimë</strong> &#8220;novembro&#8221;, <strong>Ringarë</strong> &#8220;dezembro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">NÚMEROS: <strong>minë</strong> 1, <strong>atta</strong> 2, <strong>neldë</strong> 3, <strong>canta</strong> 4, <strong>lempë</strong> 5, <strong>enquë</strong> 6, <strong>otso</strong> 7, <strong>tolto</strong> 8, <strong>nertë</strong> 9, <strong>cainen</strong> 10, <strong>minquë</strong> 11. Para 12 apenas o radical <em>RÁSAT</em> é dado, mas é geralmente consenso que a palavra em quenya deva ser *<strong>rasta</strong>. Números maiores são incertos. A palavra <strong>haranyë</strong>, o último ano em um século, <em>pode</em> significar literalmente &#8220;centésimo primeiro&#8221;, apontando para *<strong>haranya</strong> como a palavra para &#8220;centésimo&#8221; e talvez *<strong>haran</strong> (*<strong>harna</strong>?) como a palavra para &#8220;cem&#8221;. A palavra em sindarin <em>host</em> significa &#8220;grosa&#8221;, 144, o primeiro número de três dígitos no sistema de contagem duodecimal élfico, mas o cognato em quenya <strong>hosta</strong> é definido simplesmente como &#8220;número grande&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">CORES: <strong>carnë</strong> &#8220;vermelho&#8221;, <strong>culuina</strong> &#8220;laranja&#8221; (apenas adj. &#8211; a fruta é chamada <strong>culuma</strong>!), <strong>fána</strong> ou <strong>fánë</strong> &#8220;branco&#8221; (como nuvens), <strong>helwa </strong>&#8220;azul claro&#8221;, <strong>laiqua </strong>&#8220;verde&#8221;, <strong>laurëa </strong>&#8220;dourado&#8221;, <strong>lossë </strong>&#8220;branco como a neve&#8221; (também é o substantivo &#8220;neve&#8221;), <strong>luin </strong>&#8220;azul&#8221;, <strong>malina </strong>&#8220;amarelo&#8221;, <strong>morë</strong> ou <strong>morna</strong> &#8220;preto&#8221;, <strong>ninquë</strong> &#8220;branco&#8221;,<strong> silma </strong>&#8220;prateado, branco brilhante&#8221;, <strong>sindë </strong>(ou <strong>sinda</strong>) &#8220;cinza&#8221;,<strong> varnë</strong> &#8220;marrom (escuro)&#8221;. Os vanyar também usavam algumas palavras para cores adotadas do valarin: <strong>ezel</strong> ou <strong>ezella</strong> &#8220;verde&#8221;, <strong>nasar</strong> &#8220;vermelho&#8221;, <strong>ulban</strong> &#8220;azul&#8221;, <strong>tulca</strong> &#8220;amarelo&#8221;. Estas aparentemente não estavam em uso entre os noldor.</p>
<p style="text-align: justify">ALGUNS ADJETIVOS COMUNS: <strong>vanya</strong> ou <strong>vanima</strong> &#8220;belo, lindo&#8221; (também <strong>linda</strong>), <strong>mára </strong>&#8220;útil, bom&#8221; (de coisas), <strong>raica</strong> &#8220;errado, torto&#8221;, <strong>ulca</strong> ou <strong>úmëa</strong> &#8220;mau&#8221;, <strong>halla</strong> &#8220;alto&#8221;, <strong>anda </strong>&#8220;longo&#8221;, <strong>sinta </strong>&#8220;curto&#8221;, <strong>alta </strong>&#8220;grande&#8221; (em tamanho), <strong>úra</strong> &#8220;largo&#8221;,<strong> úvëa</strong> &#8220;muito largo, abundante&#8221;, <strong>titta</strong> &#8220;pequenino&#8221;, <strong>pitya</strong> *&#8221;pequeno&#8221;, <strong>parca</strong> &#8220;seco&#8221;, <strong>mixa</strong> &#8220;molhado&#8221;, <strong>arca</strong> &#8220;estreito&#8221;, <strong>nindë </strong>&#8220;delga- do&#8221;, (também <strong>teren</strong>),<strong> tiuca</strong> &#8220;grosso, gordo&#8221;, <strong>lunga </strong>&#8220;pesado&#8221;, <strong>lissë</strong> &#8220;doce&#8221;, <strong>sára</strong> &#8220;amargo&#8221;, <strong>quanta</strong> &#8220;cheio&#8221;, <strong>lusta</strong> &#8220;vazio&#8221;, <strong>lauca</strong> &#8220;quente&#8221;, <strong>ringa</strong> (ou <strong>ringë</strong>) &#8220;frio&#8221;, <strong>forya</strong> &#8220;direito&#8221;, <strong>hyarya</strong> &#8220;esquerdo&#8221;, <strong>vinya</strong> &#8220;novo&#8221; (também <strong>sinya</strong>), <strong>yerna </strong>&#8220;velho, usado&#8221; (de coisas), <strong>nessa</strong> &#8220;jovem&#8221;, <strong>linyenwa</strong> &#8220;velho&#8221; (lit. &#8220;tendo muitos anos&#8221;; esta palavra não indica fraqueza, uma vez que os elfos eram imortais), <strong>cuina</strong> &#8220;vivo&#8221;, <strong>coirëa</strong> &#8220;vivente&#8221;, <strong>qualin</strong> &#8220;morto&#8221; (mas <strong>firin</strong>, com referência à morte natural dos mortais).</p>
<p style="text-align: justify">ALGUNS VERBOS COMUNS: <strong>car</strong>- &#8220;fazer, criar&#8221;,<strong> harya</strong>- &#8220;possuir, *ter&#8221;,<strong> cen</strong>- &#8220;ver&#8221;, <strong>hlar</strong>- &#8220;ouvir&#8221;, <strong>ista</strong>- &#8220;saber&#8221; (pretérito <strong>sintë</strong>),<strong> lelya</strong>- &#8220;ir&#8221; (pretérito <strong>lendë</strong>), <strong>mat</strong>- &#8220;comer&#8221;, <strong>mer</strong>- &#8220;desejar, querer&#8221;, <strong>móta</strong>- &#8220;trabalhar&#8221;,<strong> tul</strong>- &#8220;vir&#8221;, <strong>quet</strong>- &#8220;falar&#8221;, <strong>hir</strong>- &#8220;encontrar&#8221;, <strong>anta</strong>- &#8220;dar&#8221;, <strong>mel</strong>- &#8220;amar&#8221; (como amigo), <strong>sil</strong>- &#8220;brilhar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">PREPOSIÇÕES: <strong>amba</strong>, <strong>ama </strong>&#8220;para cima&#8221;, <strong>an </strong>&#8220;para, a&#8221;, <strong>ana </strong>&#8220;para, em direção a&#8221;<em> (também <strong>na</strong>)</em>,<strong> apa </strong>&#8220;depois de&#8221;,<strong>ara </strong>&#8220;ao lado de, fora de&#8221;, <strong>arta </strong>&#8220;através de&#8221; <em>(atestado apenas em material mais antigo)</em>, <strong>arwa </strong>&#8220;*com&#8221; <em>(seguida por genitivo)</em>, <strong>enga </strong>&#8220;salvo, *exceto&#8221;, <strong>et </strong>&#8220;fora de&#8221; <em>(seguida por ablativo)</em>, <strong>hequa </strong>&#8220;exceto, a não ser&#8221;, <strong>ho </strong>&#8220;de, proveniente de&#8221; <em>(o ponto de vista do falante estando de fora do lugar de onde partiu)</em>, <strong>imbë </strong>&#8220;entre&#8221;,<strong> mi </strong>&#8220;em&#8221; (<strong>mí </strong>&#8220;no&#8221;), <strong>mir</strong> ou <strong>minna </strong>&#8220;para dentro de&#8221;, <strong>na </strong>&#8220;para, em direção de&#8221; <em>(também <strong>ana</strong>)</em>, <strong>nu </strong>&#8220;sob, abaixo de&#8221; <em>(também <strong>no</strong>)</em>, <strong>undu </strong>&#8220;abaixo, sob, debaixo&#8221;, <strong>or </strong>&#8220;sobre&#8221;, <strong>ter</strong>, <strong>terë </strong>&#8220;através, por meio de&#8221;, <strong>ve </strong>&#8220;como&#8221;, <strong>yo </strong>*&#8221;com&#8221; (?). Carecemos especialmente de uma palavra para &#8220;antes&#8221;.</p>
<h2 style="text-align: justify"><a name="Sindarin"></a><span style="font-size: x-small"><em>II: VOCABULÁRIO SELECIONADO DE SINDARIN</em></span></h2>
<div style="text-align: justify"><span style="font-size: xx-small">Nota: em &#8220;noldorin&#8221;, o idoma que Tolkien revisou para produzir o sindarin, muitas palavras mostravam <strong>lh</strong>- e <strong>rh</strong>- iniciais, isto é, L e R  mudos. Eventualmente, Tolkien revisou a fonologia histórica, e em sindarin, como sabemos a partir do SdA e de fontes tardias, a maioria das palavras &#8220;noldorin&#8221; em <strong>lh</strong>- e <strong>rh</strong>- devem possuir <strong>l</strong>- e <strong>r</strong>- normais. Compare, por exemplo, a palavra &#8220;noldorin&#8221; <strong>lham</strong> &#8220;língua&#8221; (LR: 367 s.v. LAM) com a palavra em sindarin maduro <strong>lam</strong> (WJ: 394). As palavras &#8220;noldorin&#8221; listadas abaixo foram alteradas para se adequarem com a última visão de Tolkien da fonologia sindarin, e <strong>lh- </strong>e <strong>rh</strong>- são mantidos apenas onde estes sons possuem um lugar apropriado em sindarin maduro (ex: em <strong>rhaw</strong> &#8220;carne&#8221;).</span></div>
<p style="text-align: justify">PESSOAS: <strong>Edhel</strong> &#8220;elfo&#8221; (de <strong>Eledh </strong>mais antigo), <strong>Adan</strong> &#8220;homem (mortal)&#8221; (pl. <strong>Edain</strong> &#8211; mas este termo veio a ser associado primeiramente com os homens das Três Casas), <strong>Fíreb</strong> &#8220;mortal&#8221;, <strong>Nogoth</strong> &#8220;anão&#8221; (também <strong>Norn</strong>, mas o povo como um todo era geralmente chamado <strong>Naugrim</strong>), <strong>nibin-naug</strong> &#8220;anão-pequeno&#8221;, <strong>orch</strong> &#8220;orc&#8221;. Termos gerais (presumidamente) aplicáveis a todas as raças: <strong>benn</strong> &#8220;homem&#8221; (propriamente &#8220;marido&#8221;, mas a palavra adquiriu um sentido geral e substiutiu a palavra mais antiga <strong>dîr</strong>), <strong>bess</strong> &#8220;mulher&#8221; (propriamente &#8220;esposa&#8221;, substituindo de forma similar a palavra mais antiga <strong>dî</strong>), <strong>dess</strong> &#8220;mulher jo- vem&#8221;, <strong>hên</strong> &#8220;criança&#8221;, <strong>laes</strong> &#8220;bêbe&#8221;, <strong>gwenn</strong> &#8220;donzela, menina&#8221;. O termo para um &#8220;povo&#8221; (um grupo étnico) é <strong>gwaith</strong>, mas com referência a grupos menos civilizados (tais como orcs e a maioria dos homens não-Edain), os Sindar usavam de preferência a palavra <strong>hoth</strong> &#8220;horda&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">A FAMÍLIA: <strong>herven</strong> &#8220;marido&#8221;, <strong>herves </strong>&#8220;esposa&#8221; (também <strong>bess</strong>, mas esta palavra também adquiriu o sentido geral de &#8220;mulher&#8221;), <strong>dîs</strong> &#8220;noiva&#8221;, <strong>adar</strong> &#8220;pai&#8221; (<strong>ada</strong> = *&#8221;papai&#8221;?), <strong>naneth</strong> &#8220;mãe&#8221; (<strong>nana</strong> = *&#8221;mamãe&#8221;), <strong>iôn </strong>ou <strong>ionn</strong> &#8220;filho&#8221;, <strong>sell</strong> (e <strong>iell</strong>) &#8220;filha&#8221;, <strong>muindor</strong> &#8220;irmão&#8221; (também a forma poética <strong>tôr</strong>), <strong>muinthel</strong> &#8220;irmã&#8221; (também <strong>thêl</strong>), <strong>gwanunig</strong> &#8220;gêmeo&#8221; (<strong>gwanûn</strong> &#8220;par de gême- os&#8221;; PM: 365 também dá um pl. <strong>gwenyn</strong> &#8220;gêmeos&#8221;). Além das palavras para &#8220;irmão&#8221; listadas acima, há também <strong>gwador</strong> &#8220;irmão jurado, companheiro&#8221; (a forma fem. parece ser <strong>gwathel</strong>, listada &#8220;irmã, companheira&#8221;). Termo geral <strong>gwanur</strong> &#8220;parente, parenta&#8221;. Cf. também <strong>herth</strong> &#8220;família&#8221; (também significando &#8220;tropa&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify">ANIMAIS: palavra geral <strong>lavan</strong> (não usada para insetos ou répteis), <strong>annabon</strong> &#8220;elefante&#8221;, <strong>aras</strong> &#8220;veado, cervo&#8221;, <strong>brôg</strong> &#8220;urso&#8221; (também chamado <strong>megli</strong> = &#8220;comedor de mel&#8221;), <strong>cabor</strong> &#8220;sapo&#8221;, <strong>draug</strong> ou <strong>garaf</strong> &#8220;lobo&#8221; (<strong>gaur</strong> &#8220;lobisomem&#8221;), <strong>gwilwileth</strong> &#8220;borboleta&#8221;, <strong>half</strong> &#8220;concha&#8221;, <strong>hû </strong>&#8220;cão&#8221;, <strong>lyg</strong> &#8220;cobra&#8221;, <strong>lim</strong> &#8220;peixe&#8221;, <strong>lhûg</strong> &#8220;verme, dragão&#8221; (também a forma mais longa <strong>amlug</strong>; cf. também <strong>limlug</strong> &#8220;serpente marinha&#8221;), <strong>maew</strong> &#8220;gaivota&#8221; (também o pl. <strong>my^l</strong> &#8220;gaivotas&#8221;, sg. não atestado), <strong>nâr</strong> &#8220;rato&#8221;, <strong>raw</strong> &#8220;leão&#8221;, <strong>ry^n</strong> &#8220;cão de caça&#8221;,<strong> roch</strong> &#8220;cavalo&#8221;. Pássaros:<strong> aew</strong> ou <strong>fileg</strong> &#8220;(pequeno) pássaro&#8221;, <strong>alph </strong>&#8220;cisne&#8221; (pl. <strong>eilph</strong>), <strong>corch</strong> &#8220;corvo&#8221; (também *<strong>craban</strong>, pl. <strong>crebain</strong> em SdA1/II cap. 3), <strong>cugu</strong> &#8220;pombo&#8221;, <strong>emlin</strong> um pássaro amarelo, <strong>heledir </strong>&#8220;martim-pescador&#8221;, <strong>dúlin </strong>&#8220;rouxinol&#8221; (forma arcaica <strong>tinúviel</strong>), <strong>tavor</strong> &#8220;pica-pau&#8221;, <strong>thoron</strong> &#8220;águia&#8221;, <strong>tuilinn</strong> &#8220;andorinha&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">PLANTAS: <strong>salch </strong>&#8220;grama&#8221; (<strong>thâr</strong> &#8220;grama dura&#8221;), <strong>salab</strong> &#8220;herva&#8221;, <strong>uil </strong>&#8220;alga marinha&#8221;, <strong>lass</strong> &#8220;folha&#8221;, <strong>golf</strong> &#8220;ramo, galho&#8221;, <strong>loth</strong> &#8220;flor&#8221;, <strong>gwaloth</strong> &#8220;flor (de árvore), várias flores&#8221;, <strong>ereg</strong> ou <strong>êg</strong> &#8220;espinho&#8221;, <strong>aeglos</strong> &#8216;espinho de neve&#8217;, uma planta como o tojo, mas mais larga e com flores brancas, <strong>alfirin</strong> certa flor (branca?) também conhecida como <strong>uilos</strong> (chamada <em>simbelmynë</em> ou &#8220;sempre-em-mente&#8221; em inglês antigo representando o rohirric; <em>alfirin</em> e <em>uilos </em>significam &#8220;imortal&#8221; e &#8220;sempre-branca&#8221;), <strong>athelas</strong> &#8220;folha-do-rei&#8221;, <strong>elanor </strong>&#8216;estrela-do-sol&#8217; (uma flor), <strong>niphredil</strong> &#8220;fura-neve&#8221;, <strong>seregon</strong> &#8220;sangue de pedra&#8221;, <strong>hwand</strong> &#8220;esponja, fungo&#8221;. Árvores: <strong>galadh</strong> &#8220;árvore&#8221; (outra palavra, <strong>orn</strong>, saiu do uso comum mas sobreviveu na poesia e como parte de muitos nomes), <strong>toss</strong> &#8220;árvore rasteira&#8221; (tais como bordo, espinheiro, abrunheiro, azevinho etc.), <strong>brethil</strong> &#8220;faia&#8221;, <strong>doron </strong>&#8220;carvalho&#8221;,<strong> ereg</strong> ou <strong>eregdos</strong> &#8220;azevinho&#8221;, <strong>lalwen</strong> ou <strong>lalorn</strong> &#8220;olmo&#8221;,<strong> mallorn </strong>&#8216;árvore amarela&#8217;, mallorn, <strong>tathar</strong> &#8220;salgueiro&#8221;, <strong>thaun</strong> (<strong>thôn</strong>) &#8220;pinheiro&#8221;,<strong> tulus</strong> &#8220;choupo, álamo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">METAIS, SUBSTÂNCIAS, ELEMENTOS: <strong>tinc </strong>ou <strong>raud</strong> &#8220;metal&#8221;,<strong>malt</strong> (e <strong>glaur</strong>) &#8220;ouro&#8221;, <strong>celeb</strong> &#8220;prata&#8221;, <strong>ang</strong> &#8220;ferro&#8221;, <strong>cef</strong> &#8220;tarra, solo&#8221;, <strong>nen</strong> &#8220;água&#8221;, <strong>naur</strong> &#8220;chama, fogo&#8221;, <strong>gwelw</strong> &#8220;ar&#8221;, <strong>sarn</strong> &#8220;pedra&#8221; (como material), <strong>gloss</strong> &#8220;neve&#8221;, <strong>heleg</strong> &#8220;gelo&#8221;, <strong>lith</strong> &#8220;areia&#8221;, <strong>ast</strong> &#8220;pó&#8221;, <strong>rhaw</strong> &#8220;carne&#8221;, <strong>sereg</strong> ou <strong>iâr</strong> &#8220;sangue&#8221;, <strong>hele</strong> &#8220;vidro&#8221;, <strong>taw</strong> &#8220;lã&#8221;, <strong>falf</strong> &#8220;espuma&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">PARTES DO CORPO: <strong>dôl</strong> ou <strong>dol</strong> &#8220;cabeça&#8221;, <strong>hen</strong> &#8220;olho&#8221; (cf. <strong>Amon Hen</strong> &#8220;Colina da Visão&#8221; no SdA &#8211; o <em>Etimologias</em> dá <strong>hên</strong> com uma vogal longa, mas em outro lugar, <strong>hên</strong> é listada &#8220;criança&#8221;), <strong>nîf </strong>&#8220;face, rosto&#8221; (também <strong>thîr</strong>), <strong>laws</strong> &#8220;cabelo&#8221;, <strong>fîn</strong> &#8220;fio de cabelo&#8221;, <strong>finn</strong> &#8220;um cacho&#8221;, <strong>lhewig</strong> &#8220;orelha&#8221; (<strong>lhaw</strong> &#8220;par de orelhas&#8221;), <strong>nem</strong> &#8220;nariz&#8221;,<strong> nêl</strong> ou <strong>neleg</strong> &#8220;dente&#8221;, <strong>lam</strong> ou <strong>lam</strong> &#8220;língua&#8221;, <strong>fang</strong> &#8220;barba&#8221;, <strong>iaeth</strong> &#8220;pescoço&#8221;, <strong>lanc</strong> &#8220;garganta&#8221;, <strong>hûn</strong> &#8220;coração&#8221;,<strong> ranc</strong> &#8220;braço&#8221;, <strong>cam </strong>&#8220;mão&#8221; (<strong>camland</strong> &#8220;palma da mão&#8221;), <strong>paur </strong>&#8220;punho&#8221;, <strong>lebed</strong> &#8220;dedo&#8221;, <strong>tâl</strong> &#8220;pé&#8221; (mas uma pata de animal é chamada <strong>pôd</strong>), <strong>tellen</strong> &#8220;sola do pé&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">ALGUNS TÍTULOS E PROFISSÕES: <strong>aran</strong> &#8220;rei&#8221;, <strong>rîs</strong> &#8220;rainha&#8221; (cf. também <strong>rien</strong>, <strong>rîn</strong> &#8220;senhora coroada&#8221;), <strong>cunn</strong> &#8220;príncipe&#8221;, <strong>hîr</strong> &#8220;senhor, mestre&#8221; (outra palavra para &#8220;senhor&#8221; é <strong>brannon</strong>), <strong>hiril</strong> &#8220;senhora&#8221; (também <strong>brennil</strong>, a contraparte fem. da palavra masc. <strong>brannon</strong> assim como <strong>hiril</strong> corresponde à palavra masc. <strong>hîr</strong>), <strong>arphen</strong> &#8220;um nobre&#8221;, <strong>ithron</strong> (ou <strong>curunir</strong>) &#8220;mago&#8221;, <strong>condir</strong> &#8220;prefeito&#8221;, <strong>rochben</strong> &#8220;cavaleiro&#8221;, <strong>ceredir</strong> &#8220;artesão&#8221;, <strong>thavron</strong> &#8220;carpinteiro, artífice, construtor&#8221;, <strong>orodben</strong> &#8220;alpinista, monteiro&#8221;, <strong>pethron</strong> &#8220;narrador&#8221;, <strong>cennan</strong> &#8220;oleiro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">COMIDA: <strong>aes</strong> &#8220;comida cozida, carne&#8221;, <strong>bast</strong> &#8220;pão&#8221;, <strong>saw</strong> &#8220;suco&#8221;, <strong>peich </strong>&#8220;caldo, xarope&#8221;, <strong>glî</strong> &#8220;mel&#8221;, <strong>iau</strong> &#8220;milho&#8221;, <strong>solch</strong> &#8220;raiz comestível&#8221;, <strong>miruvor</strong> o licor de Imladris (evidentemente assim chamado por causa do nome em quenya <em>miruvórë</em>), <strong>cram</strong> bolo de farinha comprimida (freqüentemente contendo mel ou leite) usado em viagens longas, <strong>lembas</strong> o pão de viagem dos elfos.</p>
<p style="text-align: justify">TERMOS GEOGRÁFICOS: <strong>dôr</strong> (<strong>dor</strong>) &#8220;terra&#8221;, <strong>gardh</strong> &#8220;reino, um lugar mais ou menos delimitado ou definido, uma região&#8221; (assim em WJ: 402; o <em>Etimologias</em> possui <strong>ardh</strong>), <strong>sad</strong> &#8220;lugar, local&#8221;,<strong> rain</strong> &#8220;fronteira&#8221;, <strong>parth</strong> &#8220;campo&#8221;, <strong>pel</strong> &#8220;campo cercado&#8221; (pl. <strong>peli</strong>), <strong>orod</strong> &#8220;montanha&#8221; (pl. <strong>ered</strong> ou <strong>eryd</strong>), <strong>till </strong>e <strong>rass </strong>&#8220;chifre&#8221;, <strong>amon</strong> &#8220;colina&#8221; (pl. <strong>emyn</strong>), <strong>tunn</strong> &#8220;colina, monte&#8221;, <strong>dol</strong> ou <strong>dôl</strong> &#8220;colina&#8221;, <strong>penn</strong> &#8220;declividade&#8221;, <strong>ambenn</strong> &#8220;ladeira acima&#8221;, <strong>dadbenn</strong> &#8220;ladeira abaixo&#8221;, <strong>talad</strong> &#8220;um declive, encosta&#8221;, <strong>cîl</strong> &#8220;fenda&#8221;, <strong>ris </strong>ou <strong>ress </strong>&#8220;ravina&#8221;, <strong>iau</strong> &#8220;ravina, desfiladeiro, golfo&#8221; (esta palavra também significa &#8220;milho&#8221;; veja acima), <strong>talf</strong> &#8220;campo plano&#8221;, <strong>nan</strong> &#8220;vale&#8221; (mas <strong>nann</strong> &#8220;gramado amplo&#8221;), <strong>tum</strong> &#8220;vale profundo, sob ou entre colinas&#8221;, <strong>athrad</strong> &#8220;vau, passagem&#8221;, <strong>eryn</strong> &#8220;bosque&#8221;, <strong>taur</strong> &#8220;floresta enorme&#8221;, <strong>men</strong> &#8220;estrada&#8221;, <strong>ael</strong> &#8220;lagoa, lago&#8221; (pl. <strong>aelin</strong>), <strong>lîn</strong> &#8220;poço, lagoa&#8221;, <strong>eithel</strong> &#8220;fonte, nascente de água&#8221;, <strong>habad</strong> &#8220;costa&#8221;, <strong>sîr </strong>&#8220;rio&#8221; (em alguns nomes também <strong>duin</strong>: <strong>Anduin</strong>, <strong>Baranduin</strong>, <strong>Esgalduin</strong>), <strong>hûb</strong> ou <strong>hobas</strong> &#8220;porto&#8221; (também <strong>cirban</strong>), <strong>gaear</strong> (ou <strong>gaer</strong>) &#8220;mar&#8221;, <strong>toll</strong> &#8220;ilha&#8221;. Direções: <strong>Forod</strong> &#8220;norte&#8221;, <strong>Harad</strong> &#8220;sul&#8221;, <strong>Annûn</strong> &#8220;oeste&#8221;, <strong>Amrûn</strong> &#8220;leste&#8221;. Para &#8220;leste&#8221; e &#8220;oeste&#8221;, as palavras <strong>rhûn</strong> e <strong>dûn</strong> também são usadas (cf. <strong>Dúnedain</strong> &#8220;homem do oeste&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify">CLIMA: <strong>gwaew</strong> &#8220;vento&#8221;, <strong>alagos</strong> &#8220;vendaval&#8221;, <strong>hîth</strong> &#8220;bruma cinzenta&#8221;, <strong>mith</strong> &#8220;bruma branca, névoa úmida&#8221;, <strong>faun</strong> &#8220;nuvem&#8221;, <strong>glawar</strong> &#8220;luz do sol&#8221;, <strong>ross</strong> &#8220;chuva&#8221;, verbo <strong>eil</strong> &#8220;está chovendo&#8221; (ler provavelmente <strong>ail</strong> no estilo de sindarin do SdA).</p>
<p style="text-align: justify">OBJETOS CELESTES: <strong>Anor</strong> &#8220;sol&#8221;, <strong>Ithil</strong> &#8220;lua&#8221; (também chamada <strong>Rân</strong>), <strong>cúran</strong> &#8220;lua crescente&#8221;, <strong>gil</strong> &#8220;estrela&#8221; (também <strong>tim</strong>, <strong>tinw</strong> &#8220;pequena estrela, centelha&#8221;), forma poética <strong>êl</strong> &#8220;estrela&#8221; (pl. <strong>elin</strong>), <strong>elenath</strong> &#8220;hoste estrelada, todas as estelas do céu&#8221;. <strong>Borgil</strong>, nome de uma estrela vermelha, talvez Betelgeuse ou Algol. Constelações: <strong>Menelvagor</strong> = Órion, <strong>Cerch iMbelain</strong> (em quenya, <em>Valacirca</em>) &#8220;Foice dos Valar&#8221; = Ursa Maior, <strong>Remmirath</strong> = Plêiades (???). Palavra geral para &#8220;céu, os céus&#8221;: <strong>menel</strong> (tirada do quenya).</p>
<p style="text-align: justify">MÚSICA, POESIA, INSTRUMENTOS, MÚSICOS: <strong>glinn</strong> &#8220;canção, melodia&#8221;, <strong>glîr</strong> &#8220;canção, poema, balada&#8221;, <strong>glaer</strong> &#8220;balada, poema narrativo&#8221;, <strong>narn</strong> &#8220;conto&#8221; (em verso, mas para ser falado ao invés de cantado), verbo *<strong>gliri</strong>- &#8220;cantar&#8221; (traduzida errada como &#8220;glin&#8221; em LR: 359), verbo <strong>gannado</strong> ou <strong>ganno</strong> &#8220;tocar uma harpa&#8221;, substantivo <strong>gannel</strong> &#8220;harpa&#8221;, <strong>talagand</strong> &#8220;harpista&#8221;, verbo <strong>nella</strong>- &#8220;soar sinos&#8221;, <strong>nell</strong> &#8220;sino&#8221;. Alguns modos de versos são nomeados no corpus, <strong>ann-thennath</strong> e <strong>minlamad thent/estent</strong>, mas não sabemos precisamente o que significam.</p>
<p style="text-align: justify">GUERRA E ARMAMENTO: <strong>auth</strong> &#8220;guerra&#8221;, verbo <strong>dagro</strong>- &#8220;batalhar, guerrear&#8221;, verbo <strong>maetha</strong>- &#8220;lutar&#8221;, verbo <strong>degi</strong>- &#8220;matar, assassinar&#8221; (pretérito talvez *<strong>danc</strong>), <strong>dangen</strong> &#8220;morto&#8221; (como substantivo), <strong>maethor</strong> &#8220;guerreiro&#8221;, <strong>herth</strong> &#8220;tropa&#8221; (também usada para &#8220;família&#8221;), <strong>gweth</strong> &#8220;tropa de homens fortes, hoste, regimento&#8221;, <strong>coth</strong> &#8220;inimigo, inimizade&#8221;, <strong>dagor</strong> &#8220;batalha&#8221; (mas uma luta entre dois ou alguns é chamada <strong>maeth</strong>), <strong>hûl</strong> &#8220;grito de encorajamento em batalha&#8221;, <strong>megil</strong> ou <strong>magol</strong> &#8220;espada&#8221;, <strong>lang</strong> &#8220;sabre, espada&#8221;, <strong>crist</strong> &#8220;cutelo, espada&#8221;, <strong>hathel</strong> &#8220;espada larga&#8221;, <strong>sigil</strong> &#8220;adaga, faca&#8221;, <strong>grond</strong> &#8220;clava&#8221;, <strong>cú</strong> e <strong>peng </strong>&#8220;arco&#8221;, <strong>ech</strong> &#8220;lança&#8221;, <strong>naith</strong> ou <strong>aith</strong> &#8220;ponta de lança&#8221;, <strong>thôl</strong> &#8220;elmo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">ARQUITETURA: <strong>adab</strong> &#8220;edificação, casa&#8221; (pl. <strong>edeb</strong>), <strong>car</strong> ou <strong>cardh</strong> &#8220;casa&#8221;, <strong>henneth</strong> &#8220;janela&#8221;, <strong>annon</strong> &#8220;grande portão&#8221;, <strong>fenn</strong> &#8220;soleira&#8221;,<strong> thâm</strong> &#8220;salão&#8221;, <strong>thamas</strong> &#8220;grande salão&#8221;, <strong>panas </strong>ou <strong>talaf</strong> &#8220;chão, assoalho&#8221;, <strong>ram</strong> &#8220;muralha&#8221;, <strong>tobas</strong> &#8220;telhado&#8221;, <strong>telu</strong> &#8220;abó- bada, cúpula&#8221;, <strong>rond</strong> &#8220;teto abobadado ou arqueado, ou um grande salão ou câmara assim coberto&#8221;, <strong>barad</strong>, <strong>minas</strong> e <strong>mindon</strong> &#8220;torre&#8221;, <strong>ost</strong> &#8220;cidade, cidade com muralha ao redor, fortaleza&#8221;, <strong>gobel</strong> &#8220;vila ou casa murada, cidade&#8221;, <strong>caras</strong> &#8220;cidade construída acima do solo&#8221;, <strong>othlon</strong> &#8220;caminho pavimentado&#8221;, <strong>ostrad</strong> &#8220;rua&#8221; (em Minas Tirith também <strong>rath</strong>, ver CI: 481).</p>
<p style="text-align: justify">TEMPO: <strong>lû </strong>&#8220;uma época, ocasião&#8221;, <strong>erin</strong> &#8220;dia&#8221;, <strong>arad</strong> &#8220;um dia, dia claro&#8221;, <strong>daw</strong> &#8220;obscuridade, noite&#8221; (<strong>fuin</strong> &#8220;silêncio da noite, penumbra&#8221;), <strong>amrûn</strong> &#8220;nascer do sol&#8221; (também usado = &#8220;oriente, leste&#8221;), <strong>aur</strong> &#8220;dia, manhã&#8221;, <strong>thin</strong> (palavra poética) &#8220;entardecer&#8221;, <strong>dû</strong> &#8220;anoitecer, tarde da noite&#8221;, <strong>tinnu</strong> &#8220;crepúsculo estrelado, início da noite&#8221;, <strong>idhrin</strong> &#8220;ano&#8221;, <strong>anrand</strong> &#8220;ciclo, era&#8221;. Estações: <strong>echuir</strong> &#8220;agitação&#8221; (início da primavera), <strong>ethuil </strong>*&#8221;florescer&#8221; (final da primavera),<strong> laer </strong>&#8220;verão&#8221;, <strong>iavas</strong> &#8220;colheita&#8221; (início do outono), <strong>firith</strong> &#8220;dissipação&#8221; (final do outono), <strong>rhîw</strong> &#8220;inverno&#8221;. Para &#8220;outono&#8221;, a palavra <strong>narbeleth</strong> &#8220;sol esvanecente&#8221; também é usada; esta palavra também é usada com referência ao mês de outubro. Lista completa dos meses: <strong>Narwain</strong> &#8220;janeiro&#8221;, <strong>Nínui</strong> &#8220;fevereiro&#8221;, <strong>Gwaeron</strong> &#8220;março&#8221;, <strong>Gwirith</strong> &#8220;abril&#8221;, <strong>Lothron</strong> &#8220;maio&#8221;, <strong>Nórui</strong> &#8220;junho&#8221;, <strong>Cerveth</strong> &#8220;julho&#8221;, <strong>Urui</strong> &#8220;agosto&#8221;, <strong>Ivanneth</strong> &#8220;setembro&#8221;, <strong>Narbeleth</strong> &#8220;outubro&#8221;, <strong>Hithui</strong> &#8220;novembro&#8221;, <strong>Girithron</strong> &#8220;dezembro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">NÚMEROS: <strong>min</strong> 1, <strong>tad</strong> ou <strong>tâd</strong> 2, <strong>neled</strong> 3 (originalmente <strong>neledh</strong>), <strong>canad</strong> 4, <strong>leben</strong> 5, <strong>eneg</strong> 6, <strong>odo</strong> ou <strong>odog</strong> 7, <strong>toloth</strong> 8, <strong>neder</strong> 9, <strong>caer</strong> 10. Para 11 e 12 temos os radicais primitivos <em>MINIK-W-</em> e <em>RÁSAT</em> , mas as palavras em sindarin não são dadas; &#8220;onze&#8221; pode ser *<strong>minib</strong> ou possivelmente *<strong>minig</strong> (quenya <em>minquë</em>, cf. <strong>eneg</strong> = <em>enquë</em>). Uma &#8220;grosa&#8221;, 144, o primeiro número de três dígitos no sistema de contagem duodecimal élfico, é em sindarin chamado <strong>host</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">CORES: <strong>baran</strong> &#8220;marrom (escuro)&#8221; (cf. o rio <strong>Baranduin</strong>), <strong>calen</strong> &#8220;verde&#8221; (também <strong>laeg</strong>), <strong>caran</strong> &#8220;vermelho&#8221; (também <strong>coll</strong> e <strong>narw</strong>/<strong>naru</strong>), <strong>crann</strong> &#8220;avermelhado&#8221;, <strong>donn</strong> &#8220;moreno&#8221;, <strong>fein</strong> &#8220;branco&#8221; (como nuvens; lido talvez <strong>fain</strong> no estilo de sindarin do SdA), <strong>gaer</strong> &#8220;cúpreo (cor de cobre)&#8221;, <strong>elw </strong>&#8220;azul claro&#8221;, *<strong>glân</strong> &#8220;branco&#8221; (apenas a forma lenizada <strong>&#8216;lân</strong> é atestada), <strong>gloss </strong>&#8220;branco como a neve&#8221; (também o substantivo &#8220;neve&#8221;), <strong>luin </strong>&#8220;azul&#8221;, <strong>malen </strong>&#8220;amarelo&#8221;, <strong>mithren</strong> &#8220;cinza&#8221;, <strong>morn</strong> &#8220;preto, escuro&#8221; (traduzido errado como &#8220;moru&#8221; em LR: 374), <strong>nim</strong> &#8220;branco, claro&#8221;, <strong>rhosc</strong> &#8220;marrom&#8221;, <strong>thinn</strong> &#8220;cinza&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">ALGUNS ADJETIVOS COMUNS: <strong>bein</strong> &#8220;lindo, belo&#8221;, <strong>mell</strong> &#8220;querido, amado&#8221;, <strong>maer </strong>&#8220;útil, bom&#8221; (de coisas), <strong>um</strong> &#8220;mau&#8221;, *<strong>faeg</strong> &#8220;ruim, perverso&#8221;, *<strong>raeg</strong> &#8220;errado&#8221; (atualizado da palavra em &#8220;noldorin&#8221; <em>foeg</em>, <em>rhoeg</em> em LR: 387, 383), <strong>orchal</strong> &#8220;alto, superior&#8221;, <strong>ann </strong>&#8220;longo&#8221;, <strong>thent </strong>&#8220;curto&#8221;, <strong>beleg </strong>&#8220;forte&#8221;, <strong>ûr</strong> &#8220;amplo&#8221;, <strong>daer</strong> &#8220;grande&#8221;, <strong>tithen</strong> e <strong>pigen</strong> &#8220;pequenino&#8221;, <strong>parch</strong> &#8220;seco&#8221;, <strong>mesc</strong> &#8220;molhado&#8221;, <strong>ninn </strong>&#8220;delgado&#8221;,<strong> tûg</strong> &#8220;grosso, gordo&#8221;, <strong>long </strong>&#8220;pesado&#8221;, <strong>pant</strong> &#8220;cheio&#8221;, <strong>lost</strong> &#8220;vazio&#8221; (também <strong>caun</strong>), <strong>laug</strong> &#8220;quen- te&#8221;, <strong>ring</strong> &#8220;frio&#8221;, <strong>feir</strong> &#8220;direito&#8221;, <strong>heir</strong> &#8220;esquerdo&#8221;, <strong>taer</strong> &#8220;reto&#8221;, <strong>raen</strong> &#8220;curvo, torto&#8221;, <strong>sein</strong> &#8220;novo&#8221;, <strong>brûn</strong> &#8220;velho&#8221; (mas não but not transformado ou usado), <strong>gern </strong>&#8220;velho, usado&#8221; (de coisas), <strong>neth</strong> &#8220;jovem&#8221;, <strong>iaur</strong> &#8220;velho, antigo&#8221; (de coisas ou pessoas), <strong>ingem</strong> &#8220;velho&#8221; (lit. &#8220;doente pelos anos&#8221;, sofrendo de idade avançada; esta palavra foi criada após os elfos encontrarem os homens mortais), <strong>cuin</strong> &#8220;vivo&#8221;, <strong>gwann</strong> &#8220;falecido, morto&#8221;. <em>(Nota: no estilo de sindarin do SdA, talvez devessemos ler <strong>ai</strong> para <strong>ei </strong>nos adjetivos <strong>bein</strong>, <strong>feir</strong>, <strong>heir</strong>, <strong>sein</strong>.)</em></p>
<p style="text-align: justify">ALGUNS VERBOS COMUNS: <strong>car</strong>- &#8220;criar, fazer&#8221; (pret. <strong>agor</strong>),<strong> gar</strong>- &#8220;segurar, ter&#8221;,<strong> tiri</strong>- &#8220;observar&#8221;,<strong> </strong>?<strong>glenna</strong>- &#8220;ir&#8221; (<strong>anglenna</strong>- &#8220;aproximar&#8221;), <strong>medi</strong> &#8220;comer&#8221;, <strong>mudo</strong>- &#8220;trabalhar&#8221;,<strong> teli</strong>- &#8220;vir&#8221; (presente <strong>tûl</strong>, <strong>tôl</strong>), <strong>ped</strong>- &#8220;falar&#8221;, <strong>anno</strong>- &#8220;dar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">PREPOSIÇÕES: <strong>adel</strong> &#8220;atrás, na traseira de&#8221;, <strong>am </strong>&#8220;em cima&#8221;, <strong>an </strong>&#8220;para, a&#8221;,<strong> ab </strong>&#8220;depois, após&#8221; (atestada apenas como prefixo),<em> </em><strong>ath</strong>- prefixo &#8220;através de, em ambos os lados&#8221;, <strong>athan</strong> &#8220;além&#8221;, <strong>dad</strong> &#8220;embaixo&#8221;, <strong>dan</strong> *&#8221;contra&#8221;, <strong>o </strong>&#8220;de, a partir de&#8221; (<strong>uin</strong> &#8220;desde&#8221;), <strong>im </strong>&#8220;entre&#8221;, <strong>na </strong>&#8220;para, com, por&#8221;, <strong>nef</strong> &#8220;neste lado de&#8221;, <strong>no </strong>&#8220;sob&#8221; (<strong>nui</strong> &#8220;debaixo de&#8221;), <strong>or </strong>&#8220;acima&#8221;, <strong>tri </strong>&#8220;através&#8221;. Carecemos de palavras para &#8220;em&#8221; e &#8220;antes&#8221;. A palavra <strong>ned</strong> que ocorre em <em>Sauron Defeated</em> (pág. 131, em escrita Tengwar) tem sido usada por alguns para &#8220;em&#8221;.</p>
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		<title>Conjugação Sugerida (Sindarin)</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Apr 2006 03:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tilion</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Geralmente, a gramática dos idiomas de Tolkien é relativamente simples e clara. Uma das características mais complexas parece ser a conjugação do verbo sindarin. Deve-se enfatizar, porém, que não temos uma gramática criada por Tolkien para consultar; ele certamente escreveu &#8230; <a href="http://www.ardalambion.com.br/conjugacao-sugerida-sindarin/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-size: x-small"> </span></h1>
<div style="text-align: justify">Geralmente, a gramática dos idiomas de Tolkien é relativamente  simples e clara. Uma das características mais complexas parece ser a conjugação  do verbo sindarin. Deve-se enfatizar, porém, que não temos uma gramática criada  por Tolkien para consultar; ele certamente escreveu sobre estas coisas, mas o  material relevante não foi publicado. De modo que temos que reconstruir o  sistema a partir de evidências muito escassas, e publicações futuras podem  alterar significativamente nossa compreensão. Para citar meu próprio artigo  sobre o sindarin, &#8220;Para ser exato, centenas de verbos são listados no  <em>Etimologias</em>, mas temos tão poucos <em>textos</em> reais em sindarin que nem  sempre podemos ter certeza de como estes verbos são conjugados. No próprio Etim,  Tolkien às vezes listou algumas formas flexionadas de um verbo próximo à forma  básica, mas suas notas são extremamente densas, e freqüentemente não fica claro  qual o significado pretendido das formas flexionadas. Mas se tentarmos  generalizar a partir de nossos poucos exemplos, levando em conta tudo o que  achamos que sabemos sobre a fonologia Eldarin, a evolução do sindarin e o  sistema verbal primitivo como pode ser suposto a partir do quenya, podemos  chegar a algo como o sistema que vamos esboçar aqui.&#8221;</div>
<div style="text-align: justify"><span id="more-148"></span> Ao preparar meu <a href="http://www.ardalambion.com.br/sindarin.php">artigo</a> sobre sindarin,  tentei conjugar todos os verbos sindarin atestados em todas suas formas  conhecidas, de acordo com o sistema reconstruído por David Salo. Este foi um  exercício útil. Ocorreu-me que eu deveria publicar a lista completa, visto que  isto pode facilitar as tentativas de se escrever em sindarin. Infelizmente, os  verbos sindarin conhecidos não são muito numerosos (somando menos de 200),  limitando severamente o que podemos expressar neste idioma. Mesmo assim, uma  análise dos verbos conhecidos ou supostos pode ser útil, de modo que possíveis  escritores possam saber o que <em>é</em> possível expressar. Contudo, mesmo se o  verbo com o significado desejado não se encontra na lista abaixo, nem tudo está  perdido. Algumas vezes podemos extrapolar verbos sindarin a partir do quenya ou  de algum outro idioma Eldarin, e deve haver muitos verbos na grande quantidade  de material não publicado que, esperamos, estará disponível algum dia para  estudo.</div>
<p style="text-align: justify"><em>LEGENDA:</em> na lista abaixo, os verbos são apresentados como este exemplo  (o segundo na lista): <strong>adertha</strong>- &#8220;reunir&#8221;, inf. <strong>adertho</strong>, pres.  <strong>adertha</strong>, pret. <strong>aderthanne</strong>- (3ª sing. <strong>aderthant</strong>), fut.  <strong>aderthatha</strong>, imp. <strong>adertho</strong>, part. <strong>aderthol</strong> (perfeito  <strong>aderthiel</strong>), pp. <strong>aderthannen</strong> (pl. <strong>aderthennin</strong>), ger.  <strong>aderthad</strong>. Assim, o verbo é listado em dez formas principais:<br />
1. Primeiro, como a  entrada principal, vem o &#8220;radical&#8221; não flexionado do verbo, seguido por seu  significado: <strong>adertha</strong>- &#8220;reunir&#8221;.<br />
2. Segue-se então o  &#8220;inf.&#8221;, de forma <em>infinitiva</em>, neste caso <strong>adertho</strong>: &#8220;reunir&#8221;.<br />
3. O &#8220;pres.&#8221; ou  <em>presente</em> é listado a seguir, <strong>adertha</strong>: &#8220;reúne&#8221; ou &#8220;está reunindo&#8221;.  É possível, entretanto, que aquilo que chamamos de presente seja, ao invés disso  (em muitos casos), o aoristo; assim, significa mais estritamente &#8220;reúne&#8221; ao  invés do contínuo &#8220;está reunindo&#8221;. Não sabemos se sindarin faz tais distinções.  Está claro que muitos dos &#8220;presentes&#8221; aqui apresentados descendem das mesmas  formas que surgiram como aoristos em quenya.<br />
4. O &#8220;pret.&#8221; =  <em>pretérito</em> é listado aqui duas vezes, <strong>aderthanne</strong>- e a 3ª pessoa do  singular <strong>aderthant</strong>. A forma <strong>aderthanne</strong>- não é completa por si só,  como indicado pelo hífen final. Ela deve receber alguma <em>desinência</em> para a  pessoa ou número apropriados; veja abaixo. Em alguns casos, o mesmo se aplica ao  presente: há duas formas listadas, a 3ª pessoa do singular, que é completa por  si só, e uma forma alternativa que abrange todas as outras pessoas e números, a  ser especificada pela adição da desinência apropriada (ao invés do hífen final).<br />
5. Após o pretérito  segue-se o &#8220;fut.&#8221; = <em>futuro</em>, aqui <strong>aderthatha</strong> &#8220;reunirá&#8221;.<br />
6. Em seguida vem o  <em>imperativo</em>, sempre terminando em -<strong>o</strong>: <strong>adertho</strong> &#8220;reuna!&#8221; O  imperativo em -<strong>o</strong> abrange todas as pessoas e números (<em>Letters</em>:  427). Em muitos casos, incluindo nosso exemplo, o imperativo e o infinitivo são  idênticos em forma (mas em outra classe de verbos, o infinitivo possui a  desinência distinta -<strong>i</strong>).<br />
7. Após o imperativo  segue-se o &#8220;part.&#8221; = <em>particípio</em>. Por particípio nos referimos aqui ao  particípio <em>ativo</em> ou <em>presente</em> (em oposição ao &#8220;pp.&#8221; =  particípio passado/passivo). O particípio ativo é listado em duas variantes. O  particípio &#8220;normal&#8221;, em nosso exemplo <strong>aderthol</strong>, é uma palavra com  significado adjetivo, &#8220;reunindo&#8221; <span style="color: #3333ff">(às vezes, o particípio  passado também adota a desinência -<em>nte</em>, como por exemplo em uma das  traduções possíveis de <em>falling</em>: cade<strong>nte</strong>. N. do T.)</span> descrevendo uma ação corrente. Mas, sucedendo-o em parênteses, também listamos:<br />
8. outro particípio  ativo com um significado de tempo <em>perfeito</em>: <strong>aderthiel</strong>, que pode  ser traduzida &#8220;tendo reunido&#8221;. A palavra ainda é adjetiva, mas ela descreve uma  ação completada ao invés de uma corrente.<br />
9. O &#8220;pp.&#8221; =  <em>particípio passado</em> (ou melhor, <em>passivo</em>) é listado a seguir. Esta é  outra derivação adjetiva, geralmente descrevendo o estado no qual um objeto  entra quando exposto a esta ação verbal: se você &#8220;reúne&#8221; algo, ele se torna  <strong>aderthannen</strong> = &#8220;reunido&#8221;. Como a maioria dos adjetivos, o particípio  passado também possui uma forma <em>plural</em> distinta, usada quando ele  descreve um substantivo no plural ou múltiplos substantivos. Listamos a forma  entre parênteses (<strong>aderthennin</strong>).</p>
<p style="text-align: justify"><span>NOTA:  Por causa de seu significado, descrevendo um <em>estado</em> ou uma ação  completamente intransitiva, alguns verbos podem não possuir quaisquer  particípios passados (ex: <strong>cuina</strong>- &#8220;estar vivo&#8221;); ainda listamos a forma  que ele teria (neste caso <strong>cuinannen</strong> pl. <strong>cuinennin</strong>), embora em tais  casos o &#8220;particípio passado&#8221; possa, na verdade, não ter sentido &#8211; nunca  realmente ocorrendo em textos sindarin.</span></p>
<p style="text-align: justify">10. Finalmente  listamos o &#8220;ger.&#8221; = <em>gerúndio</em>, que é um substantivo verbal <span style="color: #3333ff">(em inglês; logo, o gerúndio sindarin será traduzido muitas vezes  como um substantivo em português, ao invés de na forma verbal contínua, isto é,  com a desinência -<em>ndo</em>)</span>: <strong>aderthad</strong>, &#8220;reunindo&#8221; ou &#8211; como é  traduzido no <em>Silmarillion</em> capítulo 13 &#8211; &#8220;reunião&#8221; (a narrativa se  referindo à <strong>Mereth Aderthad</strong> ou &#8220;Festa da Reunião&#8221;). Não confunda este  substantivo derivado com o particípio ativo, que possui um significado  <em>adjetivo</em> (embora em inglês [e português] tanto os gerúndios como os  particípios ativos possam ser traduzidos como uma forma em &#8220;-ndo&#8221;, como  &#8220;reunindo&#8221; neste caso).</p>
<p style="text-align: justify"><em>Desinências de número e pessoa:</em> exceto pela 3ª pessoa do singular, o  verbo sindarin adota desinências para várias pessoas. As formas finitas listadas  abaixo geralmente estão na 3ª pessoa do singular, que podem ser transformadas em  outra pessoa ao se adicionar a desinência apropriada. Quando a forma que for  receber a desinência difere de certo modo da 3ª pessoa do singular, ela é  listada com um hífen no final onde a desinência deve ser anexada, e a 3ª pessoa  do singular é listada entre parênteses imediatamente em seguida, em um exemplo  como este: &#8220;<strong>ortha</strong>- &#8220;erguer&#8221; (&#8230;) pret. <strong>orthanne</strong>- (3ª sing  <strong>orthant</strong>).&#8221; A forma <strong>orthanne</strong>- é incompleta por si só e deve receber  um desinência. Estas são as desinências conhecidas com certeza para diferentes  pessoas, atestadas em material publicado: primeira pessoa do singular -<strong>n</strong> (&#8220;eu&#8221;), primeira pessoa do plural -<strong>m</strong> (&#8220;nós&#8221;), e terceira pessoa do plural  -<strong>r</strong> (que só é atestada como uma mera flexão de plural, mas possivelmente  ela pode ser usada para traduzir &#8220;eles&#8221;). Assim, teríamos por exemplo  <strong>orthannen</strong> &#8220;ergui&#8221;, <strong>orthannem</strong> &#8220;erguemos&#8221;, <strong>orthanner</strong> &#8220;ergueram&#8221; (ou apenas a forma plural deste verbo, usada onde há um sujeito no  plural). Uma pequena peculiaridade não é indicada na lista abaixo: quando a  desinência -<strong>n</strong> para &#8220;eu&#8221; é adicionada a uma forma finita terminando em  -<strong>a</strong>, esta vogal por alguma razão muda para -<strong>o</strong>- antes desta  desinência pronominal. A 3ª pessoa do sing. forma <strong>linna</strong> &#8220;canta, está  cantando&#8221; e seu futuro <strong>linnatha</strong> &#8220;cantará&#8221;, e portanto aparece como  <strong>linnon</strong> &#8220;canto&#8221; e <strong>linnathon</strong> &#8220;cantarei&#8221; (estas duas formas de  primeira pessoa são atestadas diretamente: o futuro em <em>A Elbereth  Gilthoniel</em> e o presente na <em>Canção de Lúthien</em>). &#8211; A desinência para a  2ª pessoa (&#8220;tu, vós, você/vocês&#8221;, singular ou plural) não aparece em material  publicado. Contudo, em uma mensagem da lista Elfling em 22 de janeiro de 2002,  Carl F. Hostetter escreveu: &#8220;Algumas cartas apresentam -<em>ch</em> como a 2ª  pessoa do sing.&#8221; Como ele adicionou imediatamente, esta desinência possuía  outros significados nas primeiras fases conceituais, mas hoje ela é mais  conhecida como a desinência para &#8220;tu, você&#8221; (assim usada no sindarin dos  filmes). Não temos informação explícita sobre o <em>plural</em> &#8220;vós, vocês&#8221;;  algumas pessoas supõem que a desinência relevante é -<strong>l</strong>, correspondendo à  desinência -<em>llë</em> do quenya.</p>
<p style="text-align: justify"><em>A 3ª pessoa do singular:</em> esta forma, listada por si mesma, pode ser  considerada a forma básica a partir das quais as formas com desinências são  derivadas. Esta é também a forma usada se um pronome independente (de qualquer  pessoa) é usado ao invés de uma desinência pronominal anexada ao próprio verbo,  como a inscrição no Portão de Moria: <strong>Im Narvi hain echant</strong>, &#8220;eu, Narvi, as  fiz&#8221;. Se &#8220;eu&#8221; não tivesse sido expresso como uma palavra separada (<strong>im</strong>), a  desinência de primeira pessoa -<strong>n</strong> poderia ter sido adicionada diretamente  ao verbo <strong>echant</strong>, produzindo *<strong>echannen</strong> &#8220;fiz&#8221; (modificada a partir  de **<em>echanten</em> por razões fonológicas). &#8211; Embora a 3ª pessoa não possua  uma desinência pronominal distinta, parece que um pronome independente como  <strong>e</strong> pode ser freqüentemente colocado antes dela para fins de  esclarecimento, como em <strong>e aníra</strong> &#8220;ele deseja&#8221; na Carta do Rei (SD: 128-9).  Foi teorizado que o <strong>e</strong> pode não significar especificamente &#8220;ele&#8221;, mas sim  um indicador geral de 3ª pessoa, abrangendo também &#8220;ela&#8221;. (Mas pelo menos em um  estado primitivo, Tolkien também visualizou pronomes de gêneros específicos:  <strong>ho</strong> &#8220;ele&#8221;, <strong>he</strong> &#8220;ela&#8221;, <strong>ha</strong> &#8220;ele/ela/isto (neutro)&#8221;: LR: 385.  Estes também seriam usados em conjunto com a forma de 3ª pessoa do singular do  verbo.)</p>
<p style="text-align: justify"><em>Verbos nasalizados:</em> quando um verbo é produzido a partir de um radical  que originalmente possuía uma oclusiva inicial nasalizada <strong>mb</strong>-,  <strong>nd</strong>-, ou <strong>ng</strong>- (cujas combinações são preservadas em certas  circunstâncias), isto é indicado na lista, em um exemplo como este:  <strong>banga</strong>- (<strong>mb</strong>-) &#8220;negociar, comercializar&#8221;. Após o pronome relativo  <strong>i</strong> &#8220;quem&#8221;, plural <strong>in</strong>, tais verbos possuem mutações que diferem das  &#8220;normais&#8221; &#8211; ex: em uma frase relativa como <strong>i manga</strong> &#8220;que/quem negocia&#8221;  (para <em>i mbanga</em>), pl. <strong>i mbangar</strong> &#8220;que negociam&#8221; (para <em>in  mbangar</em>). Um verbo &#8220;normal&#8221; em <strong>b</strong>-, isto é, um <strong>b</strong> que <em>não</em> descende de <strong>mb</strong>- mais primitivo, comportaria-se de modo diferente:  <strong>beria</strong>- &#8220;proteger&#8221; se tornaria <strong>i veria</strong> &#8220;que protege&#8221; (para <em>i  beria</em>), pl. <strong>i meriar</strong> &#8220;que protegem&#8221; (para <em>in beriar</em>). Veja meu  principal artigo sobre o <a href="http://www.ardalambion.com.br/sindarin.php">sindarin</a> sobre mas mutação  suave e a nasal (observe a seção &#8220;Casos especiais: o desenvolvimento das  oclusivas nasalizadas&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify"><em>Símbolos especiais usados aqui:</em> ! = palavra ou forma não atestada ou  especulativa a partir de uma palavra deduzida de outras palavras ou raízes (ex:  !<strong>cab</strong>- <em>saltar</em>, atestada apenas como o gerúndio <strong>cabed </strong><em>salto</em> [funcionando como um substantivo em português]), ? = palavra ou  forma incerta. O asterisco * marca uma forma que não é atestada, ou porque ela  foi alterada a partir do que parece ser um erro de digitação ou a partir de uma  leitura errada das fontes, ou no sentido de que ela foi alterada de sua forma  atestada em outro idioma de Tolkien &#8211; geralmente alguma variante de &#8220;noldorin&#8221; &#8211;  para sua provável (mas não atestada) forma sindarin. Um exemplo é *<strong>rhib</strong>-  <em>arranhar</em>, para a palavra &#8220;noldorin&#8221; <strong>thrib</strong>-. (Algumas atualizações  bem simples e triviais, tais como ler <strong>l</strong>- em sindarin ao invés do  <strong>lh</strong>- &#8220;noldorin&#8221;, não estão especialmente indicadas de algum modo.) &#8211; Estes  símbolos não são usados de um modo completamente consistente; é claro que a  grande maioria das formas verbais listadas aqui não é atestada como tal, e mesmo  assim tais formas não são especialmente indicadas de algum modo.</p>
<h2 style="text-align: justify">Lista de verbos  sindarin</h2>
<div style="text-align: justify">!<strong>abonna</strong>- *&#8221;nascer depois&#8221;, isto é, &#8220;dar à luz uma criança que não é o  primogênito&#8221; (talvez na verdade não usada como um verbo; apenas o pp.  <em>Abonnen</em><strong> </strong>pl. <em>Ebennin</em> [arcaico <em>Eboennin</em>, WJ: 387] é  atestado, o equivalente da palavra em quenya <em>Apanónar</em>, ost  &#8220;Nascidos-depois&#8221; como um nome dos homens mortais, os Filhos de Ilúvatar que  vieram após os elfos). Inf. <strong>abonno</strong>, pres. <strong>abonna</strong>, pret.  <strong>abonne</strong>- (3ª sing. <strong>abonnant</strong>), fut. <strong>abonnatha</strong>, imp.  <strong>abonno</strong>, part. <strong>abonnol</strong> (perfeito <strong>abenniel</strong>), pp.  <strong>abonnen</strong> (pl. <strong>ebennin</strong>), ger. <strong>abonnad</strong><br />
<strong> </strong>!<strong>adertha</strong>- &#8220;reunir&#8221;, inf. <strong>adertho</strong>, pres. <strong>adertha</strong>, pret.  <strong>aderthanne</strong>- (3ª sing. <strong>aderthant</strong>), fut. <strong>aderthatha</strong>, imp.  <strong>adertho</strong>, part. <strong>aderthol</strong> (perfeito <strong>aderthiel</strong>), pp.  <strong>aderthannen</strong> (pl. <strong>aderthennin</strong>), ger. <strong>aderthad</strong> <em>(a última  sendo a única forma atestada)</em><br />
<strong> </strong>*<strong>adlanna</strong>- &#8220;inclinar&#8221;, inf. <strong>adlanno</strong>, pres. <strong>adlanna</strong>,  pret. <strong>adlanne</strong>- (3ª sing. <strong>adlannant</strong>, ou talvez apenas  <strong>adlant</strong>), fut. <strong>adlannatha</strong>, imp. <strong>adlanno</strong>, part.  <strong>adlannol</strong> (perfeito <strong>edlenniel</strong>), pp. <strong>adlannen</strong> (pl.  <strong>edlennin</strong>), ger. <strong>adlannad</strong>. <em>Este verbo misteriosamente aparece  como &#8220;atlanno&#8221; na fonte, LR: 390 s.v. </em>TALÁT<em>, mas de acordo com tudo que  pensamos conhecer sobre o idoima, <strong>t</strong> deveria ser lenizado para <strong>d</strong> nesta posição.</em><br />
<strong> anglenna</strong>- &#8220;aproximar&#8221;, inf. <strong>anglenno</strong>, pres. <strong>anglenna</strong>, pret.  <strong>anglenne</strong>- (3ª sing. <strong>anglennant</strong>), fut. <strong>anglennatha</strong>, imp.  <strong>anglenno</strong>, part. <strong>anglennol</strong> (perfeito <strong>anglenniel</strong>), pp.  <strong>anglennannen</strong> (pl. <strong>anglennennin</strong>) <em>(provavelmente com frequência  encurtado para <strong>anglennen</strong> pl. <strong>anglennin</strong>)</em>, ger. <strong>anglennad</strong><br />
<strong> aníra</strong>-  &#8220;desejar&#8221;, inf. <strong>aníro</strong>, pres. <strong>aníra</strong>, pret. <strong>anirne</strong>- (3ª sing.  <strong>anirn</strong>), fut. <strong>aníratha</strong>, imp. <strong>aníro</strong>, part. <strong>anírol</strong> (perfeito <strong>aníriel</strong>), pp. <strong>anirnen</strong> (pl. <strong>anirnin</strong>), ger.  <strong>anírad</strong><br />
<strong> anna</strong>- &#8220;dar&#8221;, inf. <strong>anno</strong>, pres. <strong>anna</strong>, pret. irregular  <strong>one</strong>- (3ª sing. <strong>aun</strong>), fut. <strong>annatha</strong>, imp. <strong>anno</strong>, part.  <strong>annol</strong> (perfeito <strong>óniel</strong>), pp. <strong>onen</strong> (pl. <strong>onin</strong>), ger.  <strong>annad</strong><br />
<strong> aphada</strong>- &#8220;seguir&#8221;, inf. <strong>aphado</strong>, pres. <strong>aphada</strong>, pret.  <strong>aphanni</strong>- (3ª sing. <strong>aphadant</strong>), fut. <strong>aphadatha</strong>, imp.  <strong>aphado</strong>, part. <strong>aphadol</strong> (perfeito <strong>aphódiel</strong>), pp.  <strong>aphannen</strong> (pl. <strong>ephennin</strong>), ger. <strong>aphaded</strong><br />
!<strong>athra</strong>-  &#8220;cruzar&#8221;, inf. <strong>athro</strong>, pres. <strong>athra</strong>, pret. <strong>athranne</strong>- (3ª  sing. <strong>athrant</strong>), fut. <strong>athratha</strong>, imp. <strong>athro</strong>, part.  <strong>athrol</strong> (perfeito <strong>ethriel</strong>), pp. <strong>athrannen</strong> (pl.  <strong>ethrennin</strong>), ger. <strong>athrad </strong><em>(a última sendo a única forma atestada,  mas cf. a próxima entrada)</em><br />
<strong> athrada</strong>-  &#8220;atravessar, cruzar&#8221;, inf. <strong>athrado</strong>, pres. <strong>athrada</strong>, pret.  <strong>athranne</strong>- (3ª sing. <strong>athrant</strong>), fut. <strong>athradatha</strong>, imp.  <strong>athrado</strong>, part. <strong>athradol</strong> (perfeito <strong>athródiel</strong>), pp.  <strong>athrannen</strong> (pl. <strong>ethrennin</strong>), ger. <strong>athradad</strong><br />
<strong> ava</strong>- &#8220;não  irá&#8221;; <strong>avo</strong> &#8220;não&#8221; <em>(antes de verbos imperativos, qualquer consoante  inicial destes é lenizada: <strong>avo garo!</strong> &#8220;não faça [isto]!&#8221;, <strong>garo</strong> sendo a forma lenizada do imperativo de <strong>car</strong>-, q.v.)</em> Inf. <strong>avo</strong>,  pres. <strong>ava</strong>, pret. <strong>amme</strong>- (3ª sing. <strong>am</strong>), fut. <strong>avatha</strong>,  imp. <strong>avo</strong>, part. <strong>avol</strong> (perfeito <strong>óviel</strong>), pp. <strong>ammen</strong> (pl. <strong>emmin</strong>), ger. <strong>avad</strong><br />
<strong> awartha</strong>-  &#8220;abandonar&#8221;, inf. <strong>awartho</strong>, pres. <strong>awartha</strong>, pret. <strong>awarthanne</strong>-  (3ª sing. <strong>awarthant</strong>), fut. <strong>awarthatha</strong>, imp. <strong>awartho</strong>, part.  <strong>awarthol</strong> (perfeito <strong>ewerthiel</strong>), pp. <strong>awarthannen</strong> (pl.  <strong>ewerthennin</strong>), ger. <strong>awarthad</strong><br />
<strong> bad</strong>- &#8220;ir&#8221;,  inf. <strong>bedi</strong>, pres. <strong>bedi</strong>- (3ª sing. <strong>bâd</strong>), pret. <strong>benni</strong>-  (3ª sing. <strong>bant</strong>), fut. <strong>beditha</strong>, imp. <strong>bado</strong>, part.  <strong>badel</strong> (perfeito <strong>bódiel</strong>), pp. <strong>bannen</strong> (pl. <strong>bennin</strong>),  ger. <strong>baded</strong><br />
<strong> banga</strong>- (<strong>mb</strong>-) &#8220;negociar&#8221;, inf. <strong>bango</strong>, pres. <strong>banga</strong>, pret.  <strong>bengi</strong>- (3ª sing. <strong>banc</strong>), fut. <strong>bangatha</strong>, imp. <strong>bango</strong>,  part. <strong>bangol</strong> (perfeito <strong>bengiel</strong>), pp. <strong>bangen</strong> (pl.  <strong>bengin</strong>), ger. <strong>bangad</strong><br />
<strong> bartha</strong>-  (<strong>mb</strong>-) &#8220;condenar&#8221;,<strong> </strong>inf. <strong>bartho</strong>, pres. <strong>bartha</strong>, pret.  <strong>barthanne</strong>- (3ª sing. <strong>barthant</strong>), fut. <strong>barthatha</strong>, imp.  <strong>bartho</strong>, part. <strong>barthol</strong> (perfeito <strong>berthiel</strong>), pp.  <strong>barthannen</strong> (pl. <strong>berthennin</strong>), ger. <strong>barthad</strong><br />
<strong> batha</strong>- &#8220;pisar,  esmagar com os pés&#8221;, pres. <strong>batha</strong>, pret. <strong>bathanne</strong>- (3ª sing.  <strong>bathant</strong>), fut. <strong>bathatha</strong>, imp. <strong>batho</strong>, part. <strong>bathol</strong> (perfeito <strong>bethiel</strong>), pp. <strong>bathannen</strong> (pl. <strong>bethennin</strong>), ger.  <strong>bathad</strong><br />
<strong> baugla</strong>- (<strong>mb</strong>-) &#8220;reprimir, oprimir&#8221;; inf. <strong>bauglo</strong>, pres.  <strong>baugla</strong>, pret. <strong>bauglanne</strong>- (3ª sing. <strong>bauglant</strong>), fut.  <strong>bauglatha</strong>, imp. <strong>bauglo</strong>, part. <strong>bauglol</strong> (perfeito  <strong>baugliel</strong>), pp. <strong>bauglannen</strong> (pl. <strong>bauglennin</strong>), ger.  <strong>bauglad</strong><br />
<strong> baw</strong> &#8220;não!&#8221; (apenas imperativo)<br />
<strong> beria</strong>-  &#8220;proteger&#8221;, inf. <strong>berio</strong>, pres. <strong>beria</strong>, pret. <strong>berianne</strong>- (3ª  sing. <strong>beriant</strong>), fut. <strong>beriatha</strong>, imp. <strong>berio</strong>, part.  <strong>beriol</strong> (perfeito <strong>bóriel</strong>), pp. <strong>beriannen</strong> (pl.  <strong>beriennin</strong>), ger. <strong>beriad</strong><br />
<strong> bertha</strong>-  &#8220;ousar&#8221;, inf. <strong>bertho</strong>, pres. <strong>bertha</strong>, pret. <strong>berthanne</strong>- (3ª  sing. <strong>berthant</strong>), fut. <strong>berthatha</strong>, part. <strong>berthol</strong> (perfeito  <strong>berthiel</strong>), pp. <strong>berthannen</strong> (pl. <strong>berthennin</strong>), ger.  <strong>berthad</strong><br />
<strong> blab</strong>- &#8220;bater&#8221; (inclusive asas), inf. <strong>blebi</strong>, pres. <strong>blebi</strong>- (3ª  sing. <strong>blâb</strong>), pret. <strong>blemmi</strong>- (3 sing <strong>blamp</strong>), fut.  <strong>blebitha</strong>, imp. <strong>blabo</strong>, part. <strong>blabel</strong> (perfeito  <strong>blóbiel</strong>), pp. <strong>blammen</strong> (pl. <strong>blemmin</strong>), ger. <strong>blabed</strong><br />
<strong> boda</strong>- &#8220;banir,  proibir&#8221;, inf. <strong>bodo</strong>, pres. <strong>boda</strong>, pret. <strong>bodanne</strong>- (3ª sing.  <strong>bodant</strong>), fut. <strong>bodatha</strong>, part. <strong>bodol</strong> (perfeito  <strong>bódiel</strong>), pp. <strong>bodannen</strong> (pl. <strong>bodennin</strong>), ger. <strong>bodad</strong><br />
*<strong>boe</strong> (<strong>mb</strong>-) &#8220;ser necessário, dever, ser compelido a&#8221; <em>(verbo impessoal,  aparentemente não flexionado além disso. A forma *<strong>boe</strong> é adaptada para o  sindarin a partir do &#8220;noldorin&#8221; <strong>bui</strong>, LR: 372 s.v. </em>MBAW<em>.)</em><br />
<strong> breitha</strong>-  &#8220;arrebentar repentinamente&#8221;, inf. <strong>breitho</strong>, pres. <strong>breitha</strong>, pret.  <strong>breithanne</strong>- (3ª sing. <strong>breithant</strong>), fut. <strong>breithatha</strong>, part.  <strong>breithol</strong>, pp. <strong>breithannen</strong> (pl. <strong>breithennin</strong>), ger.  <strong>breithad</strong><br />
<strong> brona</strong>- &#8220;perdurar, sobreviver&#8221;, inf. <strong>brono</strong>, pres. <strong>brona</strong>, pret.  <strong>bronne</strong>- (3ª sing. <strong>bronn</strong>), fut. <strong>bronatha</strong>, part.  <strong>bronol</strong> (perfeito <strong>brúniel</strong>), pp. <strong>bronnen</strong> (pl.  <strong>brennin</strong>), ger. <strong>bronad</strong><br />
<strong> bronia</strong>-  &#8220;suportar, agüentar&#8221;, inf. <strong>bronio</strong>, pres. <strong>bronia</strong>, pret.  <strong>bronianne</strong>- (3ª sing. <strong>broniant</strong>), fut. <strong>broniatha</strong>, imp.  <strong>bronio</strong>, part. <strong>broniol</strong> (perfeito <strong>brúniel</strong>), pp.  <strong>broniannen</strong> (pl. <strong>broniennin</strong>), ger. <strong>broniad</strong><br />
<strong> buia</strong>- &#8220;servir,  manter aliança com&#8221;, inf. <strong>buio</strong>, pres. <strong>buia</strong>, pret. <strong>buianne</strong>-  (3ª sing. <strong>buiant</strong>), fut. <strong>buiatha</strong>, imp. <strong>buio</strong>, part.  <strong>buiol</strong> (perfeito <strong>buiel</strong>), pp. <strong>buiannen</strong> (pl. <strong>buiennin</strong>),  ger. <strong>buiad</strong><br />
<strong> </strong>!<strong>cab</strong>- &#8220;saltar&#8221;, inf. <strong>cebi</strong>, pres. <strong>cebi</strong>- (3ª sing.  <strong>câb</strong>), pret. <strong>cemmi</strong>- (3 sing <strong>camp</strong>), fut. <strong>cebitha</strong>, imp.  <strong>cabo</strong>, part. <strong>cabel</strong> (perfeito <strong>cóbiel</strong>), pp. <strong>cammen</strong> (pl.  <strong>cemmin</strong>), ger. <strong>cabed</strong> <em>(a última sendo única forma atestada)</em><br />
<strong> can</strong>- &#8220;gritar,  chamar&#8221;, inf. <strong>ceni</strong>, pres. <strong>ceni</strong>- (3ª sing. <strong>cân</strong>), pret.  <strong>cenni</strong>- (3ª sing. <strong>cann</strong>), part. <strong>canel</strong> (perfeito  <strong>cóniel</strong>), fut. <strong>cenitha</strong>, imp. <strong>cano</strong>, pp. <strong>cannen</strong> (pl.  <strong>cennin</strong>), ger. <strong>caned</strong><br />
<strong> car</strong>- &#8220;fazer,  criar, construir&#8221;, inf. <strong>ceri</strong>, pres. <strong>ceri</strong>- (3ª sing. <strong>câr</strong>),  pret. irregular <strong>agore</strong>- (3ª sing. <strong>agor</strong>), fut. <strong>ceritha</strong>, imp.  <strong>caro</strong>, part. <strong>carel</strong> (perfeito <strong>córiel</strong>), pp. <strong>coren</strong>?  <em>(ou <strong>carnen</strong>? &#8211; pl. tanto <strong>corin</strong> como <strong>cernin</strong>,  consequentemente)</em>, ger. <strong>cared</strong><br />
<strong> </strong>!<strong>cen</strong>-  &#8220;ver&#8221;; inf. <strong>ceni</strong>, pres. <strong>ceni</strong>- (3ª sing. <strong>cên</strong>), pret.  <strong>cenni</strong>- (3ª sing. <strong>cenn</strong>), part. <strong>cenel</strong> (perfeito  <strong>cíniel</strong>), fut. <strong>cenitha</strong>, imp. <strong>ceno</strong>, pp. <strong>cennen</strong> (pl.  <strong>cennin</strong>), ger. <strong>cened</strong> <em>(a última sendo a única forma atestada)</em><br />
<strong> critha</strong>-  &#8220;ceifar, colher&#8221;, inf. <strong>critho</strong>, pres. <strong>critha</strong>, pret.  <strong>crithanne</strong>- (3ª sing. <strong>crithant</strong>), fut. <strong>crithatha</strong>, part.  <strong>crithol</strong> (perfeito <strong>crithiel</strong>), pp. <strong>crithannen</strong> (pl.  <strong>crithennin</strong>), ger. <strong>crithad</strong><br />
<strong> cuia</strong>- &#8220;viver&#8221;,  inf. <strong>cuio</strong>, pres. <strong>cuia</strong>, pret. <strong>cuianne</strong>- (3ª sing.  <strong>cuiant</strong>) <em>(outra sugestão: <strong>cuine</strong>-, 3ª sing. <strong>cuin</strong>)</em>,  fut. <strong>cuiatha</strong>, imp. <strong>cuio</strong>, part. <strong>cuiol</strong> (perfeito  <strong>cuiel</strong>), pp. <strong>cuiannen</strong> (pl. <strong>cuiennin</strong>) <em>(outra sugestão:  <strong>cuinen</strong>, pl. <strong>cuinin</strong>)</em>, ger. <strong>cuiad</strong><br />
<strong> cuina</strong>- &#8220;estar  vivo&#8221;, inf. <strong>cuino</strong>, pres. <strong>cuina</strong>, pret. <strong>cuinanne</strong>- (3ª sing.  <strong>cuinant</strong>), fut. <strong>cuinatha</strong>, imp. <strong>cuino</strong>, part. <strong>cuinol</strong> (perfeito <strong>cuiniel</strong>), pp. <strong>cuinannen</strong> (pl. <strong>cuinennin</strong>), ger.  <strong>cuinad</strong><br />
<strong> dag</strong>- (<strong>nd</strong>-) &#8220;matar&#8221;, inf. <strong>degi</strong>, pres. <strong>degi</strong>- (3ª sing.  <strong>dâg</strong>), pret. <strong>dengi</strong>- (3ª sing. <strong>danc</strong>), fut. <strong>degitha</strong>,  imp. <strong>dago</strong>, part. <strong>dagel</strong> (perfeito <strong>dógiel</strong>), pp. <strong>dangen</strong> (pl. <strong>dengin</strong>), ger. <strong>daged</strong><br />
<strong> dagra</strong>-  (<strong>nd</strong>-) &#8220;batalhar, guerrear&#8221;, inf. <strong>dagro</strong>, pres. <strong>dagra</strong>, pret.  <strong>dagranne</strong>- (3ª sing. <strong>dagrant</strong>), fut. <strong>dagratha</strong>, imp.  <strong>dagro</strong>, part. <strong>dagrol</strong> (perfeito <strong>degriel</strong>), pp.  <strong>dagrannen</strong> (pl. <strong>degrennin</strong>), ger. <strong>dagrad</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>damma</strong>-  (<strong>nd</strong>-) &#8220;martelar&#8221; <em>(lido errado como &#8220;damna&#8221; em LR: 375 s.v. NDAM)</em>,  inf. <strong>dammo</strong>, pres. <strong>damma</strong>, pret. irregular <strong>damminne</strong>- (3ª  sing. <strong>dammint</strong>), fut. <strong>dammatha</strong>, part. <strong>dammol</strong>, perfeito  <strong>demmiel</strong>, pp. <strong>damminnen</strong> (pl. ?<strong>damminnin</strong>), ger.  <strong>dammad</strong>. <em>Temos que flexionar <strong>damma</strong>- mais ou menos desse modo se  formos aceitar o estranho pretérito <strong>dammint</strong> listado em LR: 375 como  correto. Contudo, é altamente tentador supor que esta seja uma leitura errada ou  um erro de digitação de <strong>dammant</strong>, que se encaixaria nos padrões de outra  forma observados. Se o pretérito  for corrigido para <strong>dammant</strong> (<strong>damanne</strong>-), o pp. deve ser <strong>dammannen</strong>, com a forma plural  <strong>demminnin</strong></em>.<br />
!<strong>danna</strong>- &#8220;cair&#8221;, inf. <strong>danno</strong>, pres. <strong>danna</strong>, pret.  <strong>danne</strong>- (3ª sing. <strong>dannant</strong>, ou talvez apenas <strong>dant</strong>), fut.  <strong>dannatha</strong>, imp. <strong>danno</strong>, part. <strong>dannol</strong> (perfeito  <strong>denniel</strong>), pp. <strong>dannen</strong> (pl. <strong>dennin</strong>), ger. <strong>dannad</strong><br />
<strong>dar</strong>- &#8220;parar&#8221;,  inf. <strong>deri</strong>, pres. <strong>deri</strong>- (3ª sing. <strong>dâr</strong>), pret. <strong>derni</strong>-  (3ª sing. <strong>darn</strong>), fut. <strong>deritha</strong>, imp. <strong>daro</strong>, part.  <strong>darel</strong> (perfeito <strong>dóriel</strong>), pp. <strong>darnen</strong> (pl. <strong>dernin</strong>),  ger. <strong>dared</strong><br />
<strong> dartha</strong>- &#8220;esperar, permanecer, durar&#8221;, inf. <strong>dartho</strong>, pres.  <strong>dartha</strong>, pret. <strong>darthanne</strong>- (3ª sing. <strong>darthant</strong>), fut.  <strong>darthatha</strong>, imp. <strong>dartho</strong>, part. <strong>darthol</strong> (perfeito  <strong>derthiel</strong>), pp. <strong>darthannen</strong> (pl. <strong>derthennin</strong>), ger.  <strong>darthad</strong><br />
<strong> delia</strong>- &#8220;encobrir, ocultar&#8221;, inf. <strong>delio</strong>, pres. <strong>delia</strong>, pretérito  poético ou arcaico <strong>dole</strong>- (3ª sing. <strong>daul</strong>), <em>( forma não arcaica,  &#8220;moderna&#8221;, <strong>delianne</strong>-, 3ª sing. <strong>deliant</strong>?)</em>, fut.  <strong>deliatha</strong>, imp. <strong>delio</strong>, part. <strong>deliol</strong> (perfeito  <strong>dúliel</strong>), pp. <strong>dolen</strong> (pl. <strong>dolin</strong>), ger. <strong>deliad</strong><br />
<strong> díhena</strong>-  &#8220;perdoar&#8221; (com o assunto em questão perdoado como objeto; compare com  <strong>gohena</strong>-); inf. <strong>díheno</strong>, pres. <strong>díhena</strong>, pret. <strong>díhenne</strong>-  (3ª sing. <strong>díhenn</strong>), fut. <strong>díhenatha</strong>, imp. <strong>díheno</strong>, part.  <strong>díhenol</strong> (perfeito <strong>díhíniel</strong>), pp. <strong>díhennen</strong> (pl.  <strong>díhennin</strong>), ger. <strong>díhenad</strong><br />
<strong> dilia</strong>-  &#8220;obstruir&#8221;, inf. <strong>dilio</strong>, pres. <strong>dilia</strong>, pret. <strong>dilianne</strong>- (3ª  sing. <strong>diliant</strong>), fut. <strong>diliatha</strong>, imp. <strong>dilio</strong>, part.  <strong>diliol</strong> (perfeito <strong>díliel</strong>), pp. <strong>diliannen</strong> (pl.  <strong>diliennin</strong>), ger. <strong>diliad</strong><br />
<strong> doltha</strong>-  &#8220;encobrir&#8221;, inf. <strong>doltho</strong>, pres. <strong>doltha</strong>, pret. <strong>dolthanne</strong>- (3ª  sing. <strong>dolthant</strong>) <em>(também o pretérito poético/ arcaico <strong>dole</strong>-, 3ª  sing. <strong>daul</strong>)</em>, fut. <strong>dolthatha</strong>, imp. <strong>doltho</strong>, part.  <strong>dolthol</strong> (perfeito <strong>delthiel</strong>), pp. <strong>dolen </strong>(pl. <strong>dolin</strong>)  <em>(talvez apenas poético/arcaico, correspondendo ao &#8220;moderno&#8221; <strong>dolthannen</strong> pl. <strong>delthennin</strong>)</em>, ger. <strong>dolthad</strong><br />
<strong>dortha</strong>-  (<strong>nd</strong>-) &#8220;residir, habitar&#8221;, inf. <strong>dortho</strong>, pres. <strong>dortha</strong>, pret.  <strong>dorthanne</strong>- (3ª sing. <strong>dorthant</strong>), fut. <strong>dorthatha</strong>, imp.  <strong>dortho</strong>, part. <strong>dorthol</strong> (perfeito <strong>derthiel</strong>), pp.  <strong>dorthannen</strong> (pl. <strong>derthennin</strong>), ger. <strong>dorthad</strong><br />
<strong> drava</strong>- &#8220;fender  (com machado, etc)&#8221;, inf. <strong>dravo</strong>, pres. <strong>drava</strong>, pret. <strong>dramme</strong>-  (3ª sing. <strong>dram</strong>, mas em poesia, também o irregular <strong>dramp</strong>), fut.  <strong>dravatha</strong>, part. <strong>dravol</strong> (perfeito <strong>dróviel</strong>), pp.  <strong>drammen</strong> (pl. <strong>dremmin</strong>), ger. <strong>dravad</strong><br />
<strong> </strong>!<strong>drega</strong>-  &#8220;fugir&#8221;, inf. <strong>drego</strong>, pres. <strong>drega</strong>, pret. <strong>drenge</strong>- (3ª sing.  <strong>drenc</strong>) <em>OU</em> pret. <strong>dreganne</strong>- (3ª sing. <strong>dregant</strong>), fut.  <strong>dregatha</strong>, imp. <strong>drego</strong>, part. <strong>dregol</strong> (perfeito  <strong>drígiel</strong>), pp. <strong>drengen</strong> (pl. <strong>drengin </strong>- ou pp.  <strong>dragannen</strong> pl. <strong>dregennin</strong>), ger. <strong>dregad</strong>. <em>Este verbo é  atestado apenas no imperativo <strong>drego!</strong> Também é possível que ele seja um  radical consonantal <strong>dreg</strong>-, que neste caso se comportaria deste modo:</em> inf. <strong>dregi</strong>, pres. <strong>dregi</strong>- (3ª sing. <strong>drêg</strong>), pret.  <strong>drengi</strong>- (3ª sing. <strong>drenc</strong>), fut. <strong>dregitha</strong>, imp. <strong>drego</strong>,  part. <strong>dregel</strong> (perfeito <strong>drígiel</strong>), pp. <strong>drengen</strong>, ger.  <strong>dreged</strong><br />
<strong>dringa</strong>- &#8220;bater&#8221;, inf. <strong>dringo</strong>, pres. <strong>dringa</strong>, pret.  <strong>dringanne</strong>- (3ª sing. <strong>dringant</strong>), fut. <strong>dringatha</strong>, imp.  <strong>dringo</strong>, part. <strong>dringol</strong> (perfeito <strong>dringiel</strong>), pp.  <strong>dringannen</strong> (pl. <strong>dringennin</strong>), ger. <strong>dringad</strong><br />
<strong> echad</strong>- &#8220;criar,  modelar&#8221;, inf. <strong>echedi</strong>, pres. <strong>echedi</strong>- (3ª sing. <strong>echad</strong>),  pret. <strong>echanne</strong>- (3ª sing.<strong> echant</strong>), fut. <strong>echeditha</strong>, imp.  <strong>echado</strong>, part. <strong>echadel</strong> (perfeito <strong>echódiel</strong>), pp.  <strong>echannen</strong> (pl. <strong>echennin</strong>), ger. <strong>echaded</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>edledh</strong>- &#8220;partir em exílio&#8221; <em>(adaptado para o sindarin a partir do  &#8220;noldorin&#8221; <strong>egledhi</strong>-)</em>, inf. <strong>edledhi</strong>, pres. <strong>edledhi</strong>- (3ª  sing. <strong>edledh</strong>), pret. <strong>edlenni</strong>- (3ª sing. <strong>edlenn</strong>), fut.  <strong>edledhitha</strong>, imp. <strong>edledho</strong>, part. <strong>edledhel</strong> (perfeito  <strong>edlídhiel</strong>), pp. <strong>edlennen</strong> (pl. <strong>edlennin</strong>), ger.  <strong>edledhed</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>edledhia</strong>- &#8220;partir em exílio&#8221; <em>(adaptado para o sindarin a partir  &#8220;noldorin&#8221; <strong>egledhia</strong>-)</em>, inf. <strong>edledhio</strong>, pres. <strong>edledhia</strong>,  pret. <strong>edledhianne</strong>- (3ª sing. <strong>edledhiant</strong>), fut. <strong>edledhiatha</strong>,  imp. <strong>edledhio</strong>, part. <strong>edledhiol</strong> (perfeito <strong>edlídhiel</strong>), pp.  <strong>edledhiannen</strong> (pl. <strong>edledhiennin</strong>), ger. <strong>edledhiad</strong><br />
<strong> edonna</strong>-  &#8220;conceber, gerar&#8221;, inf. <strong>edonno</strong>, pres. <strong>edonna</strong>, pret. <strong>edonne</strong>-  (3ª sing. <strong>edonnant</strong>), fut. <strong>edonnatha</strong>, imp. <strong>edonno</strong>, part.  <strong>edonnol</strong> (perfeito <strong>edenniel</strong>), pp. <strong>edonnen</strong> (pl.  <strong>edennin</strong>), ger. <strong>edonnad</strong><br />
<strong> edra</strong>- &#8220;abrir&#8221;,  inf. <strong>edro</strong>, pres. <strong>edra</strong>, pret. <strong>edranne</strong>- (3ª sing.  <strong>edrant</strong>), fut. <strong>edratha</strong>, imp. <strong>edro</strong>, part. <strong>edrol</strong> (perfeito <strong>edriel</strong>), pp. <strong>edrannen</strong> (pl. <strong>edrennin</strong>), ger.  <strong>edrad</strong><br />
<strong> egleria</strong>- &#8220;glorificar, louvar&#8221;, inf. <strong>eglerio</strong>, pres. <strong>egleria</strong>,  pret. <strong>eglerianne</strong>- (3ª sing. <strong>egleriant</strong>), fut. <strong>egleriatha</strong>,  imp. <strong>eglerio</strong>, part. <strong>egleriol</strong> (perfeito <strong>aglóriel</strong>), pp.  <strong>egleriannen</strong> (pl. <strong>egleriennin</strong>), ger. <strong>egleriad</strong><br />
<strong>ego</strong> &#8220;afastar&#8221;  (apenas no imperativo?)<br />
<strong>eitha</strong>-  &#8220;perfurar com uma ponta afiada, esfaquear, apunhalar; tratar com desdém,  insultar&#8221;<strong>, </strong>inf. <strong>eitho</strong>, pres. <strong>eitha</strong>, pret. <strong>eithanne</strong>-  (3ª sing. <strong>eithant</strong>), fut. <strong>eithatha</strong>, imp. <strong>eitho</strong>, part.  <strong>eithol</strong> (perfeito <strong>eithiel</strong>), pp. <strong>eithannen</strong> (pl.  <strong>eithennin</strong>), ger. <strong>eithad</strong><br />
<strong> elia</strong>-  &#8220;chover&#8221;, inf. <strong>elio</strong>, pres. <strong>ail</strong> = 3ª sing. impessoal &#8220;chove&#8221;  <em>(adaptado para o sindarin da forma impessoal &#8220;noldorin&#8221; <strong>eil</strong>,  <strong>oeil</strong> [= <strong>öil</strong>], LR: 396 s.v. ULU)</em>, pret. <strong>eliant</strong> ou  <strong>aul</strong> = 3ª sing. impessoal &#8220;choveu&#8221;, fut. <strong>eliatha</strong> = &#8220;choverá&#8221;, imp.  <strong>elio</strong>, part. <strong>eliol</strong> (perfeito <strong>úliel</strong>), pp. <strong>eliannen</strong> (pl. <strong>eliennin</strong>) <em>(ou <strong>olen</strong>, pl. <strong>olin</strong>?)</em>, ger.  <strong>eliad</strong><br />
<strong> ercha</strong>- &#8220;furar&#8221;, inf. <strong>ercho</strong>, pres. <strong>ercha</strong>, pret.  <strong>erchanne</strong>- (3ª sing. <strong>erchant</strong>), fut. <strong>erchatha</strong>, imp.  <strong>ercho</strong>, part. <strong>erchol</strong> (perfeito <strong>erchiel</strong>), pp.  <strong>erchannen</strong> (pl. <strong>erchennin</strong>), ger. <strong>erchad</strong><br />
<strong> eria</strong>- &#8220;erguer,  levantar&#8221;, inf. <strong>erio</strong>, pres. <strong>eria</strong>, pret. <strong>erianne</strong>- (3ª sing.  <strong>eriant</strong>), fut. <strong>eriatha</strong>, imp. <strong>erio</strong>, part. <strong>eriol</strong> (perfeito <strong>úriel</strong>), pp. <strong>eriannen</strong> (pl. <strong>eriennin</strong>), ger.  <strong>eriad</strong><br />
<strong> ertha</strong>- &#8220;unir&#8221;, inf. <strong>ertho</strong>, pres. <strong>ertha</strong>, pret. <strong>erthanne</strong>-  (3ª sing. <strong>erthant</strong>), fut. <strong>erthatha</strong>, part. <strong>erthol</strong> (perfeito  <strong>erthiel</strong>), pp. <strong>erthannen</strong> (pl. <strong>erthennin</strong>), ger. <strong>erthad</strong><br />
<strong>esta</strong>- &#8220;chamar,  designar&#8221;, inf. <strong>esto</strong>, pres. <strong>esta</strong> (<strong>esta aen</strong> &#8220;é chamado&#8221;),  pret. <strong>estanne</strong>- (3ª sing. <strong>estant</strong>), fut. <strong>estatha</strong>, imp.  <strong>esto</strong>, part. <strong>estol</strong> (perfeito <strong>estiel</strong>), pp. <strong>estannen</strong> (pl. <strong>estennin</strong>), ger. <strong>estad</strong><br />
<strong> faltha</strong>-  &#8220;espumar&#8221;, inf. <strong>faltho</strong>, pres. <strong>faltha</strong>, pret. <strong>falthanne</strong>- (3ª  sing. <strong>falthant</strong>), fut. <strong>falthatha</strong>, imp. <strong>faltho</strong>, part.  <strong>falthol</strong> (perfeito <strong>felthiel</strong>), pp. <strong>falthannen</strong> (pl.  <strong>felthennin</strong>), ger. <strong>falthad</strong><br />
<strong> fara</strong>- &#8220;caçar&#8221;,  inf. <strong>faro</strong>, pres. <strong>fara</strong>, pret. <strong>farne</strong>- (3ª sing. <strong>farn</strong>),  fut. <strong>faratha</strong>, imp. <strong>faro</strong>, part. <strong>farol</strong> (perfeito  <strong>fóriel</strong>), pp. <strong>farnen</strong> (pl. <strong>fernin</strong>), ger. <strong>farad</strong><br />
<strong> fir</strong>-  &#8220;desvanecer, morrer&#8221;, inf. <strong>firi</strong>, pres. <strong>firi</strong>- (3ª sing.  <strong>fîr</strong>), pret. <strong>firni</strong>- (3ª sing. <strong>firn</strong>), fut. <strong>firitha</strong>,  imp. <strong>firo</strong>, part. <strong>firiel</strong> (perfeito <strong>fíriel</strong>), pp.  <strong>firnen</strong> (pl. <strong>firnin</strong>), ger. <strong>fired</strong><br />
<strong> fuia</strong>- &#8220;sentir  aversão por, abominar&#8221;, inf. <strong>fuio</strong>, pres. <strong>fuia</strong>, pret.  <strong>fuianne</strong>- (3ª sing. <strong>fuiant</strong>), fut. <strong>fuiatha</strong>, imp. <strong>fuio</strong>,  part. <strong>fuiol</strong> (perfeito <strong>fuiel</strong>), pp. <strong>fuiannen</strong> (pl.  <strong>fuiennin</strong>), ger. <strong>fuiad</strong><br />
<strong> gad</strong>- &#8220;pegar&#8221;,  inf. <strong>gedi</strong>, pres. <strong>gedi</strong>- (3ª sing. <strong>gâd</strong>), pret. <strong>genni</strong>-  (3ª sing. <strong>gant</strong>), fut. <strong>geditha</strong>, imp. <strong>gado</strong>, part.  <strong>gadel</strong> (perfeito <strong>gódiel</strong>), pp. <strong>gannen</strong> (pl. <strong>gennin</strong>),  ger. <strong>gaded</strong><br />
<strong> gala</strong>- &#8220;crescer&#8221;, inf. <strong>galo</strong>, pres. <strong>gala</strong>, pret. <strong>galle</strong>-  (3ª sing. <strong>gall</strong>), fut. <strong>galatha</strong>, imp. <strong>galo</strong>, part.  <strong>galol</strong> (perfeito <strong>góliel</strong>), pp. <strong>gallen</strong> (pl. <strong>gellin</strong>),  ger. <strong>galad</strong><br />
<strong> ganna</strong>- (<strong>ng</strong>-) &#8220;tocar harpa&#8221;, inf. <strong>ganno</strong>, pres. <strong>ganna</strong>,  pret. <strong>ganne</strong>- (3ª sing. <strong>gand</strong>, or <strong>gannant</strong>), fut.  <strong>gannatha</strong>, imp. <strong>ganno</strong>, part. <strong>gannol</strong> (perfeito  <strong>genniel</strong>), pp. <strong>gannen</strong> (pl. <strong>gennin</strong>), ger. <strong>gannad</strong><br />
<strong> gannada</strong>-  (<strong>ng</strong>-) &#8220;tocar harpa&#8221;, inf. <strong>gannado</strong>, pres. <strong>gannada</strong>, pret.  <strong>ganne</strong>- <em>(para <strong>gannanne</strong>-)</em>, 3ª sing. <strong>gannant</strong>; fut.  <strong>gannadatha</strong>, imp. <strong>gannado</strong>, part. <strong>gannadol</strong> (perfeito  <strong>gennediel</strong>), pp. <strong>gannen</strong> (pl. <strong>gennin</strong>), ger. <strong>gannadad</strong><br />
<strong>gar</strong>- &#8220;segurar,  ter, possuir; ser capaz, poder&#8221;, inf. <strong>geri</strong>, pres. <strong>geri</strong>- (3ª sing.  <strong>gâr</strong>), pret. <strong>gerni</strong>- (3ª sing. <strong>garn</strong>), fut. <strong>geritha</strong>,  imp. <strong>garo</strong>, part. <strong>garel</strong> (perfeito <strong>góriel</strong>), pp. <strong>garnen</strong> (pl. <strong>gernin</strong>), ger. <strong>gared</strong><br />
<strong> gawa</strong>-  (<strong>ng</strong>-) &#8220;uivar&#8221;, inf. <strong>gawo</strong>, pres. <strong>gawa</strong>, pret. <strong>gone</strong>-  (3ª sing. <strong>gaun</strong>), fut. <strong>gawatha</strong>, imp. <strong>gawo</strong>, part.  <strong>gówiel</strong>, pp. <strong>gonen</strong> (pl. <strong>gonin</strong>), ger. <strong>gawad</strong><br />
<strong> genedia</strong>-  &#8220;contar, calcular&#8221;, inf. <strong>genedio</strong>, pres. <strong>genedia</strong>, pret.  <strong>genedianne</strong>- (3ª sing. <strong>genediant</strong>), fut. <strong>genediatha</strong>, imp.  <strong>genedio</strong>, part.<strong>genediol</strong> (perfeito <strong>gonúdiel</strong>), pp.  <strong>genediannen</strong> (pl. <strong>genediennin</strong>), ger. <strong>genediad</strong><br />
<strong> gir</strong>-  &#8220;estremecer&#8221;, inf. <strong>giri</strong>, pres. <strong>giri</strong>- (3ª sing. <strong>gîr</strong>), pret.  <strong>girni</strong>- (3ª sing. <strong>girn</strong>), fut. <strong>giritha</strong>, imp.<strong>giro</strong>,  part. <strong>giriel</strong> (perfeito <strong>gíriel</strong>), pp. <strong>girnen</strong> (pl.  <strong>girnin</strong>), ger. <strong>gired</strong><br />
<strong> glavra</strong>-  &#8220;balbuciar&#8221;, inf. <strong>glavro</strong>, pres. <strong>glavra</strong>, pret. <strong>glavranne</strong>-  (3ª sing. <strong>glavrant</strong>), fut. <strong>glavratha</strong>, imp. <strong>glavro</strong>, part.  <strong>glavrol</strong> (perfeito <strong>glevriel</strong>), pp. <strong>glavrannen</strong> (pl.  <strong>glevrennin</strong>), ger. <strong>glavrad</strong><br />
<strong> gleina</strong>-  &#8220;limitar, confinar&#8221;, inf. <strong>gleino</strong>, pres. <strong>gleina</strong>, pret.  <strong>gleinanne</strong>- (3ª sing. <strong>gleinant</strong>), fut. <strong>gleinatha</strong>, imp.  <strong>gleino</strong>, part. <strong>gleinol</strong> (perfeito <strong>glóniel</strong>), pp.  <strong>gleinannen</strong> (pl. <strong>gleinennin</strong>), ger. <strong>gleinad</strong>. É possível que  <strong>gleina</strong>- seja um erro para <strong>gleinia</strong>-; ver VT42: 8, 28. Sendo assim,  leia: inf. <strong>gleinio</strong>, pres. <strong>gleinia</strong>, pret. <strong>gleinianne</strong>- (3ª  sing. <strong>gleiniant</strong>), fut. <strong>gleiniatha</strong>, imp. <strong>gleinio</strong>, part.  <strong>gleiniol</strong> (perfeito <strong>glóniel</strong> em ambos os casos), pp.  <strong>gleiniannen</strong> (pl. <strong>gleiniennin</strong>), ger. <strong>gleiniad</strong><br />
<strong> glinga</strong>-  &#8220;pendurar, suspender&#8221;, inf. <strong>glingo</strong>, pres. <strong>glinga</strong>, pret.  <strong>glinganne</strong>- (3ª sing. <strong>glingant</strong>), fut. <strong>glingatha</strong>, imp.  <strong>glingo</strong>, part. <strong>glingol</strong> (perfeito <strong>glingiel</strong>), pp.  <strong>glingannen</strong> (pl. <strong>glingennin</strong>), ger. <strong>glingad</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>glinna</strong>- &#8220;olhar de relance&#8221; <em>(a forma atestada </em>glintha-<em> em  WJ: 337 deve ser arcaica)</em>, inf. <strong>glinno</strong>, pres. <strong>glinna</strong>, pret.  <strong>glinne</strong>- (3ª sing. <strong>glinnant</strong>), fut. <strong>glinnatha</strong>, imp.  <strong>glinno</strong>, part. <strong>glinnol</strong> (perfeito <strong>glinniel</strong>), pp.  <strong>glinnen</strong> (pl. <strong>glinnin</strong>), ger. <strong>glinnad</strong><br />
<strong> glir</strong>- &#8220;cantar,  recitar poema&#8221;, inf. <strong>gliri</strong>, pres. <strong>gliri</strong>- (3ª sing. <strong>glîr</strong>),  pret. <strong>glirni</strong>- (3ª sing. <strong>glirn</strong>), fut. <strong>gliritha</strong>, imp.  <strong>gliro</strong>, part. <strong>gliriel</strong> (perfeito <strong>glíriel</strong>), pp. <strong>glirnen</strong> (pl. <strong>glirnin</strong>), ger. <strong>glired</strong><br />
<strong> gohena</strong>-  &#8220;perdoar&#8221; (com a pessoa perdoada como objeto; compare com <strong>díhena</strong>-); inf.  <strong>goheno</strong>, pres. <strong>gohena</strong>, pret. <strong>gohenne</strong>- (3ª sing.  <strong>gohenn</strong>), fut. <strong>gohenatha</strong>, imp. <strong>goheno</strong>, part. <strong>gohenol</strong> (perfeito <strong>gohíniel</strong>), pp. <strong>gohennen</strong> (pl. <strong>gehennin</strong>), ger.  <strong>gohenad</strong><br />
<strong> gonathra</strong>- &#8220;enredar, emaranhar&#8221;, inf. <strong>gonathro</strong>, pres. <strong>gonathra</strong>,  pret. <strong>gonathranne</strong>- (3ª sing. <strong>gonathrant</strong>), fut. <strong>gonathratha</strong>,  imp. <strong>gonathro</strong>, part. <strong>gonathrol</strong> (perfeito <strong>genethriel</strong>), pp.  <strong>gonathrannen</strong> (pl. <strong>genethrennin</strong>), ger. <strong>gonathrad</strong><br />
<strong> gonod</strong>-  &#8220;calcular, somar&#8221;, inf. <strong>genedi</strong>, pres. <strong>genedi</strong>- (3ª sing.  <strong>gonod</strong>), pret. <strong>genenni</strong>- (3ª sing. <strong>gonont</strong>), fut.  <strong>geneditha</strong>, imp. <strong>gonodo</strong>, part. <strong>gonodel</strong> (perfeito  <strong>gonúdiel</strong>), pp. <strong>gononnen</strong> (pl. <strong>genennin</strong>), ger. <strong>gonoded</strong><br />
<strong>gosta</strong>- &#8220;temer  excessivamente&#8221;, inf. <strong>gosto</strong>, pres. <strong>gosta</strong>, pret. <strong>gostanne</strong>-  (3ª sing. <strong>gostant</strong>), fut. <strong>gostatha</strong>, imp. <strong>gosto</strong>, part.  <strong>gostol</strong> (perfeito <strong>gestiel</strong>), pp. <strong>gostannen</strong> (pl.  <strong>gestennin</strong>), ger. <strong>gostad</strong><br />
!<strong>govad</strong>-  &#8220;encontrar, reunir-se&#8221;, inf. <strong>gevedi</strong>, pres. <strong>gevedi</strong>- (3ª sing.  <strong>govad</strong>), pret. <strong>gevenni</strong>- (3ª sing. <strong>govant</strong>), fut.  <strong>geveditha</strong>, imp. <strong>govado</strong>, part. <strong>govadel</strong> (perfeito  <strong>govódiel</strong>), pp. <strong>govannen</strong> (pl. <strong>gevennin</strong>), ger.  <strong>govaded</strong>. <em>(Na verdade, tudo que é atestado deste verbo é o pp.  <strong>govannen</strong>; a forma <strong>govad</strong>- deve ser vista como uma suposição educada  sobre como é o radical.)</em><br />
<em> </em><strong>groga</strong>-  &#8220;sentir terror&#8221;, inf. <strong>grogo</strong>, pres. <strong>groga</strong>, pret. <strong>grunge</strong>- (3ª  sing. <strong>grunc</strong>), fut. <strong>grogatha</strong>, imp. <strong>grogo</strong>, part.  <strong>grogol</strong> (perfeito <strong>grúgiel</strong>), pp. <strong>grungen</strong> (pl.  <strong>gryngin</strong>), ger. <strong>grogad</strong><br />
<strong> gruitha</strong>-  &#8220;aterrorizar&#8221;, inf. <strong>gruitho</strong>, pres. <strong>gruitha</strong>, pret.  <strong>gruithanne</strong>- (3ª sing. <strong>gruithant</strong>), fut. <strong>gruithatha</strong>, imp.  <strong>gruitho</strong>, part. <strong>gruithol</strong> (perfeito <strong>gruithiel</strong>), pp.  <strong>gruithannen</strong> (pl. <strong>gruithennin</strong>), ger. <strong>gruithad</strong><br />
<strong> gwanna</strong>-  &#8220;partir, morrer&#8221;, inf. <strong>gwanno</strong>, pres. <strong>gwanna</strong>, pret. <strong>gwanne</strong>-  (3ª sing. <strong>gwannant</strong>), fut. <strong>gwannatha</strong>, imp. <strong>gwanno</strong>, part.  <strong>gwannol</strong> (perfeito <strong>gwenniel</strong>), pp. <strong>gwannen</strong> (pl.  <strong>gwennin</strong>), ger. <strong>gwannad</strong><br />
<strong> gwatha</strong>-  &#8220;manchar, macular&#8221;, inf. <strong>gwatho</strong>, pres. <strong>gwatha</strong>, pret.  <strong>gwathanne</strong>- (3ª sing. <strong>gwathant</strong>), fut. <strong>gwathatha</strong>, imp.  <strong>gwatho</strong>, part. <strong>gwathol</strong> (perfeito <strong>gwethiel</strong>), pp.  <strong>gwathannen</strong> (pl. <strong>gwethennin</strong>), ger. <strong>gwathad</strong><br />
<strong> gwathra</strong>-  &#8220;escurecer, turvar, velar, obscurecer&#8221;, inf. <strong>gwathro</strong>, pres.  <strong>gwathra</strong>, pret. <strong>gwathranne</strong>- (3ª sing. <strong>gwathrant</strong>), fut.  <strong>gwathratha</strong>, imp. <strong>gwathro</strong>, part. <strong>gwathrol</strong> (perfeito  <strong>gwethriel</strong>), pp. <strong>gwathrannen</strong> (pl. <strong>gwethrennin</strong>), ger.  <strong>gwathrad</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>gwedh</strong>- &#8220;amarrar&#8221; <em>(o infinitivo <strong>gwedi</strong> em LR: 397 s.v. </em>WED<em> provavelmente deve ser lido *<strong>gweði</strong>, ou como iremos  escrever:)</em> inf. <strong>gwedhi</strong>, pres. <strong>gwedhi</strong>- (3ª sing. <strong>gwêdh</strong>),  pret. irregular <strong>gwedhanne</strong>- com a 3ª sing. <strong>gwedhant</strong> <em>(as formas  regulares de pret. vieram a ser percebidas como arcaicas ou poéticas:  <strong>gwenni</strong>-, 3ª sing. <strong>gwend</strong>)</em>, fut. <strong>gwedhitha</strong>, imp.  <strong>gwedho</strong>, part. <strong>gwedhel</strong> (perfeito <strong>gwídhiel</strong>), pp.  <strong>gwennen</strong> (pl. <strong>gwennin</strong>) <em>(esta forma pode ter se tornado arcaica  junto com o pret. <strong>gwend</strong> e neste caso seria substituída pelo &#8220;moderno&#8221; pp.  <strong>gwedhannen</strong> pl. <strong>gwedhennin</strong>)</em>, ger. <strong>gwedhed</strong><br />
<strong> gweria</strong>-  &#8220;trair, enganar&#8221;, inf. <strong>gwerio</strong>, pres. <strong>gweria</strong>, pret.  <strong>gwerianne</strong>- (3ª sing. <strong>gweriant</strong>), fut. <strong>gweriatha</strong>, imp.  <strong>gwerio</strong>, part. <strong>gweriol</strong> (perfeito <strong>gwóriel</strong>), pp.  <strong>gweriannen</strong> (pl. <strong>gweriennin</strong>), ger. <strong>gweriad</strong><br />
<strong> gwesta</strong>-  &#8220;jurar&#8221;, inf. <strong>gwesto</strong>, pres. <strong>gwesta</strong>, pret. <strong>gwestanne</strong>- (3ª  sing. <strong>gwestant</strong>), fut. <strong>gwestatha</strong>, imp. <strong>gwesto</strong>, part.  <strong>gwestol</strong> (perfeito <strong>gwestiel</strong>), pp. <strong>gwestannen</strong> (pl.  <strong>gwestennin</strong>), ger. <strong>gwestad</strong><br />
<strong> hab</strong>- &#8220;vestir,  cobrir&#8221;, inf. <strong>hebi</strong>, pres. <strong>hebi</strong>- (3ª sing. <strong>hâb</strong>), pret.  <strong>hemmi</strong>- (3ª sing. <strong>hamp</strong>), fut. <strong>hebitha</strong>, imp. <strong>habo</strong>,  part. <strong>habel</strong> (perfeito <strong>hóbiel</strong>), pp. <strong>hammen</strong> (pl.  <strong>hemmin</strong>), ger. <strong>habed</strong><br />
<strong> had</strong>-  &#8220;arremessar&#8221;, inf. <strong>hedi</strong>, pres. <strong>hedi</strong>- (3ª sing. <strong>hâd</strong>), pret.  <strong>henni</strong>- (3ª sing. <strong>hant</strong>), fut. <strong>heditha</strong>, imp. <strong>hado</strong>,  part. <strong>hadel</strong> (perfeito <strong>hódiel</strong>), pp. <strong>hannen</strong> (pl.  <strong>hennin</strong>), ger. <strong>haded</strong><br />
<strong> haltha</strong>-  &#8220;encobrir, proteger&#8221;, inf. <strong>haltho</strong>, pres. <strong>haltha</strong>, pret.  <strong>halthanne</strong>- (3ª sing. <strong>halthant</strong>), fut. <strong>halthatha</strong>, imp.  <strong>haltho</strong>, part. <strong>halthol</strong> (perfeito <strong>helthiel</strong>), pp.  <strong>halthannen</strong> (pl. <strong>helthennin</strong>), ger. <strong>halthad</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>hamma</strong>-  &#8220;vestir&#8221; <em>(&#8220;hamnia&#8221; em LR: 363 s.v. </em>KHAP<em>- deve ser uma leitura  errada)</em>, inf. <strong>hammo</strong>, pres. <strong>hamma</strong>, pret. <strong>hammanne</strong>- (3ª  sing. <strong>hammant</strong>), fut. <strong>hammatha</strong>, imp. <strong>hammo</strong>, part.  <strong>hammol</strong> (perfeito <strong>hemmiel</strong>), pp. <strong>hammannen</strong> (pl.  <strong>hemmennin</strong>), ger. <strong>hammad</strong><br />
<strong>harna</strong>-  &#8220;ferir&#8221;, inf. <strong>harno</strong>, pres. <strong>harna</strong>, pret. <strong>harnanne</strong>- (3ª sing.  <strong>harnant</strong>), fut. <strong>harnatha</strong>, imp. <strong>harno</strong>, part. <strong>harnol</strong> (perfeito <strong>herniel</strong>), pp. <strong>harnannen</strong> (pl. <strong>hernennin</strong>), ger.  <strong>harnad</strong><br />
<strong> </strong>!<strong>hartha</strong>- &#8220;esperar, confiar, ter esperança&#8221;, inf. <strong>hartho</strong>, pres.  <strong>hartha</strong>, pret. <strong>harthanne</strong>- (3ª sing. <strong>harthant</strong>), fut.  <strong>harthatha</strong>, imp. <strong>hartho</strong>, part. <strong>harthol</strong> (perfeito  <strong>herthiel</strong>), pp. <strong>harthannen</strong> (pl. <strong>herthennin</strong>), ger.  <strong>harthad</strong> <em>(a última forma representando o que temos de atestado deste  verbo: SD: 62)</em><br />
<em> </em><strong>hasta</strong>- &#8220;entalhar&#8221;, inf. <strong>hasto</strong>, pres. <strong>hasta</strong>, pret.  <strong>hastanne</strong>- (3ª sing. <strong>hastant</strong>), fut. <strong>hastatha</strong>, imp.  <strong>hasto</strong>, part. <strong>hastol</strong> (perfeito <strong>hestiel</strong>), pp.  <strong>hastannen</strong> (pl. <strong>hestennin</strong>), ger. <strong>hastad</strong><br />
<strong> heb</strong>- &#8220;guardar,  manter&#8221;, inf. <strong>hebi</strong>, pres. <strong>hebi</strong>- (3ª sing. <strong>hêb</strong>), pret.  <strong>hemmi</strong>- (3ª sing. <strong>hemp</strong>), fut. <strong>hebitha</strong>, imp. <strong>hebo</strong>,  part. <strong>hebel</strong> (perfeito <strong>híbiel</strong>), pp. <strong>hemmen</strong> (pl.  <strong>hemmin</strong>), ger. <strong>hebed</strong><br />
*<strong>heltha</strong>-  &#8220;despir, privar&#8221;. <em>(Alterado a partir da forma atestada <strong>helta</strong>- em LR:  386 s.v. </em>SKEL<em>; o encontro <strong>lt</strong> se torna <strong>lth</strong> em sindarin, de  modo que este deve ser um erro de digitação ou de leitura, a menos que a palavra  esteja, na verdade, em quenya. Seu cognato sindarin ainda seria  *<strong>heltha</strong>-.)</em> Inf. <strong>heltho</strong>, pres. <strong>heltha</strong>, pret.  <strong>helthanne</strong>- (3ª sing. <strong>helthant</strong>), fut. <strong>helthatha</strong>, imp.  <strong>heltho</strong>, part. <strong>helthol</strong> (perfeito <strong>helthiel</strong>), pp.  <strong>helthannen</strong> (pl. <strong>helthennin</strong>), ger. <strong>helthad</strong><br />
<strong> henia</strong>-  &#8220;compreender&#8221;, inf. <strong>henio</strong>, pres. <strong>henia</strong>, pret. <strong>henianne</strong>- (3ª  sing. <strong>heniant</strong>), fut. <strong>heniatha</strong>, imp. <strong>henio</strong>, part.  <strong>heniol</strong> (perfeito <strong>hóniel</strong>), pp. <strong>heniannen</strong> (pl.  <strong>heniennin</strong>), ger. <strong>heniad</strong><br />
<strong> heria</strong>-  &#8220;começar repentina e vigorosamente&#8221;, inf. <strong>herio</strong>, pres. <strong>heria</strong>,  pret. <strong>herianne</strong>- (3ª sing. <strong>heriant</strong>), fut. <strong>heriatha</strong>, imp.  <strong>herio</strong>, part. <strong>heriol</strong> (perfeito <strong>húriel</strong>), pp. <strong>heriannen</strong> (pl. <strong>heriennin</strong>), ger. <strong>heriad</strong><br />
<strong> </strong>!<strong>hol</strong>-  &#8220;fechar&#8221;, inf. <strong>heli</strong>, pres. <strong>heli</strong>- (3ª sing. <strong>hôl</strong>), pret.  <strong>helli</strong>- (3ª sing. <strong>holl</strong>), fut. <strong>helitha</strong>, imp. <strong>holo</strong>,  part. <strong>holel</strong> (perfeito <strong>húliel</strong>), pp. <strong>hollen</strong> (pl.  <strong>hellin</strong>), ger. <strong>holed</strong>. <em>(Apenas o pp. <strong>hollen</strong> é atestado.  Alguns acham que esta é uma forma lenizada de *<strong>sollen</strong>; assim sendo, leia  <strong>s</strong> para <strong>h</strong> em todas as formas recém listadas.)</em><br />
<em> </em><strong>hortha</strong>-  &#8220;apressar, incitar&#8221;, inf. <strong>hortho</strong>, pres. <strong>hortha</strong>, pret.  <strong>horthanne</strong>- (3ª sing. <strong>horthant</strong>), fut. <strong>horthatha</strong>, imp.  <strong>hortho</strong>, part. <strong>horthol</strong> (perfeito <strong>herthiel</strong>), pp.  <strong>horthannen</strong> (pl. <strong>herthennin</strong>), ger. <strong>horthad</strong><br />
<strong> hwinia</strong>-  &#8220;girar, rodar&#8221;, inf. <strong>hwinio</strong>, pres. <strong>hwinia</strong>, pret. <strong>hwinianne</strong>-  (3ª sing. <strong>hwiniant</strong>), fut. <strong>hwiniatha</strong>, imp. <strong>hwinio</strong>, part.  <strong>hwiniol</strong> (perfeito <strong>hwíniel</strong>), pp. <strong>hwiniannen</strong> (pl.  <strong>hwiniennin</strong>), ger. <strong>hwiniad</strong><br />
<strong> ista</strong>- &#8220;ter  conhecimento&#8221;, inf. <strong>isto</strong>, pres. <strong>ista</strong>, pret. <strong>istanne</strong>- (3ª  sing. <strong>istant</strong>), fut. <strong>istatha</strong>, imp. <strong>isto</strong>, part. <strong>istol</strong> (perfeito <strong>istiel</strong>), pp. <strong>istannen</strong> (pl. <strong>istennin</strong>), ger.  <strong>istad</strong><br />
<strong> iuitha</strong>- &#8220;usar, empregar&#8221;. <em>(O que Tolkien realmente escreveu para este  estava quase ilegível, mas Christopher Tolkien sugere &#8220;aproveitar&#8221;, mas  &#8220;empregar&#8221; parece ser mais provável devido ao significado da raiz: &#8220;usar,  empregar&#8221;. Ver LR: 400 s.v. </em>YUK<em>.) </em>Inf. <strong>iuitho</strong>, pres.  <strong>iuitha</strong>, pret. <strong>iuithanne</strong>- (3ª sing. <strong>iuithant</strong>), fut.  <strong>iuithatha</strong>, imp. <strong>iuitho</strong>, part. <strong>iuithol</strong> (perfeito  <strong>iuithiel</strong>), pp. <strong>iuithannen</strong> (pl. <strong>iuithennin</strong>), ger.  <strong>iuithad</strong><br />
<strong> laba</strong>- &#8220;pular&#8221;, inf. <strong>labo</strong>, pres. <strong>laba</strong>, pret. <strong>lamme</strong>- (3ª  sing. <strong>lamp</strong>), fut. <strong>labatha</strong>, imp. <strong>labo</strong>, part. <strong>labol</strong> (perfeito <strong>lóbiel</strong>), pp. <strong>lammen</strong> (pl. <strong>lemmin</strong>), ger.  <strong>labad</strong><br />
<strong> lacha</strong>- &#8220;flamejar&#8221;, inf. <strong>lacho</strong>, pres. <strong>lacha</strong>, pret.  <strong>lachanne</strong>- (3ª sing. <strong>lachant</strong>), fut. <strong>lachatha</strong>, imp.  <strong>lacho</strong>, part. <strong>lachol</strong> (perfeito <strong>lechiel</strong>), pp.  <strong>lachannen</strong> (pl. <strong>lechennin</strong>), ger. <strong>lachad</strong><br />
<strong> lasta</strong>-  &#8220;escutar&#8221;, inf. <strong>lasto</strong>, pres. <strong>lasta</strong>, pret. <strong>lastanne</strong>- (3ª  sing. <strong>lastant</strong>), fut. <strong>lastatha</strong>, imp. <strong>lasto</strong>, part.  <strong>lastol</strong> (perfeito <strong>lestiel</strong>), pp. <strong>lastannen</strong> (pl.  <strong>lestennin</strong>), ger. <strong>lastad</strong><br />
<strong> lathra</strong>-  &#8220;escutar às escondidas&#8221;; inf. <strong>lathro</strong>, pres. <strong>lathra</strong>, pret.  <strong>lathranne</strong>- (3ª sing. <strong>lathrant</strong>), fut. <strong>lathratha</strong>, imp.  <strong>lathro</strong>, part. <strong>lathrol</strong> (perfeito <strong>lethriel</strong>), pp.  <strong>lathrannen</strong> (pl. <strong>lethrennin</strong>), ger. <strong>lathrad</strong><br />
<strong> lathrada</strong>-  &#8220;escutar às escondidas&#8221;, inf. <strong>lathrado</strong>, pres. <strong>lathrada</strong>, pret.  <strong>lathranne</strong>- (3ª sing. <strong>lathrant</strong>), fut. <strong>lathradatha</strong>, imp.  <strong>lathrado</strong>, part. <strong>lathradol</strong> (perfeito <strong>lethrediel</strong>), pp.  <strong>lathrannen</strong> (pl. <strong>lethrennin</strong>), ger. <strong>lathradad</strong><br />
<strong> lav</strong>- &#8220;lamber&#8221;,  inf. <strong>levi</strong>, pres. <strong>levi</strong>- (3ª sing. <strong>lâf</strong>), pret. <strong>lemmi</strong>-  (3ª sing. <strong>lam</strong>), fut. <strong>levitha</strong>, imp. <strong>lavo</strong>, part. <strong>lavel</strong> (perfeito <strong>lóviel</strong>), pp. <strong>lammen</strong> (pl. <strong>lemmin</strong>), ger.  <strong>laved</strong><br />
<strong>leitha</strong>- &#8220;libertar&#8221;, inf. <strong>leitho</strong>, pres. <strong>leitha</strong>, pret.  <strong>leithanne</strong>- (3ª sing. <strong>leithant</strong>), fut. <strong>leithatha</strong>, imp.  <strong>leitho</strong>, part. <strong>leithol</strong> (perfeito <strong>leithiel</strong>), pp.  <strong>leithannen</strong> (pl. <strong>leithennin</strong>), ger. <strong>leithad</strong><br />
<strong> limmida</strong>-  &#8220;umedecer&#8221;, inf. <strong>limmido</strong>, pres. <strong>limmida</strong>, pret. <strong>limminne</strong>-  (3ª sing. <strong>limmint</strong>), fut. <strong>limmidatha</strong>, imp. <strong>limmido</strong>, part.  <strong>limmidol</strong> (perfeito <strong>limmidiel</strong>), pp. <strong>limminnen</strong> (pl.  <strong>limminnin</strong>), ger. <strong>limmidad</strong><br />
<strong> linna</strong>-  &#8220;cantar, entoar&#8221;, inf. <strong>linno</strong>, pres. <strong>linna</strong>, pret. <strong>linne</strong>- (3ª  sing. <strong>lind</strong>, or <strong>linnant</strong>), fut. <strong>linnatha</strong>, imp. <strong>linno</strong>,  part. <strong>linnol</strong> (perfeito <strong>linniel</strong>), pp. <strong>linnen</strong> (pl.  <strong>linnin</strong>), ger. <strong>linnad</strong><br />
<strong> loda</strong>-  &#8220;flutuar&#8221;, inf. <strong>lodo</strong>, pres. <strong>loda</strong>, pret. <strong>lunne</strong>- (3ª sing.  <strong>lunt</strong>), fut. <strong>lodatha</strong>, imp. <strong>lodo</strong>, part. <strong>lodol</strong> (perfeito <strong>lúdiel</strong>), pp. <strong>lunnen</strong> (pl. <strong>lynnin</strong>), ger.  <strong>lodad</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>luitha</strong>- &#8220;encantar&#8221; <em>(adaptado ao sindarin normal a partir do  sindarin doriathrin <strong>lútha</strong>-)</em>, inf. <strong>luitho</strong>, pres. <strong>luitha</strong>,  pret. <strong>luithanne</strong>- (3ª sing. <strong>luithant</strong>), fut. <strong>luithatha</strong>, imp.  <strong>luitho</strong>, part. <strong>luithol</strong> (perfeito <strong>luithiel</strong>), pp.  <strong>luithannen</strong> (pl. <strong>luithennin</strong>), ger. <strong>luithad</strong><br />
<strong> luithia</strong>-  &#8220;apagar&#8221;. Inf. <strong>luithio</strong>, pres. <strong>luithia</strong>, pret. <strong>luithianne</strong>-  (3ª sing. <strong>luithiant</strong>), fut. <strong>luithiatha</strong>, imp. <strong>luithio</strong>, part.  <strong>luithiol</strong> (perfeito <strong>luithiel</strong>), pp. <strong>luithiannen </strong>(pl.  <strong>luithiennin</strong>), ger. <strong>luithiad</strong><br />
<strong> </strong>!<strong>mab</strong>-  &#8220;capturar, levar à força&#8221; <em>(apenas o verbo &#8220;noldorin antigo&#8221; <strong>map</strong>- é  dado, LR: 371 s.v. </em>MAP<em>)</em>, inf. <strong>mebi</strong>, pres. <strong>mebi</strong>- (3ª  sing. <strong>mâb</strong>), pret. <strong>memmi</strong>- (3ª sing. <strong>mamp</strong>), fut.  <strong>mebitha</strong>, imp. <strong>mabo</strong>, part. <strong>mabel</strong> (perfeito <strong>móbiel</strong>),  pp. <strong>mammen</strong> (pl. <strong>memmin</strong>), ger. <strong>mabed</strong><br />
<strong> mad</strong>- &#8220;comer&#8221;,  inf. <strong>medi</strong>, pres. <strong>medi</strong>- (3ª sing. <strong>mâd</strong>), pret. <strong>menni</strong>-  (3ª sing. <strong>mant</strong>), fut. <strong>meditha</strong>, imp. <strong>mado</strong>, part.  <strong>madel</strong> (perfeito <strong>módiel</strong>), pp. <strong>mannen</strong>, ger. <strong>maded</strong><br />
<strong> maetha</strong>-  &#8220;lutar&#8221;, inf. <strong>maetho</strong>, pres. <strong>maetha</strong>, pret. <strong>maethanne</strong>- (3ª  sing. <strong>maethant</strong>), fut. <strong>maethatha</strong>, imp. <strong>maetho</strong>, part.  <strong>maethol</strong> (perfeito <strong>maethiel</strong>), pp. <strong>maethannen</strong> (pl.  <strong>maethennin</strong>), ger. <strong>maethad</strong><br />
<strong> matha</strong>-  &#8220;acariciar, sentir, manusear; empunhar&#8221; (confundido com <strong>maetha</strong>- &#8220;lutar&#8221;).  Pres. <strong>matha</strong>, pret. <strong>mathanne</strong>- (3ª sing. <strong>mathant</strong>), fut.  <strong>mathatha</strong>, imp. <strong>matho</strong>, part. <strong>mathol</strong> (perfeito  <strong>methiel</strong>), pp. <strong>mathannen</strong> (pl. <strong>methennin</strong>), ger. <strong>mathad</strong><br />
<strong> minna</strong>-  &#8220;entrar&#8221;, inf. <strong>minno</strong>, pres. <strong>minna</strong>, pret. <strong>minne</strong>- (3ª sing.  <strong>minnant</strong>), fut. <strong>minnatha</strong>, imp. <strong>minno</strong>, part. <strong>minnol</strong> (perfeito <strong>minniel</strong>), pp. <strong>minnen</strong> (pl. <strong>minnin</strong>), ger.  <strong>minnad</strong><br />
<strong> mista</strong>- &#8220;desgarrar-se, extraviar-se&#8221;, inf. <strong>misto</strong>, pres. <strong>mista</strong>,  pret. <strong>mistanne</strong>- (3ª sing. <strong>mistant</strong>), fut. <strong>mistatha</strong>, imp.  <strong>misto</strong>, part. <strong>mistol</strong> (perfeito <strong>mistiel</strong>), pp.  <strong>mistannen</strong> (pl. <strong>mistennin</strong>), ger. <strong>mistad</strong><br />
<strong> muda</strong>-  &#8220;trabalhar&#8221;, inf. <strong>mudo</strong>, pres. <strong>muda</strong>, pret. <strong>mudanne</strong>- (3ª  sing. <strong>mudant</strong>), fut. <strong>mudatha</strong>, part. <strong>mudol</strong> (perfeito  <strong>múdiel</strong>), pp. <strong>mudannen</strong> (pl. <strong>mudennin</strong>), ger. <strong>mudad</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>naegra</strong>- &#8220;causar dor&#8221; <em>(Adaptado para o sindarin a partir do verbo  &#8220;noldorin&#8221; <strong>negro</strong>-, LR: 375 s.v. </em>NÁYAK<em>)</em>. Inf. <strong>naegro</strong>,  pres. <strong>naegra</strong>, pret. <strong>naegranne</strong>- (3ª sing. <strong>naegrant</strong>), fut.  <strong>naegratha</strong>, imp. <strong>naegro</strong>, part. <strong>naegrol</strong> (perfeito  <strong>naegriel</strong>), pp. <strong>naegrannen</strong>(pl. <strong>naegrennin</strong>), ger.  <strong>naegrad</strong><br />
<strong> nag</strong>- &#8220;morder&#8221;, inf. <strong>negi</strong>, pres. <strong>negi</strong>- (3ª sing. <strong>nâg</strong>),  pret. <strong>nengi</strong>- (3ª sing. <strong>nanc</strong>), fut. <strong>negitha</strong>, imp.  <strong>nago</strong>, part. <strong>nagel</strong> (perfeito <strong>nógiel</strong>), pp. <strong>nangen</strong> (pl.  <strong>nengin</strong>), ger. <strong>naged</strong><br />
<strong> nalla</strong>-  &#8220;gritar&#8221;, inf. <strong>nallo</strong>, pres. <strong>nalla</strong>, pret. <strong>nallanne</strong>- (3ª  sing. <strong>nallant</strong>), fut. <strong>nallatha</strong>, imp. <strong>nallo</strong>, part.  <strong>nallol</strong> (perfeito <strong>nelliel</strong>), pp. <strong>nallannen</strong> (pl.  <strong>nellennin</strong>), ger. <strong>nallad</strong><br />
<strong>nara</strong>- &#8220;contar&#8221;  (uma história) <em>(uma palavra arcaica ou poética)</em>, inf. <strong>naro</strong>, pres.  <strong>nara</strong>, pret. <strong>narne</strong>- (3ª sing. <strong>narn</strong>), fut. <strong>naratha</strong>,  imp. <strong>naro</strong>, part. <strong>narol</strong> (perfeito <strong>nóriel</strong>), pp. <strong>narnen</strong> (pl. <strong>nernin</strong>), ger. <strong>narad</strong><br />
<strong> narcha</strong>-  &#8220;rasgar, despedaçar&#8221;, inf. <strong>narcho</strong>, pres. <strong>narcha</strong>, pret.  <strong>narchanne</strong>- (3ª sing. <strong>narchant</strong>), fut. <strong>narchatha</strong>, imp.  <strong>narcho</strong>, part. <strong>narchol</strong> (perfeito <strong>nerchiel</strong>), pp.  <strong>narchannen</strong> (pl. <strong>nerchennin</strong>), ger. <strong>narchad</strong><br />
<strong> nasta</strong>- &#8220;furar,  picar, empurrar&#8221;, inf. <strong>nasto</strong>, pres. <strong>nasta</strong>, pret. <strong>nastanne</strong>-  (3ª sing. <strong>nastant</strong>), fut. <strong>nastatha</strong>, imp. <strong>nasto</strong>, part.  <strong>nastol</strong> (perfeito <strong>nestiel</strong>), pp. <strong>nastannen</strong> (pl.  <strong>nestennin</strong>), ger. <strong>nastad</strong><br />
<strong> nautha</strong>-  &#8220;conceber&#8221;, inf. <strong>nautho</strong>, pres. <strong>nautha</strong>, pret. <strong>nauthanne</strong>- (3ª  sing. <strong>nauthant</strong>), fut. <strong>nauthatha</strong>, imp. <strong>nautho</strong>, part.  <strong>nauthol</strong> (perfeito <strong>nauthiel</strong>), pp. <strong>nauthannen</strong> (pl.  <strong>nauthennin</strong>), ger. <strong>nauthad</strong><br />
<strong> </strong>!<strong>neitha</strong>- &#8220;ofender, injustiçar *privar&#8221;, inf. <strong>neitho</strong>, pres.  <strong>neitha</strong>, pret. <strong>neithanne</strong>- (3ª sing. <strong>neithant</strong>), fut.  <strong>neithatha</strong>, imp. <strong>neitho</strong>, part. <strong>neithol</strong> (perfeito  <strong>neithiel</strong>), pp. <strong>neithannen</strong>, ger. <strong>neithad</strong>. <em>(Verbo deduzido  a partir do epíteto de Túrin: <strong>Neithan</strong>, O Injustiçado.)</em><br />
<em> </em><strong>neledh</strong>-  &#8220;entrar&#8221;,<em> </em>inf. <strong>neledhi</strong>, pres. <strong>neledhi</strong>- (3ª sing.  <strong>neledh</strong>), pret. <strong>nelenni</strong>- (3ª sing. <strong>nelenn</strong>), fut.  <strong>neledhitha</strong>, imp. <strong>neledho</strong>, part. <strong>neledhel</strong> (perfeito  <strong>nelídhiel</strong>), pp. <strong>nelennen</strong> (pl. <strong>nelennin</strong>), ger.  <strong>neledhed</strong><br />
<strong> nella</strong>- &#8220;fazer sinos soarem&#8221;,<strong> </strong>inf. <strong>nello</strong>, pres. <strong>nella</strong>,  pret. <strong>nellanne</strong>- (3ª sing. <strong>nellant</strong>), fut. <strong>nellatha</strong>, imp.  <strong>nello</strong>, part. <strong>nellol</strong> (perfeito <strong>nelliel</strong>), pp.  <strong>nellannen</strong> (pl. <strong>nellennin</strong>), ger. <strong>nellad</strong><br />
<strong> </strong>!<strong>nesta</strong>-  &#8220;curar&#8221;, inf. <strong>nesto</strong>, pres. <strong>nesta</strong>, pret. <strong>nestanne</strong>- (3ª sing.  <strong>nestant</strong>), fut. <strong>nestatha</strong>, imp. <strong>nesto</strong>, part. <strong>nestol</strong> (perfeito <strong>nestiel</strong>), pp. <strong>nestannen</strong> (pl. <strong>nestennin</strong>), ger.  <strong>nestad</strong><br />
<strong> nestag</strong>- &#8220;inserir, afixar&#8221;, inf. <strong>nestegi</strong>, pres. <strong>nestegi</strong>- (3ª  sing. <strong>nestag</strong>), pret. <strong>nestengi</strong>- (3ª sing. <strong>nestanc</strong>), fut.  <strong>nestegitha</strong>, imp. <strong>nestago</strong>, part. <strong>nestagel</strong> (perfeito  <strong>nestógiel</strong>), pp. <strong>nestangen</strong> (pl. <strong>nestengin</strong>), ger.  <strong>nestaged</strong><br />
<strong> nimmida</strong>- &#8220;embranquecer&#8221;, inf. <strong>nimmido</strong>, pres. <strong>nimmida</strong>, pret.  <strong>nimminne</strong>- (3ª sing. <strong>nimmint</strong>), fut. <strong>nimmidatha</strong>, imp.  <strong>nimmido</strong>, part. <strong>nimmidol</strong> (perfeito <strong>nimmidiel</strong>), pp.  <strong>nimminnen</strong> (pl. <strong>nimminnin</strong>), ger. <strong>nimmidad</strong><br />
<strong> nod</strong>- &#8220;amarrar,  atar&#8221;, inf. <strong>nedi</strong>, pres. <strong>nedi</strong>- (3ª sing. <strong>nôd</strong>), pret.  <strong>nynni</strong>- (3ª sing. <strong>nunt</strong>), fut. <strong>neditha</strong>, imp. <strong>nodo</strong>,  part. <strong>nodel</strong> (perfeito <strong>núdiel</strong>), pp. <strong>nunnen</strong> (pl.  <strong>nynnin</strong>) <em>(o pp. também pode ser <strong>noden</strong>)</em>, ger. <strong>noded</strong><br />
<strong>nor</strong>- &#8220;correr&#8221;,  inf. <strong>neri</strong>, pres. <strong>neri</strong>- (3ª sing. <strong>nôr</strong>), pret. <strong>nerni</strong>-  (3ª sing. <strong>norn</strong>), fut. <strong>neritha</strong>, imp. <strong>noro</strong>, part.  <strong>norel</strong> (perfeito <strong>núriel</strong>), pp. <strong>nornen</strong> (pl. <strong>nernin</strong>)  ger. <strong>nored</strong><br />
<strong> nuitha</strong>- &#8220;atrasar, impedir a conclusão, parar de repente, não permitir a  continuação&#8221;, inf. <strong>nuitho</strong>, pres. <strong>nuitha</strong>, pret. <strong>nuithanne</strong>-  (3ª sing. <strong>nuithant</strong>), fut. <strong>nuithatha</strong>, imp. <strong>nuitho</strong>, part.  <strong>nuithol</strong> (perfeito <strong>nuithiel</strong>), pp. <strong>nuithannen</strong> (pl.  <strong>nuithennin</strong>), ger. <strong>nuithad</strong><br />
<strong> oltha</strong>-  &#8220;sonhar&#8221;, inf. <strong>oltho</strong>, pres. <strong>oltha</strong>, pret. <strong>olthanne</strong>- (3ª  sing. <strong>olthant</strong>), fut. <strong>olthatha</strong>, imp. <strong>oltho</strong>, part.  <strong>olthol</strong> (perfeito <strong>elthiel</strong>), pp. <strong>olthannen</strong> (pl.  <strong>elthennin</strong>), ger. <strong>olthad</strong><br />
<strong>onna</strong>-  &#8220;conceber, gerar&#8221;, inf.<strong> onno</strong>, pres. <strong>onna</strong>, pret. <strong>onne</strong>- (3ª  sing. <strong>onnant</strong>), fut. <strong>onnatha</strong>, imp. <strong>onno</strong>, part. <strong>onnol</strong> (perfeito <strong>enniel</strong>), pp. <strong>onnen</strong> (pl. <strong>ennin</strong>), ger. <strong>onnad</strong><br />
<strong>ortha</strong>-  &#8220;erguer, levantar&#8221;, inf. <strong>ortho</strong>, pres. <strong>ortha</strong>, pret.  <strong>orthanne</strong>- (3ª sing. <strong>orthant</strong>), fut. <strong>orthatha</strong>, imp.  <strong>ortho</strong>, part. <strong>orthol</strong> (perfeito <strong>erthiel</strong>), pp.  <strong>orthannen</strong> (pl. <strong>erthennin</strong>), ger. <strong>orthad</strong><br />
<strong> orthel</strong>-  &#8220;cobrir com telhado&#8221;, inf. <strong>ortheli</strong>, pres. <strong>ortheli</strong>- (3ª sing.  <strong>orthel</strong>), pret. <strong>orthelli</strong>- (3ª sing. <strong>orthell</strong>), fut.  <strong>orthelitha</strong>, imp. <strong>orthelo</strong>, part. <strong>orthelel</strong> (perfeito  <strong>erthíliel</strong>), pp. <strong>orthellen</strong> (pl. <strong>orthellin</strong>), ger.  <strong>ortheled</strong>. <em>Visto que o prefixo <strong>or</strong>- não passa por metafonia (para  <strong>er</strong>-) no infinitivo atestado <strong>ortheli</strong> (LR: 391 s.v. </em>TEL<em>),  também não introduzimos metafonia em outras formas (assim, temos o  presente/pretérito/futuro <strong>ortheli</strong>-/<strong>orthelli</strong>-/<strong>orthelitha</strong> ao  invés das formas metafônicas ?<strong>ertheli</strong>/<strong>erthelli</strong>/<strong>erthelitha</strong>,  e o pp. plural <strong>orthellin</strong> ao invés de ?<strong>erthellin</strong>). Cf. também a  próxima entrada, que inclui o mesmo prefixo: o infinitivo <strong>ortheri</strong> &#8220;dominar, conquistar&#8221; (e não ?<strong>ertheri</strong>) é atestado. Mas uma vez que o  prefixo <strong>os</strong>- &#8220;em volta, ao redor&#8221; é visto como estando sujeito à metafonia  no verbo <strong>osgar</strong>- &#8220;cortar em volta, amputar&#8221; (infinitivo atestado  <strong>esgeri</strong> ao invés de ?<strong>osgeri</strong>, LR: 379 s.v. </em>OS<em>), isto pode ser  visto como inconsistência da parte de Tolkien.</em><br />
<em> </em><strong>orthor</strong>-  &#8220;dominar, conquistar&#8221;, inf. <strong>ortheri</strong>, pres. <strong>ortheri</strong>- (3ª sing.  <strong>orthor</strong>), pret. <strong>ortherni</strong>- (3ª sing. <strong>orthorn</strong>), fut.  <strong>ortheritha</strong>, imp. <strong>orthoro</strong>, part. <strong>orthorel</strong> (perfeito  <strong>orthúriel</strong>), pp. <strong>orthornen</strong> (pl. <strong>orthernin</strong>), ger.  <strong>orthored</strong><br />
<strong> osgar</strong>- &#8220;cortar em volta, amputar&#8221;, inf. <strong>esgeri</strong>, pres. <strong>esgeri</strong>-  (3ª sing.<strong>osgar</strong>), pret. <strong>esgerni</strong>- (3ª sing. <strong>osgarn</strong>), fut.  <strong>esgeritha</strong>, imp. <strong>osgaro</strong>, part. <strong>osgarel</strong> (perfeito  <strong>osgóriel</strong>), pp. <strong>osgarnen</strong> (pl. <strong>esgernin</strong>), ger. <strong>osgared</strong><br />
<strong> ovra</strong>-  &#8220;abundar&#8221;. Inf. <strong>ovro</strong>, pres. <strong>ovra</strong>, pret. <strong>ovranne</strong>- (3ª sing.  <strong>ovrant</strong>), fut. <strong>ovratha</strong>, imp. <strong>ovro</strong>, part. <strong>ovrol</strong> (perfeito <strong>evriel</strong>), pp. <strong>ovrannen</strong> (pl. <strong>evrennin</strong>), ger.  <strong>ovrad</strong><br />
<strong> pada</strong>- &#8220;caminhar em uma trilha ou caminho&#8221;, inf. <strong>pado</strong>, pres.  <strong>pada</strong>, pret. <strong>panne</strong>- (3ª sing. <strong>pant</strong>), fut. <strong>padatha</strong>,  imp. <strong>pado</strong>, part. <strong>padol</strong> (perfeito <strong>pódiel</strong>), pp. <strong>pannen</strong> (pl. <strong>pennin</strong>), ger. <strong>padad</strong><br />
<strong> palan-dir</strong>-  &#8220;enxergar ao longe&#8221;, inf. <strong>palan-diri</strong>, pres. <strong>palan-diri</strong>- (3ª sing.  <strong>palan-dir</strong>), pret. <strong>palan-dirni</strong>- (3ª sing. <strong>palan-dirn</strong>), fut.  <strong>palan-diritha</strong>, imp. <strong>palan-diro</strong>, part. <strong>palan-diriel</strong> (perfeito <strong>palan-díriel</strong>), pp. <strong>palan-dirnen</strong> (pl.  <strong>palan-dirnin</strong>), ger. <strong>palan-dired</strong><br />
<strong> panna</strong>- (1)  &#8220;abrir, alargar&#8221;, (2) &#8220;encher&#8221;. Inf. <strong>panno</strong>, pres. <strong>panna</strong>, pret.  <strong>panne</strong>- (3ª sing. <strong>pannant</strong>), fut. <strong>pannatha</strong>, imp.  <strong>panno</strong>, part. <strong>pannol</strong> (perfeito <strong>penniel</strong>), pp. <strong>pannen</strong> (pl. <strong>pennin</strong>), ger. <strong>pannad</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>partha</strong>- &#8220;arranjar, compor&#8221;; inf. <strong>partho</strong> <em>(derivado do inf.  &#8220;noldorin antigo&#8221; parthóbi [prov. uma leitura errada de parthóbe], LR: 380 s.v. </em>PAR<em>)</em>, inf. <strong>partho</strong>, pres. <strong>partha</strong>, pret.  <strong>parthanne</strong>- (3ª sing. <strong>parthant</strong>), fut. <strong>parthatha</strong>, part.  <strong>parthol</strong> (perfeito <strong>perthiel</strong>), pp. <strong>parthannen</strong> (pl.  <strong>perthennin</strong>), ger. <strong>darthad</strong><br />
<strong> pathra</strong>-  &#8220;encher, preencher&#8221;; inf. <strong>pathro</strong>, pres. <strong>pathra</strong>, pret.  <strong>pathranne</strong>- (3ª sing. <strong>pathrant</strong>), fut. <strong>pathratha</strong>, imp.  <strong>pathro</strong>, part. <strong>pathrol</strong> (perfeito <strong>pethriel</strong>), pp.  <strong>pathrannen</strong> (pl. <strong>pethrennin</strong>), ger. <strong>pathrad</strong><br />
<strong> ped</strong>- &#8220;dizer,  falar&#8221;, inf. <strong>pedi</strong>, pres. <strong>pedi</strong>- (3ª sing. <strong>pêd</strong>), pret.  <strong>penni</strong>- (3ª sing. <strong>pent</strong>), fut. <strong>peditha</strong>, imp. <strong>pedo</strong>,  part. <strong>pedol</strong> (perfeito <strong>pídiel</strong>), pp. <strong>pennen</strong> (pl.  <strong>pennin</strong>), ger. <strong>peded</strong><br />
<strong> pel</strong>-  &#8220;desvanecer, debilitar&#8221;, inf. <strong>peli</strong>, pres. <strong>peli</strong>- (3ª sing.  <strong>pêl</strong>), pret. <strong>pelli</strong>- (3ª sing. <strong>pell</strong>), fut. <strong>pelitha</strong>,  imp. <strong>pelo</strong>, part. <strong>pelol</strong> (perfeito <strong>píliel</strong>), pp. <strong>pellen</strong> (pl. <strong>pellin</strong>), ger. <strong>peled</strong><br />
<strong> pelia</strong>-  &#8220;estender, espalhar&#8221;, inf. <strong>pelio</strong>, pres. <strong>pelia</strong>, pret.  <strong>pelianne</strong>- (3ª sing. <strong>peliant</strong>), fut. <strong>peliatha</strong>, imp.  <strong>pelio</strong>, part. <strong>peliol</strong> (perfeito <strong>póliel</strong>), pp. <strong>peliannen</strong> (pl. <strong>peliennin</strong>), ger. <strong>peliad</strong><br />
<strong> penia</strong>-  &#8220;estabelecer, fixar&#8221;, inf. <strong>penio</strong>, pres. <strong>penia</strong>, pret.  <strong>penianne</strong>- (3ª sing. <strong>peniant</strong>), fut. <strong>peniatha</strong>, imp.  <strong>penio</strong>, part. <strong>peniol</strong> (perfeito <strong>póniel</strong>), pp. <strong>peniannen</strong> (pl. <strong>peniennin</strong>), ger. <strong>peniad</strong><br />
<strong> penna</strong>-  &#8220;inclinar&#8221;, inf. <strong>penno</strong>, pres. <strong>penna</strong>, pret. <strong>penne</strong>- (3ª sing.  <strong>pend</strong>, or <strong>pennant</strong>), fut. <strong>pennatha</strong>, imp. <strong>penno</strong>, part.  <strong>pennol</strong> (perfeito <strong>penniel</strong>), pp. <strong>pennen</strong> (pl. <strong>pennin</strong>),  ger. <strong>pennad</strong><br />
<strong> presta</strong>- &#8220;afetar, afligir, perturbar&#8221;, inf. <strong>presto</strong>, pres.  <strong>presta</strong>, pret. <strong>prestanne</strong>- (3ª sing. <strong>prestant</strong>), fut.  <strong>prestatha</strong>, imp. <strong>presto</strong>, part. <strong>prestol</strong> (perfeito  <strong>prestiel</strong>), pp. <strong>prestannen</strong> (pl. <strong>prestennin</strong>), ger.  <strong>prestad</strong><br />
<strong> puia</strong>- &#8220;cuspir&#8221;, inf. <strong>puio</strong>, pres. <strong>puia</strong>, pret. <strong>puianne</strong>-  (3ª sing. <strong>puiant</strong>), fut. <strong>puiatha</strong>, imp. <strong>puio</strong>, part.  <strong>puiol</strong> (perfeito <strong>puiel</strong>), pp. <strong>puiannen</strong> (pl. <strong>puiennin</strong>),  ger. <strong>puiad</strong><br />
<strong> rada</strong>- &#8220;criar um caminho, encontrar um caminho&#8221;, inf. <strong>rado</strong>, pres.  <strong>rada</strong>, pret. <strong>ranne</strong>- (3ª sing. <strong>rant</strong>), fut. <strong>radatha</strong>,  imp. <strong>rado</strong>, part. <strong>radol</strong> (perfeito <strong>ródiel</strong>), pp. <strong>rannen</strong> (pl. <strong>rennin</strong>), ger. <strong>radad</strong><br />
<strong> raeda</strong>-  &#8220;capturar em rede&#8221;, inf. <strong>raedo</strong>, pres. <strong>raeda</strong>, pret.  <strong>raedanne</strong>- (3ª sing. <strong>raedant</strong>), fut. <strong>raedatha</strong>, imp.  <strong>raedo</strong>, part. <strong>raedol</strong> (perfeito <strong>raediel</strong>), pp.  <strong>raedannen</strong> (pl. <strong>raedennin</strong>), ger. <strong>raedad</strong><br />
<strong> redh</strong>-  &#8220;semear&#8221;, inf. <strong>redhi</strong>, pres. <strong>redhi</strong>- (3ª sing. <strong>rêdh</strong>), pret.  <strong>renni</strong>- (3 sing. <strong>rend</strong>), fut. <strong>redhitha</strong>, imp. <strong>redho</strong>,  part. <strong>redhel</strong> (perfeito <strong>rídhiel</strong>), pp. <strong>rennen</strong> (pl.  <strong>rennin</strong>), ger. <strong>redhed</strong><br />
<strong> renia</strong>-  &#8220;extraviar-se&#8221; <em>(adaptado do sindarin a partir da forma &#8220;noldorin&#8221; &#8220;rhenia&#8221; em  LR: 383 s.v. </em>RAN<em>)</em>, inf. <strong>renio</strong>, pres. <strong>renia</strong>, pret.  <strong>renianne</strong>- (3ª sing. <strong>reniant</strong>), fut. <strong>reniatha</strong>, imp.  <strong>renio</strong>, part. <strong>reniol</strong> (perfeito <strong>róniel</strong>), pp. <strong>reniannen</strong> (pl. <strong>reniennin</strong>), ger. <strong>reniad</strong><br />
<strong> revia</strong>- &#8220;voar,  navegar; vagar&#8221; <em>(a forma de infinitivo &#8220;noldorin&#8221; &#8220;rhenio&#8221; em LR: 382 s.v. </em>RAM<em> é uma leitura errada de <strong>rhevio</strong>)</em>. Inf. <strong>revio</strong>, pres.  <strong>revia</strong>, pret. <strong>revianne</strong>- (3ª sing. <strong>reviant</strong>), fut.  <strong>reviatha</strong>, imp. <strong>revio</strong>, part. <strong>reviol</strong> (perfeito  <strong>róviel</strong>), pp. <strong>reviannen</strong> (pl. <strong>reviennin</strong>), ger. <strong>reviad</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>rhib</strong>-  &#8220;arranhar&#8221; <em>(adaptado para o sindarin a partir do &#8220;noldorin&#8221; <strong>thribi</strong>-,  LR: 387)</em>, inf. <strong>rhibi</strong>, pres. <strong>rhibi</strong>- (3ª sing. <strong>rhîb</strong>),  pret. <strong>rhimmi</strong>- (3ª sing. <strong>rhimp</strong>), fut. <strong>rhibitha</strong>, imp.  <strong>rhibo</strong>, part. <strong>rhibiel</strong> (perfeito <strong>rhíbiel</strong>), pp. <strong>rhimmen</strong> (pl. <strong>rhimmin</strong>), ger. <strong>rhibed</strong><br />
<strong> rib</strong>-  &#8220;apressar, correr, arremessar&#8221;, inf. <strong>ribi</strong>, pres. <strong>ribi</strong>- (3ª sing.  <strong>rîb</strong>), pret. <strong>rimmi</strong>- (3ª sing. <strong>rimp</strong>), fut. <strong>ribitha</strong>,  imp. <strong>ribo</strong>, part. <strong>ribiel</strong> (perfeito <strong>ríbiel</strong>), pp.  <strong>rimmen</strong> (pl. <strong>rimmin</strong>), ger. <strong>ribed</strong><br />
<strong> rimma</strong>- &#8220;fluir  como uma corrente&#8221;, inf. <strong>rimmo</strong>, pres. <strong>rimma</strong>, pret.  <strong>rimmanne</strong>- (3ª sing. <strong>rimmant</strong>), fut. <strong>rimmatha</strong>, imp.  <strong>rimmo</strong>, part. <strong>rimmol</strong> (perfeito <strong>rimmiel</strong>), pp.  <strong>rimmannen</strong> (pl. <strong>rimmennin</strong>), ger. <strong>rimmad</strong><br />
<strong>rista</strong>-  &#8220;rasgar, cortar, rachar&#8221;, inf. <strong>risto</strong>, pres. <strong>rista</strong>, pret.  <strong>ristanne</strong>- (3ª sing. <strong>ristant</strong>), fut. <strong>ristatha</strong>, imp.  <strong>risto</strong>, part. <strong>ristol</strong> (perfeito <strong>ristiel</strong>), pp.  <strong>ristannen</strong> (pl. <strong>ristennin</strong>), ger. <strong>ristad</strong><br />
<strong> ritha</strong>-  &#8220;sacudir, contorcer-se, agarrar&#8221;, inf. <strong>ritho</strong>, pres. <strong>ritha</strong>, pret.  <strong>rithanne</strong>- (3ª sing. <strong>rithant</strong>), fut. <strong>rithatha</strong>, part.  <strong>rithol</strong> (perfeito <strong>rithiel</strong>), pp. <strong>rithannen</strong> (pl.  <strong>rithennin</strong>), ger. <strong>rithad</strong><br />
<strong> rosta</strong>- &#8220;tornar  oco, escavar&#8221;, inf. <strong>rosto</strong>, pres. <strong>rosta</strong>, pret. <strong>rostanne</strong>- (3ª  sing. <strong>rostant</strong>), fut. <strong>rostatha</strong>, imp. <strong>rosto</strong>, part.  <strong>rostol</strong> (perfeito <strong>restiel</strong>), pp. <strong>rostannen</strong> (pl.  <strong>restennin</strong>), ger. <strong>rostad</strong><br />
<strong> sautha</strong>-  &#8220;drenar, exaurir&#8221;, inf. <strong>sautho</strong>, pres. <strong>sautha</strong>, pret.  <strong>sauthanne</strong>- (3ª sing. <strong>sauthant</strong>), fut. <strong>sauthatha</strong>, imp.  <strong>sautho</strong>, part. <strong>sauthol</strong> (perfeito <strong>sauthiel</strong>), pp.  <strong>sauthannen</strong> (pl. <strong>sauthennin</strong>), ger. <strong>sauthad</strong><br />
<strong> seidia</strong>-  &#8220;excluir; destinar a um propósito ou proprietário especial&#8221;, inf. <strong>seidio</strong>,  pres. <strong>seidia</strong>, pret. <strong>seidianne</strong>- (3ª sing. <strong>seidiant</strong>), fut.  <strong>seidiatha</strong>, imp. <strong>seidio</strong>, part. <strong>seidiol</strong> (perfeito  <strong>sódiel</strong>), pp. <strong>seidiannen</strong> (pl. <strong>seidiennin</strong>), ger.  <strong>seidiad</strong><br />
<strong> síla</strong>- &#8220;brilhar (brancamente)&#8221;, inf. <strong>sílo</strong>, pres. <strong>síla</strong>, pret.  <strong>sille</strong>- (3ª sing. <strong>sill</strong>), fut. <strong>sílatha</strong>, imp. <strong>sílo</strong>,  part. <strong>sílol</strong> (perfeito <strong>síliel</strong>), pp. <strong>sillen</strong> (pl.  <strong>sillin</strong>), ger. <strong>sílad</strong><br />
<strong>siria</strong>-  &#8220;fluir&#8221;, inf. <strong>sirio</strong>, pres. <strong>siria</strong>, pret. <strong>sirianne</strong>- (3ª sing.  <strong>siriant</strong>), fut. <strong>siriatha</strong>, imp. <strong>sirio</strong>, part. <strong>siriol</strong> (perfeito <strong>síriel</strong>), pp. <strong>siriannen</strong> (pl. <strong>siriennin</strong>), ger.  <strong>siriad</strong><br />
<strong> soga</strong>- &#8220;beber&#8221;, inf. <strong>sogo</strong>, pres. <strong>soga</strong> (3ª sing. irregular  <strong>sôg</strong>), pret. <strong>sunge</strong>- (3ª sing. <strong>sunc</strong>) or <strong>soganne</strong>- (3ª  sing. <strong>sogant</strong>), fut. <strong>sogatha</strong>, imp. <strong>sogo</strong>, part. <strong>sogol</strong> (perfeito <strong>súgiel</strong>), pp. <strong>sungen </strong>(pl. <strong>syngin</strong>) or<strong> sogannen</strong> <em>(&#8220;sogennen&#8221; em LR: 388 s.v. </em>SUK<em> provavelmente é uma  leitura errada)</em> (pl. <strong>segennin</strong>), ger. <strong>sogad</strong><br />
<strong> suilanna</strong>-  &#8220;saudar, cumprimentar&#8221;, inf. <strong>suilanno</strong>, pres. <strong>suilanna</strong>, pret.  ?<strong>suilanne</strong>- (3ª sing. ?<strong>suilannant</strong>, ou talvez apenas  ?<strong>suilant</strong>), fut. <strong>suilannatha</strong>, imp. <strong>suilanno</strong>, part.  <strong>suilannol</strong> (perfeito ?<strong>suilenniel</strong>), pp. ?<strong>suilannen</strong> (pl.  ?<strong>suilennin</strong>), ger. <strong>suilannad</strong>. <em>Alguns acham que este verbo  incorpora <strong>anna</strong>- &#8220;dar&#8221; e é literalmente &#8220;dar uma saudação&#8221;. Sendo assim,  ele pode compartilhar as irregularidades de <strong>anna-</strong>. Teríamos então o  pretérito ?<strong>suilone</strong>- com a 3ª sing.. ?<strong>suilon</strong> (para a forma mais  antiga <strong>suilaun</strong>), particípio perfeito ?<strong>suilóniel</strong>, particípio  passado ?<strong>suilonen</strong> (pl. ?<strong>suilonin</strong>).</em><br />
<strong>taetha</strong>-  &#8220;apertar, atar&#8221;, inf. <strong>taetho</strong>, pres. <strong>taetha</strong>, pret.  <strong>taethanne</strong>- (3ª sing. <strong>taethant</strong>), fut. <strong>taethatha</strong>, imp.  <strong>taetho</strong>, part. <strong>taethol</strong> (perfeito <strong>taethiel</strong>), pp.  <strong>taethannen</strong> (pl. <strong>taethennin</strong>), ger. <strong>taethad</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>tamma</strong>-  &#8220;bater, golpear&#8221;. <em>(De uma leitura ou erro de digitação errado, LR: 390 s.v. </em>TAM<em> tem &#8220;mn&#8221; para &#8220;mm&#8221;.)</em> Inf. <strong>tammo</strong>, pres. <strong>tamma</strong>, pret.  <strong>tammanne</strong>- (3ª sing. <strong>tammant</strong>), fut. <strong>tammatha</strong>, imp.  <strong>tammo</strong>, part. <strong>tammol</strong> (perfeito <strong>tammiel</strong>), pp.  <strong>tammannen</strong> (pl. <strong>temmennin</strong>), ger. <strong>tammad</strong><br />
<strong>tangada</strong>-  &#8220;tornar firme, confirmar, estabelecer&#8221;, inf. <strong>tangado</strong>, pres.  <strong>tangada</strong>, pret. <strong>tanganne</strong>- (3ª sing. <strong>tangant</strong>), fut.  <strong>tangadatha</strong>, imp. <strong>tangado</strong>, part. <strong>tangadol</strong> (perfeito  <strong>tengediel</strong>), pp. <strong>tangannen</strong> (pl. <strong>tengennin</strong>), ger.  <strong>tangadad</strong><br />
<strong>telia</strong>- &#8220;tocar, jogar&#8221;. Inf. <strong>telio</strong>, pres. <strong>telia</strong>, pret.  <strong>telianne</strong>- (3ª sing. <strong>teliant</strong>), fut. <strong>teliatha</strong>, imp.  <strong>telio</strong>, part. <strong>teliol</strong> (perfeito <strong>tóliel</strong>), pp. <strong>teliannen</strong> (pl. <strong>teliennin</strong>), ger. <strong>teliad</strong>. <em>(Variante <strong>teilia</strong>-  abaixo.)</em><br />
<em> </em><strong>teilia</strong>- &#8220;tocar, jogar&#8221; <em>(variante de <strong>telia</strong>- acima)</em>. Inf.  <strong>teilio</strong>, pres. <strong>teilia</strong>, pret. <strong>teiliant</strong>, fut.  <strong>teiliatha</strong>, imp. <strong>teilio</strong>, part. <strong>teiliol</strong> (perfeito  <strong>teiliel</strong> &#8211; ou <strong>tóliel</strong>?), pp. <strong>teiliannen</strong> (pl.  <strong>teiliennin</strong>), ger. <strong>teiliad</strong><br />
<em> </em><strong>teitha</strong>-  &#8220;desenhar, escrever&#8221;, inf. <strong>teitho</strong>, pres. <strong>teitha</strong>, pret.  <strong>teithanne</strong>- (3ª sing. <strong>teithant</strong>), fut. <strong>teithatha</strong>, imp.  <strong>teitho</strong>, part. <strong>teithol</strong> (perfeito <strong>teithiel</strong>), pp.  <strong>teithannen</strong> (pl. <strong>teithennin</strong>), ger. <strong>teithad</strong><br />
<strong> than</strong>-  &#8220;acender&#8221;, inf. <strong>theni</strong>, pres. <strong>theni</strong>- (3ª sing. <strong>thân</strong>), pret.  <strong>thenni</strong>- (3ª sing. <strong>thann</strong>), part. <strong>thanel</strong> (perfeito  <strong>thóniel</strong>), fut. <strong>thenitha</strong>, imp. <strong>thano</strong>, pp. <strong>thannen</strong> (pl. <strong>thennin</strong>), ger. <strong>thaned</strong><br />
<strong> </strong>!<strong>thel</strong>-  &#8220;pretender, tencionar, resolver, querer&#8221; <em>(ver WJ: 319)</em>, inf.  <strong>theli</strong>, pres. <strong>theli</strong>- (3ª sing. <strong>thêl</strong>), pret. <strong>thelli</strong>-  (3ª sing. <strong>thell</strong>), fut. <strong>thelitha</strong>, imp. <strong>thelo</strong>, part.  <strong>thelol</strong> (perfeito <strong>thíliel</strong>), pp. <strong>thellen</strong> (pl.  <strong>thellin</strong>), ger. <strong>theled</strong><br />
<strong> thia</strong>-  &#8220;parecer&#8221;, inf. <strong>thio</strong>, pres. <strong>thia</strong>, pret. <strong>thianne</strong>- (3ª sing.  <strong>thiant</strong>), fut. <strong>thiatha</strong>, imp. <strong>thio</strong>, part. <strong>thiol</strong> (perfeito <strong>thiel</strong>), pp. <strong>thiannen</strong> (pl. <strong>thiennin</strong>), ger.  <strong>thiad</strong><br />
<strong> thilia</strong>- &#8220;cintilar&#8221;, inf. <strong>thilio</strong>, pres. <strong>thilia</strong>, pret.  <strong>thilianne</strong>- (3ª sing. <strong>thiliant</strong>), fut. <strong>thiliatha</strong>, imp.  <strong>thilio</strong>, part. <strong>thiliol</strong> (perfeito <strong>thíliel</strong>), pp.  <strong>thiliannen</strong> (pl. <strong>thiliennin</strong>), ger. <strong>thiliad</strong><br />
<strong> thinna</strong>-  &#8220;desaparecer, crescer em direção do anoitecer&#8221;, inf. <strong>thinno</strong>, pres.  <strong>thinna</strong>, pret. <strong>thinne</strong>- (3ª sing. <strong>thinnant</strong>), fut.  <strong>thinnatha</strong>, imp. <strong>thinno</strong>, part. <strong>thinnol</strong> (perfeito  <strong>thinniel</strong>), pp. <strong>thinnen</strong> (pl. <strong>thinnin</strong>), ger. <strong>thinnad</strong><br />
<strong> thora</strong>-  &#8220;cercar&#8221;, inf. <strong>thoro</strong>, pres. <strong>thora</strong>, pret. irregular <strong>thore</strong>-  (3ª sing. <strong>thaur</strong>), fut. <strong>thoratha</strong>, imp. <strong>thoro</strong>, part.  <strong>thorol</strong> (perfeito <strong>thóriel</strong>), pp. <strong>thoren</strong> (pl. <strong>thorin</strong>),  ger. <strong>thorad</strong><br />
<strong> thuia</strong>- &#8220;respirar&#8221;, inf. <strong>thuio</strong>, pres. <strong>thuia</strong>, pret.  <strong>thuianne</strong>- (3ª sing. <strong>thuiant</strong>), fut. <strong>thuiatha</strong>, imp.  <strong>thuio</strong>, part. <strong>thuiol </strong>(perfeito <strong>thuiel</strong>), pp. <strong>thuiannen</strong> (pl. <strong>thuiennin</strong>), ger. <strong>thuiad</strong><br />
<strong> tinna</strong>-  &#8220;reluzir&#8221;, inf. <strong>tinno</strong>, pres. <strong>tinna</strong>, pret. <strong>tinne</strong>- (3ª sing.  <strong>tinnant</strong>), fut. <strong>tinnatha</strong>, imp. <strong>tinno</strong>, part. <strong>tinnol</strong> (perfeito <strong>tinniel</strong>), pp. <strong>tinnen</strong> (pl. <strong>tinnin</strong>), ger.  <strong>tinnad</strong><br />
<strong> tíra</strong>- &#8220;ver&#8221;, inf. <strong>tíro</strong>, pres. <strong>tíra</strong>, pret. <strong>tirne</strong>- (3ª  sing. <strong>tirn</strong>), fut. <strong>tíratha</strong>, imp. <strong>tíro</strong>, part. <strong>tírol</strong> (perfeito <strong>tíriel</strong>), pp. <strong>tirnen</strong> (pl. <strong>tirnin</strong>), ger.  <strong>tírad</strong><br />
<strong> tir</strong>- &#8220;observar, proteger, guardar, contemplar, olhar para, olhar em direção  de&#8221;, inf. <strong>tiri</strong>, pres. <strong>tiri</strong>- (3ª sing. <strong>tîr</strong>), pret.  <strong>tirni</strong>- (3ª sing. <strong>tirn</strong>), fut. <strong>tiritha</strong>, imp. <strong>tiro</strong>,  part. <strong>tiriel</strong> (perfeito <strong>tíriel</strong>), pp. <strong>tirnen</strong> (pl.  <strong>tirnin</strong>), ger. <strong>tired</strong><br />
<strong> tiria</strong>-  &#8220;observar, guardar, olhar em direção de&#8221;, inf. <strong>tirio</strong>, pres. <strong>tiria</strong>,  pret. <strong>tirianne</strong>- (3ª sing. <strong>tiriant</strong>), fut. <strong>tiriatha</strong>, imp.  <strong>tirio</strong>, part. <strong>tiriol</strong> (perfeito <strong>tíriel</strong>), pp. <strong>tiriannen</strong> (pl. <strong>tiriennin</strong>), ger. <strong>tiriad</strong><br />
<strong> toba</strong>- &#8220;cobrir,  telhar&#8221;, inf. <strong>tobo</strong>, pres. <strong>toba</strong>, pret. <strong>tumme</strong>- (3ª sing.  <strong>tump</strong>), fut. <strong>tobatha</strong>, imp. <strong>tobo</strong>, part. <strong>tobol</strong> (perfeito <strong>túbiel</strong>), pp. <strong>tummen</strong> (pl. <strong>tymmin</strong>), ger.  <strong>tobad</strong><br />
<strong> tog</strong>- &#8220;levar, conduzir, trazer&#8221;, inf. <strong>tegi</strong>, pres. <strong>tegi</strong>- (3ª  sing. <strong>tôg</strong>), pret. <strong>tyngi</strong>- (3ª sing. <strong>tunc</strong>), fut.  <strong>tegitha</strong>, imp. <strong>togo</strong>, part. <strong>togel</strong> (perfeito <strong>túgiel</strong>),  pp. <strong>tungen</strong> (pl. <strong>tyngin</strong>), ger. <strong>toged</strong><br />
<strong> tol</strong>- &#8220;vir,  chegar&#8221;, inf. <strong>teli</strong>, pres. <strong>teli</strong>- (3ª sing. <strong>tôl</strong>), pret.  <strong>telli</strong>- (3ª sing. <strong>toll</strong>), fut. <strong>telitha</strong>, imp. <strong>tolo</strong>,  part. <strong>tolel</strong> (perfeito <strong>túliel</strong>), pp. <strong>tollen</strong> (pl.  <strong>tellin</strong>), ger. <strong>toled</strong><br />
<strong> toltha</strong>-  &#8220;trazer, mandar vir&#8221;, inf. <strong>toltho</strong>, pres. <strong>toltha</strong>, pret.  <strong>tolthanne</strong>- (3ª sing. <strong>tolthant</strong>), fut. <strong>tolthatha</strong>, imp.  <strong>toltho</strong>, part. <strong>tolthol</strong> (perfeito <strong>telthiel</strong>), pp.  <strong>tolthannen</strong> (pl. <strong>telthennin</strong>), ger. <strong>tolthad</strong><br />
<strong> tortha</strong>-  &#8220;exercer (poder), controlar, empunhar&#8221;, inf. <strong>tortho</strong>, pres. <strong>tortha</strong>,  pret. <strong>torthanne</strong>- (3ª sing. <strong>torthant</strong>), fut. <strong>torthatha</strong>, imp.  <strong>tortho</strong>, part. <strong>torthol</strong> (perfeito <strong>terthiel</strong>), pp.  <strong>torthannen</strong> (pl. <strong>terthennin</strong>), ger. <strong>torthad</strong><br />
<strong> trasta</strong>-  &#8220;molestar, perturbar&#8221;, inf. <strong>trasto</strong>, pres. <strong>trasta</strong>, pret.  <strong>trastanne</strong>- (3ª sing. <strong>trastant</strong>), fut. <strong>trastatha</strong>, imp.  <strong>trasto</strong>, part. <strong>trastol</strong> (perfeito <strong>trestiel</strong>), pp.  <strong>trastannen</strong> (pl. <strong>trestennin</strong>), ger. <strong>trastad</strong><br />
<strong> trenar</strong>-  &#8220;relatar, contar até o fim&#8221;; inf. <strong>treneri</strong>, pres. <strong>treneri</strong>- (3ª  sing. <strong>trenar</strong>), pret. irregular <strong>trenori</strong>- (ou <strong>treneri</strong>-) com  3ª sing. <strong>trenor</strong> (ou <strong>trener</strong>), fut. <strong>treneritha</strong>-, imp.  <strong>trenaro</strong>, part. <strong>trenarel</strong> (perfeito <strong>trenóriel</strong>), pp.  ?<strong>trenoren</strong> (pl. <strong>trenorin</strong>), ger. <strong>trenared</strong><br />
<strong> trevad</strong>-  &#8220;atraversar&#8221;, inf. <strong>trevedi</strong>, pres. <strong>trevedi</strong>- (3ª sing.  <strong>trevad</strong>), pret. <strong>trevenni</strong>- (3ª sing. <strong>trevant</strong>), fut.  <strong>treveditha</strong>, imp. <strong>trevado</strong>, part. <strong>trevadel</strong> (perfeito  <strong>trevódiel</strong>), pp. <strong>trevannen</strong> (pl. <strong>trevennin</strong>), ger.  <strong>trevaded</strong><br />
<strong> tuia</strong>- &#8220;inchar; brotar, germinar, florescer&#8221;, inf. <strong>tuio</strong>, pres.  <strong>tuia</strong>, pret. <strong>tuianne</strong>- (3ª sing. <strong>tuiant</strong>) <em>(outra sugestão:  <strong>tuine</strong>-, 3ª sing. <strong>tuin</strong>)</em>, fut. <strong>tuiatha</strong>, imp. <strong>tuio</strong>,  part. <strong>tuiol</strong> (perfeito <strong>tuiel</strong>), pp. <strong>tuiannen</strong> (pl.  <strong>tuiennin</strong>) <em>(outra sugestão: <strong>tuinen</strong>, pl. <strong>tuinin</strong>)</em>, ger.  <strong>tuiad</strong><br />
<strong> </strong>*<strong>yr</strong>- &#8220;correr&#8221; <em>(forma sindarin derivada do &#8220;noldorin antigo&#8221;  <strong>yurine</strong> &#8220;eu corro&#8221;, LR: 400 s.v. </em>YUR<em>)</em>. Inf. <strong>yri</strong>, pres.  <strong>yri</strong>- (3ª sing. <strong>y^r</strong>), pret. <strong>yrni</strong>- (3ª sing. <strong>yrn</strong>),  fut. <strong>yritha</strong>, imp. <strong>yro</strong>, part. <strong>yrel</strong> (perfeito <strong>iúriel</strong>),  pp. <strong>yrnen</strong> (pl. <strong>yrnin</strong>), ger. <strong>yred</strong></div>
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		<title>O Corpus Quenya</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Apr 2006 03:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tilion</dc:creator>
				<category><![CDATA[Other Resources]]></category>

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		<description><![CDATA[As amostras mais importantes de Sindarin estão relacionados no artigo deste idioma, mas não há uma lista correspondente de material de Quenya no artigo do mesmo. Esta vergonhosa falta de simetria certamente deve ser remediada! Portanto, tentaremos listar aqui as &#8230; <a href="http://www.ardalambion.com.br/o-corpus-quenya/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">As amostras mais importantes de Sindarin estão relacionados no artigo deste idioma, mas não há uma lista correspondente de material de Quenya no artigo do mesmo. Esta vergonhosa falta de simetria certamente deve ser remediada! Portanto, tentaremos listar aqui as principais fontes para o que achamos conhecer sobre o Alto-élfico e mencionar a maioria dos exemplos publicados do idioma. As fontes devem, contudo, ser divididas em duas categorias: 1) o material mais primitivo, que nem sempre possui autoridade total por causa das freqüentes e algumas vezes substanciais revisões de Tolkien, e 2) os exemplos de Quenya maduro encontrados no SdA e em outras fontes (principalmente material pós-SdA). Este material primitivo é com freqüência mencionado como &#8220;Qenya&#8221;, uma vez que este era o modo como Tolkien escrevia a palavra <em>Quenya</em> até ele revisar a ortografia enquanto trabalhava no SdA. (Note, porém, que esta revisão como tal <em>não</em> foi uma mudança substancial: ela afetou meramente o modo como a escrita Tengwar &#8220;original&#8221; é transcrita nas nossas próprias letras.)</div>
<p style="text-align: justify"><span id="more-147"></span></p>
<p style="text-align: justify"><strong>I: Amostras de &#8220;Qenya&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify">Estas são as amostras mais importantes de &#8220;Qenya&#8221;, vários materiais primitivos que podem não possuir autoridade total por causa das revisões posteriores de Tolkien:</p>
<p style="text-align: justify">- O conteúdo do <em>Qenyaqetsa </em>ou <em>Qenya Lexicon </em>(Léxico Qenya), uma lista de cerca de seiscentas raízes élficas e milhares de palavras em &#8220;qenya&#8221; derivadas delas, escrita por volta de 1915. Ver LT1: 246. Os Apêndices no LT1 e LT2 mencionam muitas palavras do Qenya Lexicon. Isto demonstra que muitas palavras conhecidas do quenya maduro remetem ao início mais remoto, mas ela freqüentemente contradiz a fonologia e o vocabulário estabelecido que conhecemos do quenya maduro. Algumas palavras do Qenya Lexicon podem ser &#8220;recuperadas&#8221; no idioma maduro, com adaptação fonológica onde necessário; outros itens primitivos de vocabulário são melhor ignorados. &#8211; Algumas palavras em qenya também são mencionadas no <em>Gnomish</em> Lexicon (Léxico Gnômico), escrito por volta de 1917. Os conteúdos do Gnomish e do Qenya Lexicon foram publicados no <em>Parma Eldalamberon</em> #11 e #12, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify">- O poema <em>Narqelion</em>. Um fragmento do poema foi publicado por Humphrey Carpenter em seu livro <em>J. R. R. Tolkien &#8211; Uma Biografia</em>, página 83: <strong>Ai! lintulinda Lasselanta / Pilingeve suyer nalla qanta / Kuluvi ya karnevalinar / V&#8217; ematte singi Eldamar</strong>. Nenhuma tradução sobreviveu, mas as palavras <em>lasselanta </em>&#8220;queda de folhas, outono&#8221; e <em>Eldamar </em>&#8220;Casadelfos&#8221; são conhecidas do quenya maduro. A palavra <em>qanta</em> é escrita errada no livro de Carpenter como &#8220;ganta&#8221;; nenhuma palavra em quenya (ou &#8220;qenya&#8221;) começa com <em>g</em>. (<em>qanta</em>, posteriormente escrita <em>quanta</em>,<em> </em>significa &#8220;cheio&#8221;.) O poema inteiro foi posterior- mente publicado no <em>Parma Eldalamberon</em> e <em>Mythlore</em>. Ele é datado de &#8220;novembro de 1915, março de 1916&#8243; e pode ser o texto élfico mais antigo que já foi publicado até agora. Ele sem dúvida é um dos textos élficos mais antigos que Tolkien já es-<br />
creveu.</p>
<p style="text-align: justify">- Algumas frases curtas encontradas no &#8220;The Book of Lost Tales&#8221; (O Livro dos Contos Perdidos): <strong>Tulielto! </strong>&#8220;Eles vieram!&#8221;, <strong>I·Eldar tulier</strong><em> </em>&#8220;os Eldar vieram&#8221;,<strong> I·kal&#8217; antulien</strong> &#8220;A luz retornou&#8221; (LT1: 114, 184). Estas frases parecem ter sido escritas bem cedo (antes de 1920).</p>
<p style="text-align: justify">- <em>Oilima Markirya</em>, &#8220;A Última Arca&#8221;, um poema apresentado em duas versões, em MC: 213-214 e MC: 221-223. (Na ver- dade também há uma terceira versão, em MC: 220-221.) O idiomas da(s) primeira(s) versão(ões) do poema é muito diferente do quenya de <em>O Senhor dos Anéis </em>e d&#8217;<em>O Silmarillion</em>. Muitos anos após escrever <em>Oilima Markirya</em>, provavelmente durante a última década de sua vida, Tolkien criou uma nova versão deste poema, aquela em MC: 221-223. Esta foi na prática uma tradução do &#8220;qenya&#8221; para o quenya como ele agora concebia o idioma. Esta tradução demonstra que o quenya maduro é um idioma muito diferente do &#8220;qenya&#8221; mais primitivo de Tolkien &#8211; de fato, os dois idiomas provavelmente seriam mutuamente ininteligíveis, embora compartilhem o mesmo estilo fonético e alguns itens lexicais.</p>
<p style="text-align: justify">- <em>Nieninque</em>, um poema curto apresentado em MC: 215-216: <strong>Norolinde pirukendea</strong> / <strong>elle tande Nielikkilis</strong>, / <strong>tanya wende nieninquea</strong> / <strong>yar i vilya anta miqilis</strong>. / <strong>I oromandin eller tande</strong> / <strong>ar wingildin wilwarindëen,</strong> / <strong>losselie telerinwa,</strong> / <strong>tálin paptalasselindëen</strong>. &#8220;Saltitando levemente, rodopiando levemente, de lá veio a pequena Niéle, aquela donzela como uma fura-neve (Nieninqe), para quem o ar manda beijos. Os espíritos da floresta vieram de lá, e as fadas da espuma como borboletas, o povo branco das castas de Terradelfos, com pés como a música de folhas caindo&#8221;. Este poema está escrito no mesmo idioma do <em>Oilima Markirya </em>acima. Assim, ele não nos diz muito sobre a gramática e o vocabulário do quenya maduro. Este poema foi escrito por volta de 1931, bem mais de vinte anos antes da publicação do SdA.</p>
<p style="text-align: justify">- <em>Earendel<strong> </strong></em>(sic, e não <em>Eärendil</em>, embora a forma em <em>i </em>seja usada no próprio poema), um poema curto apresentado em MC: 216: <strong>San ninqeruvisse lútier</strong> /<strong> kiryasse Earendil or vea,</strong> / <strong>ar laiqali linqi falmari</strong> / <strong>langon veakiryo kírier;</strong> / <strong>wingildin o silqelossëen</strong> / <strong>alkantaméren úrio</strong> / <strong>kalmainen; i lunte linganer,</strong> / <strong>tyulmin talalínen aiqalin</strong> / <strong>kautáron, i súru laustaner.</strong> &#8220;Então sobre um cavalo branco navegou Earendel, sobre um navio sobre o mar, e as molhadas ondas verdes a garganta do navio do mar lascaram. As donzelas da espuma com cabelos brancos em flor o fizeram brilhar à luz do sol; o barco zuniu como uma corda de harpa; os altos mastros vergaram-se com as velas; o vento ressoou&#8221;. Mesmo idioma e data do <em>Nieninque</em> acima.</p>
<p style="text-align: justify">- A frase &#8220;Koivienéni&#8221;: <strong>Eldar ando kakainen Koivienenissen mennai Orome tanna lende i erenekkoitanie</strong> (com algumas versões variantes) &#8211; &#8220;Os elfos estavam dormindo há muito em Koivienéni até Orome lá chegar para que pudesse acordá-los&#8221;. A frase foi encontrada nos manuscritos de Tolkien nos Arquivos da Universidade de Marquette. Esta frase, assim como a seguinte, foi provavelmente escrita em algum ponto dos anos trinta quando as idéias de Tolkien sobre o quenya ainda não estavam maduras (note &#8220;Koivienéni&#8221; para <em>Cuiviénen</em>).</p>
<p style="text-align: justify">- A frase &#8220;Duas Árvores&#8221;:<em> </em><strong>Valar empannen Aldaru mi kon-alkorin ar sealálan taro ar silankálan ve laure ve misil</strong>(mais uma vez com algumas versões variantes). Encontrada na mesma folha de papel da frase &#8220;Koivienéni&#8221;. Não traduzida, mas significando provavelmente algo como *&#8221;os Valar plantaram as Duas Árvores em uma gramado abençoado, e elas cresceram altas e brilhavam como ouro [e] como prata&#8221;. Estas duas frases (Koivienéni e Duas Árvores) forma publicadas no <em>Vinyar Tengwar #</em>27.</p>
<p style="text-align: justify">- A frase &#8220;Ártica&#8221;: <strong>Mára mesta an ni véla tye ento, ya rato nea</strong> &#8211; &#8220;Adeus até que eu os veja de novo, e espero que seja logo&#8221;. Isto não está afirmado como quenya, mas como &#8220;ártico&#8221; &#8211; uma amostra de um idioma usado no Polo Norte, apresentada em <em>The Father Christmas Letters</em>. Estas eram cartas supostamente escritas por Papai Noel para os filhos de Tolkien, mas na verdade escritas pelo próprio Tolkien. Ele nunca pretendeu que elas fossem publicadas (isto foi feito pela sua família após sua morte). Embora as Cartas de Papai Noel não tenham nada a ver com a Terra-média e não pertencem aos trabalhos sérios de Tolkien, está claro que a frase &#8220;Ártica&#8221; é na verdade um tipo de quenya (ou &#8220;qenya&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify">- <em>A Canção de Fíriel</em>: uma longa (quase 90 palavras) canção em quenya encontrada em LR: 72. Isto ainda é &#8220;qenya&#8221;, mas muito mais próximo do estilo de quenya do SdA do que os três poemas do MC mencionados acima. Uma desinência verbal condicional -<strong>ie</strong> é muito usada, mas esta desinência provavelmente não é válida no estilo de quenya do SdA. Clique <a href="http://www.ardalambion.com.br/firiel.php">aqui</a> para uma discussão completa da Canção de Fíriel.</p>
<p style="text-align: justify">- <em>Fragmentos de Alboin Errol </em>em LR :47, com tradução entrelinhas: <strong>ar Sauron túle nahamna</strong> &#8220;e Sauron veio [*humilhado]&#8221; / <strong>lantier turkildi</strong> <strong>unuhuine</strong> &#8220;eles caíram, [os] Turkildi [*Reis dos Homens] sobre a Sombra&#8221; / <strong>tarkalion ohtakáre valannar</strong> &#8220;Tar-Calion [Ar-Pharazôn] guerra-fez contra-Poderes [Valar]&#8221; / <strong>herunúmen ilu terhante</strong> &#8220;Senhor-do-Oeste mundo partiu&#8221; / <strong>ëari ullier kilyanna</strong> &#8220;mares vertera em-Abismo&#8221; /<strong> Númenóre ataltane</strong> &#8220;Númenor caiu&#8221; / <strong>malle téra lende númenna ilya sí maller raikar</strong> &#8220;estrada reta foi em direção ao Oeste todas agora estradas curvas&#8221; / <strong>turkildi rómenna</strong> &#8220;Turkildi em direção ao leste&#8221; / <strong>nuruhuine mel-lumna</strong> &#8220;Morte-sombra nós-é-pesada&#8221; / <strong>vaháya sin atalante</strong> &#8220;longínqua agora Atalantë&#8221;. Mesmo idioma da Canção de Fíriel.</p>
<p style="text-align: justify">- <em>Fragmentos de Lowdham</em>. Vários fragmentos de &#8220;qenya&#8221; apresentados em SD: 246-247 (note que também há material adûnaico aqui). Algumas partes destes fragmentos são praticamente idênticos àqueles de Alboin Errol citados acima: muito próximos do quenya maduro.</p>
<p style="text-align: justify">- Algumas frases ditas por Elendil e Herendil: <strong>Man-ie, atto? </strong>&#8220;O que é isto, pai?&#8221; <strong>Atarinya tye-meláne</strong><em> </em>&#8220;Meu pai, eu te amo&#8221;, <strong>A yonya inye tye-méla</strong><em> </em>&#8220;E eu também, meu filho, te amo&#8221;, <strong>E man antaváro?</strong><em> </em>&#8220;O que de fato ele dará?&#8221; (LR: 59, 61, 63).</p>
<p style="text-align: justify">- Membros do Notion Club falando em outra língua (SD: 290): <strong>Es sorni heruion an!</strong> &#8220;As águias dos Senhores estão perto!&#8221; <strong>Sorni Númevalion anner!</strong> &#8220;As águias dos Poderes do Oeste estão perto!&#8221; (versão rejeitada: <strong>Soroni númeheruen ettuler!</strong>)</p>
<p style="text-align: justify">- Uma versão primitiva do <em>Namárië</em> (ver abaixo), apresentada em TI: 284-285: <strong>Ai! laurie lantar lassi súrinen / inyalemíne rámar aldaron / inyali ettulielle turme márien / anduniesse la míruvórion / Varda telúmen falmar kírien / laurealassion ómar mailinon. / Elentári Vardan Oiolossëan / Tintallen máli ortelúmenen / arkandavá-le qantamalle túlier / e falmalillon morne sindanórie / no mírinoite kallasilya Valimar.</strong><em> </em>(O texto como dado no TI emprega mácrons ao invés de acentos para indicar vogais longas.)<em> </em>A maioria das palavras pode ser identificada, mas uma tradução fluente é difícil de dar. Anthony Appleyard supõe que isto são &#8220;meramente pedaços que vieram à mente de Tolkien conforme ele pensava, e ele pretendia interpolar outras partes posteriormente para completar o sentido; mas no final ele jogou fora tudo, exceto a linha 1&#8243;. Por outro lado, David Salo argumenta que o texto é de fato completo. Aparentemente existem várias desinências declináveis não encontradas em nenhum outro lugar; muito provavelmente elas foram excluídas mais tarde. Ainda assim a versão variante do <em>Namárië</em> foi citada em <em>An Introduction to Elvish</em> pág. 5; isto é de particular valor porque registra <strong>nar</strong> &#8220;são/estão&#8221; como a forma de plural do verbo <strong>ná</strong> &#8220;é/está&#8221;. Ver o artigo de David Salo no <em>Tyalië Tyellelliéva</em> #12 para uma discussão próxima à exaustiva de todos os vários estágios e versões do <em>Namárië</em>.</p>
<p style="text-align: justify">- Algumas <em>declinações </em>antigas forma publicadas no <em>Vinyar Tengwar: </em>a chamada declinação <em>Entu</em>, <em>Ensi</em>, <em>Enta</em> foi publicada e analisada (por Christopher Gilson) no VT #36. Evidências internas sugerem que ela foi escrita entre 1928 e 1936. Ela consiste de o que parecem ser algumas palavras conjugadas em todos os casos, mas nenhum caso é nomeado e nenhuma forma é traduzida. As desinências não concordam muito bem com o sistema conhecido do quenya maduro. A chamada <em>Declinação</em> <em>Bodleian </em>apareceu no VT #28; ela foi aparentemente escrita em 1936. Ela demonstra que a declinação de radicais em -<strong>a</strong>, -<strong>o</strong> e -<strong>e</strong>, mas os casos não são identificados. Aparentemente ela está mais próxima do quenya maduro do que <em>Entu</em>, <em>Ensi</em>, <em>Enta</em>, mas ainda existem algumas discrepâncias. Estes declinações são de pouco valor fora demonstrar que as idéias de Tolkien sobre o quenya estavam amadurecendo constantemente nos anos vinte e no início dos anos trinta, antes que um sistema quase maduro surgisse na segunda metade dos anos trinta.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>II: Amostras de quenya maduro</strong></p>
<div style="text-align: justify">As amostras e o material das seguintes fontes estão mais ou menos em quenya perfeito, o quenya como Tolkien finalmente decidira que o idioma era (palavra simples encontradas aqui e ali não são listadas). As expressões aglutinadas de Barbárvore de elementos alto-élficos unidas de um modo élfico não são incluídas aqui, uma vez que isto não é o quenya correto (ver o artigo sobre <span style="text-decoration: underline"><span style="color: #0000ff"><a href="http://www.ardalambion.com.br/entes.php">entês</a></span></span>).</div>
<p style="text-align: justify">- <strong>Elen síla lúmenn&#8217; omentielvo</strong>, &#8220;uma estrela brilha sobre a hora do nosso encontro&#8221;, uma saudação élfica dada em SdA1/I cap. 3. (A primeira edição do SdA tinha <strong>omentielmo</strong>, provavelmente a leitura do texto original de Frodo, traduzida para o inglês por Tolkien. Mas comentaristas gondorianos apontaram que <strong>omentielvo </strong>é a forma correta nestes contexto, e Tolkien usou a forma correta quando uma versão revisada do SdA foi publicada em 1966. Ver Letters: 447. Note que &#8220;omentilmo&#8221; em certas edições americanas é um erro de digitação.) Esta saudação também é apresentada em WJ: 367, aqui na forma <strong>elen síla lúmenna omentielvo</strong>, sem a omissão do <strong>a</strong> final em <strong>lúmenna</strong>. (Letters: 424 apresenta uma parte da saudação, omitindo <strong>elen</strong>, mas mais uma vez sem a omissão do <strong>a</strong> final.) Uma forma mais antiga da saudação é encontrada em RS: 324: <strong>Eleni silir lúmessë omentiemman</strong><em> </em>&#8220;as estrelas brilham na hora do nosso encontro&#8221;, modificada para <strong>Elen silë&#8230;</strong> &#8220;Uma estrela brilha&#8230;&#8221; <strong>Omentiemman</strong><em> </em>com o genitivo em -<strong>n </strong>é &#8220;qenya&#8221;, mas as formas verbais são interessantes (um bom exemplo do <em>aoristo</em>, tanto no sg. como no pl.).</p>
<p style="text-align: justify">- <strong>Arwen vanimelda, namárië!</strong><em> </em>&#8220;Bela Arwen [lit. Arwen sua beleza], adeus!&#8221; &#8211; a despedida de Aragorn à Arwen em Cerin Amroth, repetida por ele ao recordar a cena no mesmo lugar muitos anos depois. A primeira edição possuía <strong>vanimalda </strong>ao invés de <strong>vanimelda</strong>. (SdA1/II, fim do cap. 6, traduzida em WJ: 369. A versão no SdA tem <strong>namarië </strong>ao invés de <strong>namárië</strong>, mas tanto WJ: 369 como outras fontes [uma delas no próprio SdA] confirma que a segunda vogal deve ser <strong>á</strong>, e não<strong> a</strong>.)</p>
<p style="text-align: justify">- <em>Namárië</em>, &#8220;Adeus&#8221;, um longo (80 palavras) poema em quenya apresentado em SdA1/II, próximo ao final do cap. 8. Tam- bém conhecido como Lamento de Galadriel. Este poema é inteiramente discutido <span style="text-decoration: underline"><span style="color: #0000ff"><a href="http://www.ardalambion.com.br/namarie.php">aqui</a></span></span>. Até a publicação do poema <em>Markirya</em> (veja abaixo), este era o mais longo texto em quenya conhecido. O poema inteiro é apresentado duas vezes em RGEO: 66-67. Na primeira versão, Tolkien adicionou acentos ao texto, indicando todas as ênfases, grandes e pequenas. A segunda versão, com tradução entrelinhas, difere um pouco da versão encontrada no SdA. Tolkien explicou que &#8220;a ordem das palavras e o estilo [da versão do SdA] são &#8216;poéticos&#8217;, e fazem concessões à métrica&#8221;. Ele reescreveu o poema para &#8220;um estilo mais normal e claro&#8221;, nos possibilitando fazer uma comparação direta entre o estilo poético e o normal no alto-élfico.</p>
<p style="text-align: justify">- <strong>Aiya Eärendil Elenion Ancalima!</strong><em> </em>&#8220;Salve Eärendil, a mais brilhantes das estrelas!&#8221; Um fragmento de um poema sobre Eärendil que Frodo foi inspirado a pronunciar quando usou o frasco de Galadriel na toca de Laracna (SdA2/IV cap. 10, tra- duzido em Letters: 385).</p>
<p style="text-align: justify">- <strong>A laita te, laita te! Andave laituvalmet! &#8230; Cormacolindor, a laita tárienna! </strong>&#8220;Louvai-os, louvai-os! Por muito tempo iremos louvá-los! [Os] Portadores do Anel, louvai [-os] às alturas!&#8221; O louvor que Frodo e Sam receberam no Campo de Cormallen (SdA3/VI cap. 4, traduzido em Letters: 308).</p>
<p style="text-align: justify">- <strong>Et Eärello Endorenna utúlien. Sinome maruvan ar Hildinyar tenn&#8217; Ambar-metta!</strong><em> </em>&#8220;Do Grande Mar vim para a Terra- média. Neste lugar vou morar, e também meus herdeiros, até o fim do mundo&#8221; &#8211; As palavras de Elendil quando chegou na Terra-média após a Queda de Númenor, repetidas por Aragorn em sua coroação (SdA3/VI cap. 5). Variantes mais primitivas são encontradas em SD: 56: <strong>Et Ëarello Endorenna lendien. Símane maruvan, ar hildinyar, kenn&#8217; Iluve-metta</strong>, modifica- da para <strong>Et Ëarello Endorenna nilendie. Sinome nimaruva yo hildinyar tenn&#8217; Ambar-metta</strong>. Estas variantes podem não estar em quenya maduro perfeito; em particular, parece que Tolkien abandonou o prefixo pronominal <strong>ni</strong>-<em> </em>(&#8220;eu&#8221;) e provavel-  mente a noção inteira de prefixos pronominais ao invés de sufixos.</p>
<p style="text-align: justify">- <strong>Yé! utúvienyes!</strong><em> </em>&#8220;Encontrei-a!&#8221; Exclamação de Aragorn quando encontrou a muda da Árvore Branca (SdA3/VI cap. 5). <strong>Yé </strong>não é traduzida, mas parece ser simplesmente a interjeição &#8220;ah!&#8221;</p>
<p style="text-align: justify">- <strong>A vanimar, vanimálion nostari</strong> &#8220;Ó seres belos, pais de belas crianças&#8221;, saudação de Barbárvore a Celeborn e Galadriel, dada em SdA3/VI cap. 7 (a vírgula estava ausente na primeira edição do SdA, mas apareceu na segunda). Traduzida em Letters: 308 e SD: 73. (A última fonte apresenta a tradução &#8220;seres lindos geradores de seres lindos&#8221;; esta tradução é mais literal.) Uma versão mais antiga da mesma frase é dada em SD: 64: <strong>O vanimar vanimalion ontari</strong>. Esta versão confirma que a forma dada no <em>Etimologias</em>, &#8220;ontani&#8221; como o pl. de <strong>ontaro</strong>, <strong>ontarë</strong>, é um erro para <strong>ontari</strong> &#8220;pais&#8221; (LR: 379).</p>
<p style="text-align: justify">- <strong>Utúlie&#8217;n aurë! Aiya Eldalië ar Atanatári, utúlie&#8217;n aurë!</strong> &#8220;O dia chegou! Vejam, povo dos Eldar e Pais dos Homens, o dia chegou!&#8221; Grito de Fingon antes da Quinta Batalha (<em>Silm</em> cap. 20). Uma versão diferente em WJ: 166 tem <strong>Atanatarni </strong>para <strong>Atanatári</strong>.</p>
<p style="text-align: justify">- <strong>Auta i lóme!</strong><em> </em>&#8220;A noite está passando!&#8221; O que o exército de Fingon respondeu (<em>Silm</em> cap. 20).</p>
<p style="text-align: justify">- <strong>Aurë entuluva!</strong><em> </em>&#8220;O dia voltará!&#8221; O que Húrin posteriormente gritou quando estava claro que a batalha estava perdida (<em>Silm</em> cap. 20).</p>
<p style="text-align: justify">- <strong>A Túrin Turambar turún&#8217; ambartanen</strong> &#8220;Ó Túrin senhor do destino, pelo destino dominado&#8221;, grito de Nienor Níniel quando descobriu que o homem com o qual ela havia casado era seu próprio irmão (CI: 155). No <em>Silmarillion </em>(próximo ao final do capítulo 21),<strong><em> </em>turún&#8217;</strong><em> </em>se tornou simplesmente<strong> turun</strong><em>.</em> Surpreendentemente, Nienor usa a forma sindarin do nome de seu irmão, <strong>Túrin</strong>, ao invés da forma em quenya<strong> Turindo</strong> (LR: 395).</p>
<p style="text-align: justify">- O Juramento de Cirion, duas frases em quenya apresentadas em CI: 340, ao todo 26 palavras. <strong>Vanda sina termaruva Elenna·nórëo alcar enyalien ar Elendil Vorondo voronwë. Nai tiruvantes i hárar mahalmassen mi Númen ar i Eru i or ilyë mahalmar eä tennoio.</strong> &#8220;Este juramento há de permanecer em memória da glória da Terra da Estrela e da fé de Elendil, o Fiel, aos cuidados daqueles que se assentam sobre os tronos do Oeste e do Um que está acima de todos os tronos para sempre&#8221;. (Literalmente, a segunda frase significa &#8220;que o guardem, aqueles que estão sentados sobre os tronos no Oeste e o Um que está acima de todos os tronos para sempre&#8221;.) Tolkien adicionou algumas notas gramaticais interessantes (CI: 497).</p>
<p style="text-align: justify">- <strong>Anar kaluva tielyanna</strong>, &#8220;o sol brilhará sobre o seu caminho&#8221;, uma saudação (CI: 10; ver CI: 455 para a tradução).</p>
<p style="text-align: justify">- Algumas frases e expressões em quenya encontradas em <em>The War of the Jewels </em>(WJ): <strong>áva kare</strong><em> </em>&#8220;não faça isto!&#8221; (pág. 371), <strong>i karir quettar ómainen</strong> &#8220;aqueles que formam palavras com vozes&#8221; (pág. 391), <strong>á vala Manwë</strong> &#8220;que Manwë ordene&#8221;, <strong>Valar valuvar </strong>&#8220;a vontade dos Valar será feita&#8221; (ambas na pág. 404).</p>
<p style="text-align: justify">- Algumas frases e expressões em quenya encontradas no <em>The Peoples of Middle-earth </em>(PM): <strong>Manen lambë Quendion ahyanë[?] </strong>&#8220;Como o idioma dos elfos mudou?&#8221; <strong>Mana i·coimas Eldaron[?] </strong>&#8220;O que é o &#8216;<em>coimas&#8217; </em>dos Eldar?&#8221; (ambas na pág. 396), também <strong>&#8216;Mana i·coimasin·Eldaron?&#8217; maquentë Elendil</strong> na pág. 403, não traduzida mas evidentemente significando  *&#8221;&#8216;O que é o <em>coimas </em>[lembas] dos Eldar?&#8217;, Elendil perguntou&#8221;; <strong>Sin Quente Quendingoldo Elendilenna </strong>(pág. 401), não traduzida mas evidentemente significando *&#8221;isto Pengolodh disse a Elendil&#8221; ou possivelmente *&#8221;assim falou Pengolodh a Elen- dil&#8221;. Uma forma curta, <strong>Quentë Quengoldo</strong>, sucedendo um longo texto em PM: 404, é traduzida &#8220;Assim falou Pengolodh&#8221; na página seguinte, mas literalmente ela significa simplesmente *&#8221;disse Pengolodh&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify">- O poema Markirya em MC: 221-222, que realmente é o <em>Oilima Markirya </em>mencionado acima traduzido para o quenya maduro, provavelmente durante a última década da vida de Tolkien. Possuindo mais de 90 palavras, este é o texto em quenya mais longo que já foi publicado (em MC: 4, Christopher Tolkien o descreve como &#8220;uma das maiores peças do quenya&#8221;). Tolkien fez algumas revisões e adicionou um comentário glossarial. O poema é traduzido em MC: 214-215 (note  a nota 8 em MC: 220). O poema Markirya é inteiramente discutido <span style="text-decoration: underline"><span style="color: #0000ff"><a href="http://www.ardalambion.com.br/markirya.php">aqui</a></span></span>.</p>
<p style="text-align: justify">Outras fontes importantes de informações sobre o quenya incluem as seguintes:</p>
<p style="text-align: justify">- <em>O Etimologias </em>em LR: 347-400. Esta é uma lista de cerca de seiscentas raízes primitivas seguidas por algumas das palavras que elas originaram em línguas posteriores, incluindo quenya; são mencionadas por volta de 1300 palavras em quenya. A lista na verdade representa um estágio muito tardio do &#8220;qenya&#8221; (por exemplo, existem numerosos exemplos de genitivos em <em>-</em><strong>n</strong> ao invés de <em>-</em><strong>o</strong>), mas o idioma do <em>Etimologias</em> é tão próximo do quenya maduro que se pode confiar nele em todos os casos em que não contradiz material tardio (apenas algumas palavras devem ser rejeitadas, tais como <strong>malda</strong><em> </em>[radical SMAL] ao invés de <strong>malta </strong>como a palavra para &#8220;ouro&#8221;, uma vez que a última ocorre no SdA). Com respeito ao vocabulário alto-élfico, o <em>Etimologias</em> permanecerá nossa fonte única mais importante (mas mesmo assim, deve-se perceber que menos da metade das palavras conhecidas vêm desta lista).</p>
<p style="text-align: justify">- <em>A Carta Plotz. </em>Esta é uma carta que Tolkien enviou a Dick Plotz, fundador da Tolkien Society da América. Ela data de mais ou menos 1966-67. Nesta carta, Tolkien estabelece a declinação do substantivo do quenya. Assim, este documento é uma das fontes mais importantes que temos. Ela foi publicada pela primeira vez por Jorge Quiñonez no <em>Vinyar Tengwar </em>#6.</p>
<p style="text-align: justify">- <em>The Letters of J. R. R. Tolkien</em>, editado por Humphrey Carpenter. Informações valiosas sobre o quenya são encontradas aqui e ali nestas cartas, em particular a respeito do prefixo superlativo (pág. 279) e o dual (pág. 427). A existência de radicais de verbos contínuos é confirmada (pág. 427) e aprendemos que consoantes finais são permitidas em quenya (pág. 425).</p>
<p style="text-align: justify">- <em>Relato de Lowdham sobre o idioma adunaico</em> (SD: 413-440). Apesar de centrado principalmente em outro idioma, alguma informação sobre o quenya (&#8220;avalloniano&#8221;) também pode colhida ou suposta a partir deste relato: encontros consonan- tais iniciais não são permitidos e apenas um número limitado de combinações são toleradas mediamente (pág. 417- 418), bases biconsonantais são normais (pág. 416), as combinações <strong>mp</strong>,<strong>nt</strong>, <strong>nc</strong> e <strong>nw </strong>são favorecidas (pág. 420), e a infixação nasal é de considerável importância (pág. 433). Há também as palavras <strong>tyulma</strong> &#8220;mastro&#8221; aend <strong>hyóla </strong>&#8220;trump&#8221; (pág. 419); a última só é atestada aqui.</p>
<p style="text-align: justify"><em>- Quendi and Eldar</em>, um ensaio publicado em WJ:360-417. Ele abrange principalmente a &#8220;origem e significado das palavras élficas que se referem ao <em>elfos </em>e suas variedades&#8221; e inclui &#8220;apêndices sobre seus nomes para outros Encarnados&#8221;. De particular interesse é uma discussão das funções do genitivo (desinência -<strong>o</strong>) vs. o possessivo (desinência <em>-</em><strong>va</strong>) (págs. 368-369). Também aprendemos que há uma distinção entre verbos fortes e fracos (pág. 366).</p>
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